CONTO: Minha esposa e nosso vizinho.

Meu nome é Rubens, e eu sou o marido mais sortudo do mundo, mesmo que a maioria das pessoas não entenda nosso relacionamento.

Minha esposa, Alessandra, é a rainha absoluta da nossa casa.

Ela é dominante, confiante e sabe exatamente o que quer – e o que eu preciso.

Eu uso uma gaiola peniana o tempo todo, trancada por ela, e só sou liberado quando ela decide, geralmente após dias ou semanas de negação. Isso me mantém submisso, excitado e focado nela. Alessandra adora trazer novos machos para casa, ou às vezes sai sozinha com eles, voltando toda gozada.

Nessas noites, ela me obriga a limpar tudo com a língua, lambendo cada gota do sêmen de outro homem da sua buceta ou do seu corpo.

E eu amo isso.

Amo ser o corno submisso dela, ver ela se divertindo com homens de verdade enquanto eu fico preso, babando de tesão mas incapaz de me tocar.

É humilhante, mas me faz sentir vivo, amado e completamente dela.

Nossa dinâmica é perfeita: ela manda, eu obedeço, e isso nos une mais do que qualquer relacionamento vanilla poderia.

Mas hoje vou contar uma de nossas aventuras com o novo vizinho, João, se mudou para o apartamento ao lado.

Ele é um cara gordinho, daqueles tipos bonachões, com uma barriga proeminente e um sorriso fácil.

Alessandra notou ele imediatamente – ela tem um fraco por homens assim, diz que eles são mais “reais” e vorazes na cama. Estávamos no sofá quando ela virou para mim com aquele olhar mandão que me faz tremer.

Alessandra (Esposa): Rubens, amor, eu notei que o novo vizinho, o João, parece ser um cara legal. E você sabe que eu adoro homens gordinhos… eles são tão apetitosos. Por que você não vai lá e o convida para vir aqui em casa? Diga que queremos bater um papo, conhecer melhor os vizinhos. Seja educado, mas faça ele vir agora.

Rubens (Marido): Sim, minha rainha. Vou fazer isso agora mesmo. Qualquer coisa para te agradar.

Eu me levantei, sentindo a gaiola apertar meu pau que já começava a pulsar só de imaginar o que viria. Fui até a porta ao lado, bati e convidei João, que havia acabado de chegar em casa. Ele pareceu surpreso, mas aceitou, dizendo que estava sozinho e que seria bom conhecer os vizinhos. Voltamos para casa, e Alessandra já estava com um sorriso malicioso, vestida com uma saia curta e uma blusa decotada que mal continha seus seios fartos.

Nós nos sentamos no sofá da sala: eu em uma poltrona separada, Alessandra no meio do sofá e João ao lado dela. Começamos a conversar sobre bobagens – , o bairro, o tempo. Alessandra ria alto das piadas dele, tocando o braço dele de leve, se inclinando para frente para mostrar mais do decote.

Alessandra (Esposa): João, você é tão engraçado! Eu adoro homens assim, sabe? Fortes, reais. Meu marido aqui é magrinho, mas ele sabe o lugar dele.

João (Vizinho): Haha, obrigado, Alessandra. Você é uma mulher e tanto, hein? E o Rubens parece um cara legal. Mas me diz, o que vocês fazem para se divertir por aqui?

Alessandra (Esposa): Ah, nós temos nossos jeitos… eu gosto de receber visitas em casa. Sabe, João, faz calor hoje, né? Vou tirar essa blusa chata.

Ela não esperou resposta. S

implesmente puxou a blusa pela cabeça, revelando seus seios grandes e firmes, sem sutiã.

João ficou boquiaberto, mas sorriu, entendendo o jogo.

Eu via tudo da poltrona, meu pau babando dentro da gaiola, pingando pré-gozo na cueca, mas preso e impotente.

João (Vizinho): Uau… Alessandra, você é direta, hein? Mas eu gosto disso. Vem cá, senta mais perto.

