Conto: Meu marido submisso (bi)

Eu sou Carla, e há anos vivo essa vida de hotwife com meu marido Alex.

Tudo começou quando ele me confessou sua fantasia de me ver com outros homens.

Ele é um cuckold nato, e eu adorei a ideia. Aos poucos, encontramos José, um amigo que se tornou meu comedor fixo.

A pedido do Alex, eu saía com o José regularmente, e ele amava ouvir os detalhes depois, ou até assistir de longe. Isso nos unia ainda mais, mas com o tempo, algo mudou em mim.

Eu descobri uma vontade nova, algo que me excitava profundamente: ver meu marido sentindo outro homem.

No começo, era só uma fantasia longe…

Eu imaginava o Alex de joelhos, chupando e sendo submisso, experimentando o José pela primeira vez, algo assim… e isso me deixava louca de tesão….

Via na minha mente ele se entregando, sentindo o prazer e a humilhação que tanto o excitava, mas agora de um jeito mais intenso.

(Pensei: Como seria ver meu amor provando o que eu provo toda vez? Ele ficaria tão vulnerável, tão meu…) Essa imagem me deixava molhada só de pensar, um fogo que crescia a cada encontro com o José.

Durante os anos, essa vontade se desenvolveu.

Eu via o José como um alfa, forte e dominante, e imaginava ele fazendo meu marido gozar.

Comecei a tentar convencer meu marido aos poucos.

Minha primeira estratégia foi falar durante o sexo, sussurrando no ouvido dele enquanto transávamos depois de eu voltar de um encontro.

Dizia coisas como “Imagino você limpando o José depois dele ter gozado dentro de mim, amor” ” você chupando o pau dele bem gostoso tirando todo o resto de leite”.

Ele ficava excitado, mas resistia.

Em outros encontros meu marido ja havia sentido o sabor do leite de Jose:

Mas agora eu queria algo diferente, mais intenso.

Depois, comecei a mostrar vídeos e histórias online de casais assim, dizendo que era só fantasia.

Aos poucos, introduzi brinquedos, como plugs, para prepará-lo fisicamente, dizendo que era para aumentar o prazer dele.

E sempre elogiava sua submissão, fazendo ele se sentir amado e desejado por mim.

Um dia, não aguentei mais e tive uma conversa aberta com ele.

Estávamos na cama, nus, depois de eu contar sobre meu último encontro com o José.

Carla – Esposa hotwife: Amor, eu preciso te dizer algo que tá me consumindo. Eu amo ser sua hotwife, mas agora eu quero mais. Quero ver você sentindo o José, na minha frente.

Alex – Marido Cuckold: O quê? Amor, você quer dizer… eu com ele?

Carla – Esposa hotwife: Sim, amor. Quero ver você chupando ele, sentindo ele te penetrando. Imagina: você de joelhos, provando o pau que me fode tão bem. Eu ficaria ali, assistindo, me tocando, vendo meu maridinho submisso se entregando pro meu comedor. Isso me excitaria tanto, amor. Você faria isso por mim?

Alex – Marido Cuckold: Amor, eu… eu não sei. Me assusta, mas… ver você feliz me deixa louco.

Carla – Esposa hotwife: Pense nisso, amor. Seria nossa fantasia suprema. Você limpando ele pra mim, sentindo o gosto que eu sinto. Eu te amo tanto por ser assim.

Ele resistiu um pouco mais, mas minhas estratégias funcionaram: elogios constantes, toques suaves enquanto falava da cena, e promessas de que seria só entre nós três.

Finalmente, depois de alguns meses nesta luta ele aceitou, ele cedeu, e marcamos o dia.

Eu preparei tudo com carinho.

No dia da experiência, depilei o Alex inteirinho, passando a lâmina devagar no corpo dele, sentindo sua pele lisa sob meus dedos.

Ele estava com medo e com um pouco de preconceito e eu beijava cada parte depilada, dizendo que ele ficava lindo assim, pronto pro José.

Expliquei a ele como relaxar para não machucar quando fosse penetrado: “Amor, respira fundo, relaxa os músculos, usa muito lubrificante. Vai doer no começo, mas depois vira prazer, como eu sinto”. (Pensei: Meu Deus, e se ele não aguentar? Mas e se ele amar? Meu coração tá disparado de ansiedade, um misto de medo e tesão que me deixa trêmula.)

A noite chegou. Estávamos no nosso quarto, luz baixa, eu de lingerie , o José já nu e ereto, seu pau grosso que eu conhecia tão bem. O Alex estava nervoso, mas eu segurei sua mão.
Primeiro fiquei com Jose, aquela deliciosa relação que sempre fazíamos, e meu amor ali, me apoiando, aos poucos foi introduzindo ele na nossa relação, e comecei a pedir coisas mais específicas, como punhetar o Jose para depois eu sentar gostos e ele foi se soltando cada vez mais.

