CONTO: SEGREDOS DO SOFÁ DA SALA

Meu nome é Maria, tenho 47 anos, cabelos negros. Meu marido, Alex, saiu para o trabalho há pouco, beijando minha testa com aquela rotina carinhosa, sem imaginar que, em poucas horas, eu estarei me entregando a outro homem bem aqui, no nosso sofá. É uma excitação que me consome, um segredo delicioso que faz meu coração bater mais forte.

Anderson, meu amante, é um homem de 43 anos, pele clara como a minha, corpo normal e mãos que sabem exatamente onde tocar para me fazer derreter. Ele chega pontualmente, como sempre, batendo à porta com discrição. Abro para ele vestindo apenas uma camisola fina, que mal cobre minhas curvas maduras e generosas. Seus olhos devoram meu corpo, e eu sinto um arrepio subir pela espinha quando ele entra, fechando a porta atrás de si. “Você está linda hoje, Maria”, ele sussurra, sua voz grave enviando ondas de calor para o meu centro.

Nós nos beijamos ali mesmo, no sala de entrada, seus lábios quentes e macios contra os meus, sua língua dançando devagar, explorando cada canto da minha boca. Minhas mãos sobem para seus cabelos curtos, puxando-o mais perto, enquanto sinto seu pau duro crescendo contra minha barriga. O desejo me inunda, um calor úmido se espalhando entre minhas coxas, fazendo-me apertar as pernas instintivamente. Eu o guio para o sofá nos espera, testemunha silenciosa de nossos encontros proibidos.

Eu sento de frente pra ele e ja vejo aquele lindo pau esperando minha boca, acomodo o pau dele todinho na minha boca e ouço os gemidos e contrações de prazer, chupo com carinho preparando para ele me comer gostoso.

Ele me vira de costas para ele, suas mãos deslizando pela minha camisola, erguendo-a devagar, revelando minha pele nua. Sinto seus dedos traçando a curva das minhas nádegas, leves como plumas, mas cheios de promessa. “Você quer isso, não é?”, ele murmura no meu ouvido, seu hálito quente fazendo meus mamilos endurecerem sob o tecido. Eu assinto, mordendo o lábio, o desejo pulsando em mim como uma chama viva. Ele me posiciona no sofá, ajoelhada, inclinada para frente, empinando o quadril para ele. Fico de quatro, como adoro, vulnerável e ansiosa, minhas mãos apoiadas no encosto, os seios balançando levemente com cada respiração acelerada.

Anderson se ajoelha atrás de mim, suas mãos firmes em minhas ancas, puxando-me para mais perto. Sinto sua rigidez pressionando contra mim, e um gemido escapa dos meus lábios quando ele se posiciona na entrada. Ele entra devagar, centímetro por centímetro, preenchendo-me completamente.

Oh, que sensação divina! Meu corpo se ajusta a ele, apertando ao seu redor, ondas de prazer irradiando do meu centro para todo o resto. Cada movimento é uma delícia, um vaivém ritmado que me faz arquear as costas, empinando ainda mais, convidando-o a ir mais fundo.

Sinto o atrito suave, o calor de sua pele contra a minha, seus quadris batendo ritmicamente nas minhas nádegas. Meus dedos se cravam no tecido do sofá, o prazer crescendo em camadas, como uma onda que se constrói no oceano. Meu clitóris pulsa, sensível a cada investida, e eu me movo contra ele, buscando mais fricção, mais intensidade. “Isso, Anderson, assim…”, eu sussurro, a voz entrecortada, o desejo me consumindo. Ele acelera, suas mãos explorando minhas costas, descendo para acariciar meus seios, beliscando levemente os mamilos, enviando faíscas de êxtase pelo meu corpo.

O clímax se aproxima, um turbilhão de sensações: o suor escorrendo pela minha pele branca, misturando-se ao dele; o som suave dos nossos corpos se unindo; o cheiro de excitação no ar. Eu me perco nisso, no prazer de ser tomada assim, enquanto Alex está lá fora, alheio a tudo. É essa mistura de risco e entrega que me leva ao limite. Meu corpo treme, contrações deliciosas me invadindo, e eu gozo com um gemido abafado, ondas de prazer me atravessando como eletricidade. Anderson me segue logo depois, seu corpo tenso contra o meu, preenchendo-me com seu calor.

Depois, ficamos ali, ofegantes, eu ainda de quatro, sentindo o resquício do prazer ecoar em mim. Ele beija minha nuca, e eu sorrio, sabendo que isso é só o começo de mais um dia perfeito.

Depois do êxtase que ainda faz minhas pernas tremerem, Anderson se afasta devagar, saindo de dentro de mim com uma lentidão que me faz suspirar de saudade já antecipada. Eu permaneço de quatro por mais alguns segundos, sentindo o calor úmido escorrendo suavemente pelas minhas coxas, o corpo ainda pulsando com as contrações suaves do orgasmo que acabou de me atravessar.

Mas eu sei exatamente o que quero agora.

Viro-me com calma, sentando no sofá de frente para ele, os cabelos negros grudados na testa e no pescoço pelo suor delicado. Meus olhos encontram os dele, e há um entendimento silencioso, quase animal. Ele se aproxima, a respiração ainda pesada, o membro firme e brilhante do nosso prazer compartilhado. Eu o seguro com as duas mãos, sentindo a pele quente, a rigidez que ainda pulsa, as veias salientes sob meus dedos. Passo a língua devagar na glande, provando primeiro o gosto salgado misturado ao meu próprio mel, e um gemido baixo escapa dele.

É nessa hora que o desejo me domina de novo, mais lento, mais profundo.

Eu adoro isso. Adoro o momento em que ele se entrega completamente, quando seus quadris tremem e ele segura meus cabelos com cuidado, sem força, apenas guiando. Abro a boca e o recebo inteiro, sentindo-o deslizar quente e grosso pela minha língua. O sabor é intenso, masculino, delicioso — um misto de suor, prazer e a essência mais crua dele. Eu o chupo com devoção, lambendo devagar, envolvendo-o com os lábios macios, sentindo cada centímetro pulsar contra meu céu da boca.

Então ele avisa, com a voz rouca e baixa:

— Maria… vou gozar…

Eu não recuo. Pelo contrário, aperto os lábios um pouco mais, movendo a cabeça em um ritmo perfeito, convidando-o. Sinto o momento exato em que ele se contrai, o corpo todo tenso, e então vem — jatos grossos, quentes, abundantes. O primeiro explode na minha língua, denso, cremoso, com aquele sabor forte e viciante que me faz fechar os olhos de puro prazer.

Eu engulo devagar, deixando cada gota descer, sentindo o calor se espalhar pela garganta, enquanto continuo lambendo suavemente, colhendo tudo o que resta, prolongando o momento para nós dois.

Quando ele termina, eu mantenho-o na boca por mais alguns segundos, limpando-o com carinho, sentindo as últimas pulsações diminuir. Só então solto, olhando para cima com um sorriso satisfeito, os lábios ainda úmidos e brilhantes. Ele me puxa para um beijo lento, provando a si mesmo na minha boca, e eu me derreto toda de novo, sabendo que esse gosto, essa sensação, é uma das coisas que mais amo nesse nosso segredo.

Anderson me ajuda a me levantar, me abraça por trás enquanto ainda estamos nus, e sussurra no meu ouvido:

— Você é perfeita, Maria.

Eu sorrio, sentindo o corpo relaxado, satisfeito, e já pensando na próxima vez que ele bater à porta enquanto Alex está no trabalho. Porque eu nunca me canso disso. Nunca.

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