Alessandra (Esposa): Por que não? Rubens, amor, fica aí quietinho e assiste. Tire umas fotos para mim depois, vai?

Ela se encostou nele, roçando os seios no braço gordinho dele. João passou a mão na coxa dela, subindo a saia. Alessandra gemeu baixinho, virando o rosto para beijá-lo.

Em segundos, ela estava pelada no sofá, jogando a saia e a calcinha no chão.

Seu corpo depilado, liso e fogoso brilhava sob a luz da sala – buceta lisinha, inchada de excitação, já molhada.

Logo ela pediu para ele se despir também…

João ficou louco, os olhos vidrados nela, murmurando o quanto ela era gostosa. Ele a puxou para o colo, apertando aqueles seios, chupando os mamilos enquanto ela rebolava no pau dele ainda dentro da calça.

Alessandra (Esposa): Vamos para o quarto, João. Quero você agora. Rubens, vem atrás e assiste tudo.

Eles se levantaram, ela pelada e ele com as mãos nela, e foram para o nosso quarto. Eu os segui, câmera do celular na mão, tirando fotos discretas como ela mandava. No quarto, Alessandra empurrou João na cama e se ajoelhou, abrindo a calça dele. O pau dele pulou para fora – grosso, veiudo, maior que o meu mesmo na gaiola.

Ela o chupou com voracidade, lambendo da base à cabeça, engolindo inteiro enquanto gemia. João grunhia, segurando o cabelo dela.

João (Vizinho): Porra, Alessandra, você chupa como uma deusa… Continua assim.

Alessandra (Esposa): Mmm, delicioso… agora eu quero cavalgar você.

Poucos minutos depois, ela subiu nele, montando e rebolando Eu via tudo: a buceta dela engolindo o pau dele, subindo e descendo devagar no início, depois mais rápido, rebolando deliciosamente. Seus seios balançavam, o corpo suado e fogoso. João apertava a bunda dela, gemendo alto.

Meu pau latejava na gaiola, babando tanto que molhava minha calça, mas eu não podia fazer nada – ela disse que só me soltaria daqui a dois dias, e eu amava essa tortura.

Alessandra (Esposa): Goza dentro de mim, João! Enche minha buceta com seu leite quente!

João (Vizinho): Ahhh, sim… tô gozando!

Ele gozou forte, pulsando dentro dela, e eu via o sêmen vazando pelas bordas enquanto ela cavalgava até o fim. Alessandra gemeu de prazer, gozando junto, o corpo tremendo.

Depois, João se vestiu, ainda ofegante. Eu o levei até a porta, como um bom submisso.

Rubens (Marido): Obrigado por vir, João. Foi… bom te conhecer.

João (Vizinho): Haha, o prazer foi todo meu. Diga à Alessandra que foi incrível.

Fechei a porta e voltei para o quarto. Alessandra estava deitada na cama, pernas abertas, a buceta inchada e escorrendo sêmen branco e grosso do João.

Alessandra (Esposa): Vem cá, corno. Agora é sua vez de trabalhar. Lambe tudo, limpa cada gota do leite do João da minha buceta. E enquanto você faz isso, me mostra as fotos que você tirou. Quero ver como eu fiquei gostosa cavalgando ele.

Rubens (Marido): Sim, minha rainha. Eu amo te limpar…

Eu me ajoelhei entre as pernas dela, lambendo avidamente o sêmen quente e salgado que escorria da sua buceta. O gosto era forte, misturado com o dela, e meu pau babava mais na gaiola. Enquanto lambia, mostrei as fotos no celular: ela chupando, cavalgando, o pau dele dentro dela. Alessandra ria, dominando completamente.

Alessandra (Esposa): Olha só, que safada eu sou… e você aí, preso na gaiola, babando de tesão. Nada de gozar hoje, hein? Só daqui a dois dias, se você se comportar. Continua lambendo, limpa tudinho. Bom menino.

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