Conto: Fui no quarto dele de madrugada.
Oi, eu sou a Fabiana, e vou contar pra vocês uma noite louca que aconteceu aqui no nosso sítio, no interior de Minas Gerais. Foi uma daquelas noites que a gente nunca esquece, cheia de chuva, vinho e um tesão que pegou fogo.
Meu marido, o Bruno, é um cara maravilhoso, daqueles que adora me ver feliz, e o Roberto é um amigo dele de longa data, alto, forte, daqueles que chamam atenção sem esforço. Tudo começou por causa de uma chuva forte que caiu do nada, transformando o caminho de terra em lama pura.
O Roberto tinha vindo visitar, e quando viu que não dava pra ir embora, o Bruno convidou ele pra passar a noite e sair no dia seguinte. Eu, sempre atenciosa, preparei uma janta simples, mas caprichada: Um macarrão com um delicioso queijo foi o cardápio. Enquanto eu mexia nas panelas, os dois ficavam na varanda, observando a chuva cair grossa no telhado, e tomando uma cerveja gelada pra relaxar.
A chuva não parava, e eu pedi pro Bruno abrir um vinho que a gente tinha guardado, junto com um queijo mineiro curado, daqueles que derretem na boca. Ele veio pra cozinha ajudar, e quando chegou perto de mim, me olhou de cima a baixo, com aquele sorriso safado.
Eu tava de shortinho jeans curto e uma blusinha solta, para proteger da brisa fresquinha nada demais,

mas ele sussurrou no meu ouvido: “Amor, você tá muito sexy hoje”, e passou a mão na minha bunda, apertando de leve, me fazendo arrepiar toda. Senti um calor subindo pelo corpo, minhas pernas fraquejaram um pouquinho, e quando olhei pro lado, vi que o Roberto tinha visto tudo da varanda. Ele disfarçou rapidinho, fingindo olhar pra chuva, mas eu notei o olhar dele, meio curioso, meio interessado. Meu coração acelerou, e eu sussurrei no ouvido do Bruno:
Fabiana – Esposa hotwife: Vai cuidar do seu amigo, amor, se não ele vai ficar segurando vela com a gente aqui.
Bruno – Marido Cuckold: É só a gente chamar ele pra festinha, amor.
Eu fiquei vermelha na hora, sentindo o rosto queimar, mas sorri bem safada. Meu corpo reagiu instantaneamente, um formigamento gostoso entre as pernas, e eu peguei no pau dele por cima da calça, sentindo ele já endurecendo. (Pensei: Nossa, que loucura deliciosa, isso pode mesmo acontecer?)
Fabiana – Esposa hotwife: Paraaaa amor, não me provoca. Esse vinho me deixa louca de tesão.
O Bruno saiu dali sorrindo, com o pau duro marcando na calça, e eu vi que ele tava pensando na ideia, porque ele piscou pra mim antes de voltar pra varanda.
Durante a janta, a chuva ainda caindo fina agora, eu comecei a provocar os dois com brincadeiras de duplo sentido. Tipo, eu dizia: “Esse queijo tá tão cremoso, derrete na boca, né? Imagina se derrete em outros lugares…” e olhava pros dois, rindo. Ou: “A chuva tá molhando tudo por aqui, mas tem coisa que molha mais que chuva”. Eles riam, o Roberto ficava um pouco sem graça, mas eu via o olhar dele me devorando, e o Bruno me incentivava com os olhos, bebendo o vinho devagar.
Meu corpo tava elétrico, os mamilos endurecendo sob a blusa, e eu sentia uma umidade crescente na calcinha, o vinho subindo pra cabeça e me deixando mais ousada.
A chuva deu uma parada, mas já era bem tarde, tipo meia-noite passada.
O Bruno disse pro Roberto ir tomar um banho pra dormir mais tranquilo, e mostrou o quarto de hóspedes pra ele.
O quarto não tem porta, porque tava com defeito, a gente ia consertar no fim de semana, ja que quase nao recebemos visitas aqui.
O Roberto foi pro banheiro, e no final do banho, eu ouvi ele chamando por uma toalha.
Peguei uma limpinha e fui até lá levar. Quando cheguei, a porta do banheiro tava entreaberta, e eu vi o peitoral dele, molhado, gotas escorrendo pelo peito.