Depois que eu gozei eu pensei: ” chegou a hora dele”, liguei o modo dominação e fui guiando meu marido.


Carla – Esposa hotwife: Amor, chegou seu momento, vem cá… ajoelha aqui pertinho de mim, e me ajuda nisso aqui…

Ele veio ajoelhou do meu lado e ficamos na altura perfeita para mamar o José.

Carla – Esposa hotwife: Amor, vai devagar. Começa chupando ele, como eu te ensinei.

José – Amigo comedor: Isso, vem cá, Alex. Mostra pra sua esposa o quanto você é bom nisso.

Meu marido se ajoelhou, hesitante, e levou a boca ao pau do José.

E eu comecei a dominar a situação, humilhando meu amor, era um teste do limite do seu tesão.

Eu senti um arrepio percorrer meu corpo inteiro, minhas coxas se apertando de excitação. (Pensei: Finalmente! Ele tá tão lindo ali, submisso, provando outro homem por mim.)

Eu me afastei um pouco para ver a cena toda: o Alex sugando devagar, o José gemendo, segurando a cabeça dele. Meu coração batia forte, uma onda de calor subindo do meu ventre, me deixando molhada. As sensações eram intensas – orgulho misturado com ciúme invertido, tesão puro ao ver meu amor se entregando.

Peguei no pau dele, estava mole, mas aos poucos fui massageando e ele foi ficando com mais tesão… e eu comecei a mandar meu marido a tirar o leite de Jose…


Alex, comecou a tentar engolir aquele pau enorme e eu louca de tesão, louca para ver e beijar a boca dele cheia de leite.

Mas o Jose pediu o cuzinho dele e foi o que ele fez, ficou de quatro empinado para José, meter gostoso.

Meu corpo respondia com ondas de prazer, um clímax se aproximando só com aquilo.

José o penetrou, e eu assisti tudo, tocando-me, sentindo cada gemido do Alex como se fosse meu.

Foi a realização da minha fantasia, ele aguentou bem, e quase fez José gozar. Fiquei de quatro do lado do meu marido enquanto Jose metia no meu homem, e sentia os dedos dele dentro da minha buceta. Tava uma delicia.
Meu marido começou a reclamar de dor, eu sabia que ele ja tinha aguentado muito… então falei, vamos tirar o leite dele vamos.
Jose foi al banheiro lavou o penis e voltou com ele pronto para que a gente pudesse esvaziar todo o leite.
Mamamos juntos, que inacreditável aquilo…


Um pau entre minha boca e a do meu marido…
Deixamos José louco, nos sentiamos que o leite estava proximo, o pau dele babava muitooo…
Foi aí quê….

O José gozou na boca do Alex, enchendo ela de leite quente.

Vi a boca do meu marido toda lambuzada, o sêmen escorrendo pelo queixo, e aquilo me deixou louca de desejo.

Os meus mamilos endurecidos, um tesão entre as pernas que me fazia querer explodir.

Carla – Esposa hotwife: Amor, vem cá. Me beija agora, com a boca assim.

Alex – Marido Cuckold: Amor… tá bom?

Ele veio até mim, e nos beijamos apaixonadamente.

Senti o gosto salgado do José na língua dele, misturado com o nosso amor. Foi o beijo mais intenso da minha vida, minhas mãos no rosto dele, limpando o leite enquanto nos devorávamos. (Pensei: Isso é perfeito, ele é todo meu agora, mais submisso do que nunca.)

Depois desse dia nossas aventuras sempre envolviam nos dois, nos tirávamos fotos provocando José, de forma a deixa-lo ainda com mais tesão em nós.

Tornou-se uma aventura sem tabus ou preconceitos e passamos a ser cúmplices de uma nova vida sexual onde passamos a nos descobrir ainda mais…

Tiramos fotos maravilhosas juntos, meu marido começou a curtir muito essa ideia de ser submisso.

Por vezes José, obrigava meu marido a limpar seu leite dentro de mim, e era um momento muito gostoso sentir o rosto do meu amor deslizando na minha buceta melada de tanto leite dele.

Continuação da história de Carla e Alex – Parte 2

Depois daquela primeira vez em que Alex se entregou ao José, algo mudou profundamente na nossa dinâmica. O que antes era uma fantasia tímida e cheia de hesitação se transformou em uma parte essencial da nossa vida. Alex, que no início ainda carregava um pouco de nervosismo, começou a se abrir cada vez mais. Passamos a treinar em casa, compramos brinquedos e o meu marido estava adorando aqui, e eu? ahhhh vivendo um sonho, dava muito tesão e inesplicável.