Meu estômago revirou de tesão, as pernas tremendo levemente. Entreguei a toalha, e nossos dedos se tocaram, um toque sutil que me fez arrepiar dos pés à cabeça. Ele agradeceu com um sorriso, e eu saí dali sorrindo também, o coração batendo forte.
Voltei pro quarto e contei pro Bruno o que tinha acontecido, sussurrando animada. Ele me puxou pra perto, beijando meu pescoço.
Bruno – Marido Cuckold: Amor, à noite vai no quarto dele e dá gostoso pra ele.
Eu sorri com tesão puro, sentindo um calor úmido se espalhando pela minha bucetinha, imaginando a cena.
Fabiana – Esposa hotwife: Nossa amor, que delícia… E você não vai participar?
Bruno – Marido Cuckold: Vou fingir que estou dormindo…
Fabiana – Esposa hotwife: Tá bom…
Todos se despedimos e fomos deitar.
O Roberto deitou pelado no quarto dele, e logo dormiu, exausto da viagem.
Eu cochilei um pouco ao lado do Bruno, mas o tesão não me deixava em paz. Levantei devagar e disse pro meu amor que ia beber água e tentar alguma coisa no quarto do amigo. Ele me beijou na boca, apertando minha bunda.
Bruno – Marido Cuckold: Se eu ver que você está demorando, eu vou saber, amor. Pode gemer delícia, estamos sozinhos mesmo.
Saí do quarto na ponta dos pés, o coração martelando no peito, a calcinha já encharcada de expectativa. Quando passei pelo quarto do Roberto, vi que ele tava coberto só por um lençol leve, e ele com as pernas abertas e dava pra ver o contorno do pau dele, grande e relaxado, me deixando com água na boca.
Entrei devagar, o ar fresco da noite entrando pela janela aberta, misturado com o cheiro de chuva. Me aproximei da cama e fiz um carinho no rosto liso dele, dele. (adoro homem barbeado).
Ele despertou devagar, piscando confuso, e eu pus o dedo nos lábios.
Fabiana – Esposa hotwife: Caladinho, vamos curtir um pouquinho… relaxaaa vai…
Levei a mão pro pau dele por baixo do lençol, sentindo ele pulsar quente na minha palma, crescendo rápido com o toque.
Era grosso, veias saltando, e eu apertei devagar, sentindo o calor irradiando pra minha mão.
Meu corpo inteiro formigava, os seios pesados de tesão, a bucetinha latejando. (Pensei: Meu Deus, isso tá acontecendo de verdade, e o Bruno sabe de tudo…)
Comecei a mamar ele, lambendo a cabeça primeiro, sentindo o gosto salgado na língua, depois tentando engolir tudo, o pau enchendo minha boca, me fazendo engasgar um pouco, mas de um jeito delicioso.
Ele gemia baixo, as mãos no meu cabelo, e eu chupava com vontade, sentindo ele babar na minha boca, o tesão me deixando tonta.
Depois de um tempo, deixei ele bem duro e babado, brilhando na luz fraca da lua.
Tirei a calcinha rapidinho, subi na cama e sentei devagar, guiando o pau dele pra dentro da minha bucetinha.
Ah, que sensação…
Senti a cabeça grossa abrindo caminho, esticando minhas paredes internas, um prazer que doía de tão bom, como se meu corpo estivesse sendo preenchido pela primeira vez.
Desci devagar, sentindo cada centímetro entrando, quente e pulsante, roçando no meu ponto sensível, me fazendo gemer baixinho.

Comecei a cavalgar, subindo e descendo, sentindo ele sair quase todo e depois entrar fundo de novo, batendo no fundo, mandando ondas de prazer pelo meu ventre.
Minhas coxas tremiam, o clitóris roçando na base dele a cada movimento, um fogo se espalhando pelo corpo inteiro. Eu rebolava, sentindo o pau dele me preencher completamente, as veias massageando por dentro, e minha buceta babando horrores, escorrendo pelas bolas dele.
Gemi mais alto, sem me importar, o tesão me dominando, os seios balançando, suor escorrendo pelas costas. (Pensei: Isso é tão errado e tão certo ao mesmo tempo, meu corpo tá pegando fogo…)
Ele me segurou pela cintura, ajudando nos movimentos, e eu acelerei, sentindo o orgasmo se aproximando como uma onda gigante.
Gozei primeiro, o corpo convulsionando, a bucetinha apertando ele forte, um prazer que me deixou ofegante, visão embaçada.

Ele veio logo depois, gemendo rouco, e eu senti o pau dele pulsando 4 vezes forte e sua cintura me empurrando para cima e o leite quente jorrando dentro de mim, eram jatos fortes, enchendo tudo, escorrendo pelas minhas coxas enquanto eu ainda me movia devagar, prolongando a sensação.
Foi como uma explosão interna, quente e pegajosa, me deixando mole de satisfação. Fiquei ali um instante, ofegante, o peito subindo e descendo rápido, sentindo o pau dele amolecendo aos poucos dentro de mim, o sêmen vazando devagar, uma sensação pegajosa e deliciosa entre as pernas.


Fui sentindo o pau dele ainda pulsando e amolecendo devagar…
Levantei devagar, as pernas fracas, e deixei ele deitado na cama, sorrindo satisfeito, coberto pelo lençol de novo.
Saí do quarto na ponta dos pés, o corpo ainda tremendo de resquícios de prazer, o leite dele escorrendo pela parte interna das coxas, me deixando molhada e suja de um jeito excitante.
Voltei pro nosso quarto, onde o Bruno tava acordado, me esperando com os olhos brilhando de tesão.
Entrei na cama e sussurrei tudo no ouvido dele, detalhe por detalhe: como o pau do Roberto era grosso e quente, como entrou devagar me esticando toda, como eu gozei apertando ele, e como senti o leite jorrando fundo.
Enquanto eu contava, sentia as mãos do Bruno me tocando, explorando minha bucetinha inchada e molhada do sêmen do outro.
Ele tava duríssimo, o pau latejando contra minha perna, e eu via no rosto dele um tesão que nunca tinha visto antes, os olhos vidrados, a respiração pesada.
Fabiana – Esposa hotwife: Amor, foi incrível… Ele me encheu toda, sinto escorrendo agora.
Bruno – Marido Cuckold: Nossa, amor, você é tão safada… Me conta mais, me deixa te sentir.
Ele me virou de costas, me penetrando devagar por trás, sentindo a mistura do sêmen do Roberto com minha bucetinha babada, escorregadio e quente. Eu gemi alto, o corpo ainda sensível do orgasmo anterior, sentindo o pau do meu amor entrar fácil, deslizando no molhado.
Ele bombava devagar no começo, sussurrando no meu ouvido: “Você tava gemendo pra ele, né? Me conta como foi gozar nele.” Cada estocada mandava um choque de prazer, roçando nos mesmos lugares que o Roberto tinha tocado, me fazendo relembrar tudo.
Acelerei os movimentos, rebolando contra ele, sentindo os corpos suados se chocando, o cheiro de sexo no ar.
O Bruno gemia rouco, apertando meus seios, mordendo meu ombro de leve, e eu sentia ele inchando mais dentro de mim, o tesão dele explodindo por causa da história.
Gozei de novo, o corpo se contraindo ao redor dele, um prazer mais intenso ainda, como se o sêmen do outro lubrificasse tudo pra ser perfeito.
Ele veio logo em seguida, jorrando forte dentro de mim, misturando seu leite com o do Roberto, enchendo até transbordar, escorrendo pelas minhas pernas enquanto ele pulsava, ofegante, me segurando apertado.
Ficamos ali deitados, eu ofegante nos braços dele, sentindo os dois leites misturados vazando devagar, uma sensação quente e pegajosa que me deixava com um sorriso bobo no rosto.
O Bruno me beijava o pescoço, sussurrando o quanto me amava e como aquilo tinha sido a noite mais tesuda da vida dele. (Pensei: Nunca vi meu marido com tanto tesão assim…) Dormimos abraçados, exaustos e felizes, com a chuva voltando fina lá fora.
Apaguei no outro dia apenas senti a cama balançando, era meu amor levantando antes de amanhecer para ajudar o Roberto com as caixas antes dele ir embora…
Espero que tenham gostado dessa aventura…





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