Ele não apenas aceitou seu papel como passivo nos encontros, mas passou a buscar ativamente o prazer anal, descobrindo nuances de si mesmo que nem ele sabia que existiam. E eu? Eu estava encantada.

Deixavamos a imaginação fluir e começamos a tirar muitas fotos legais.

Ver meu marido se entregando, aprendendo a sentir prazer de uma forma tão íntima e vulnerável, ao mesmo tempo em que eu também me submetia ao José, era como viver um sonho que eu nem sabia que tinha.

Os encontros seguintes foram ainda mais intensos. José, sempre respeitoso e atento, parecia entender exatamente como conduzir as coisas para que todos nós nos sentíssemos à vontade. Ele tinha uma habilidade natural para nos guiar, e Alex, que antes precisava de um pouco de incentivo, agora se entregava com uma confiança que me deixava extasiada. Eu adorava ver como ele se preparava para os encontros, com um misto de ansiedade e excitação, escolhendo cuidadosamente o que usar ou como se apresentar para José. Era como se ele tivesse abraçado completamente essa nova faceta de si mesmo, e eu não podia estar mais feliz por isso.

Em um dos encontros, lembro-me vividamente de como tudo fluiu com uma naturalidade incrível. Estávamos no nosso quarto, José estava no comando, como sempre, e eu me deliciava em ser sua submissa, obedecendo a cada comando com um sorriso nos lábios. Mas o que realmente me marcou foi ver Alex ao meu lado, de joelhos, tão entregue quanto eu.

Ele já havia aprendido a relaxar, a se permitir sentir o prazer anal sem receios. José, com paciência e cuidado, guiava Alex, e eu podia ver no rosto do meu marido uma expressão de êxtase que me fazia sentir um calor intenso por dentro. Era como se nós dois, juntos, estivéssemos nos rendendo completamente, compartilhando aquele momento de submissão e prazer.

— Você está gostando, amor? — perguntei a Alex em um momento, minha voz carregada de carinho e excitação.

Ele me olhou, os olhos brilhando, e apenas assentiu, incapaz de formar palavras enquanto José o levava a um novo patamar de sensações. Eu me aproximei, beijando-o suavemente, enquanto José continuava, e aquela conexão entre nós três era algo indizível. Eu adorava como nossa relação havia evoluído, como Alex e eu éramos agora dois submissos, cada um à sua maneira, compartilhando o mesmo desejo de agradar e ser guiados por José.

Com o tempo, Alex começou a explorar ainda mais. Ele conversava comigo sobre o que sentia, sobre como cada encontro o fazia descobrir novas formas de prazer. Ele confessou que o prazer anal, algo que no início parecia tão distante, agora era uma fonte de satisfação imensa para ele. E eu, por minha vez, sentia um orgulho imenso de ver meu marido tão à vontade, tão seguro em sua vulnerabilidade. Cada encontro era uma celebração da nossa cumplicidade, do nosso amor e da nossa disposição de explorar juntos os limites do prazer.

José também parecia adorar essa nova dinâmica. Ele sempre nos incentivava, elogiando a forma como nos entregávamos, como nos complementávamos. Ele sabia exatamente como equilibrar a atenção entre mim e Alex, garantindo que ambos nos sentíssemos desejados e valorizados. Em um dos encontros, ele sugeriu que Alex e eu nos beijássemos enquanto ele nos guiava, e aquele momento — nossos lábios se tocando, nossos corpos tão próximos, enquanto José nos dominava — foi um dos mais intensos da nossa jornada. Eu sentia que nossa relação, que já era forte, agora era inquebrantável.

Às vezes, depois dos encontros, Alex e eu nos deitávamos juntos, exaustos e felizes, e conversávamos sobre cada detalhe. Ele me contava como se sentia, como cada toque de José o fazia viajar para um lugar novo dentro de si mesmo. E eu compartilhava como me sentia ao vê-lo tão entregue, tão pleno. Era como se, ao nos submetermos juntos, tivéssemos encontrado uma nova forma de amor, uma que transcendia qualquer coisa que já havíamos experimentado antes.

Nossa vida como um casal nunca foi tão rica, tão cheia de conexão. Ser submissos de José, juntos, nos permitiu explorar não apenas nossos desejos, mas também a confiança absoluta que temos um no outro. E, acima de tudo, ver Alex abraçando seu prazer, aprendendo a se entregar cada vez mais, me fazia sentir que estávamos vivendo algo verdadeiramente especial — uma relação que não tinha medo de ser autêntica, intensa e, acima de tudo, nossa.

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