Conto: A noite em que chamei o vizinho para arrombar minha esposa

Eu sou Julio. E essa foi a noite mais intensa da minha vida.

Durante o dia inteiro a gente não parava de falar nisso. Maria estava agitada, roçando as coxas uma na outra enquanto lavava a louça. Eu cheguei por trás, abracei ela pela cintura e sussurrei no ouvido:

Julio: — Hoje à noite você vai ser dele, amor… Vai deixar o André te comer do jeito que ele quiser.

Maria: — Ai, Julio… só de imaginar já tô ficando molhada. Quero que ele me use bem gostoso, bem safada… Quero que você veja ele me fazendo gozar várias vezes.

Julio: — Vai pedir pra ele gozar dentro?

Maria: — Vou pedir pra ele gozar no meu cuzinho… Quero sentir ele pulsando lá dentro, enchendo tudo de porra quente. E depois quero você me comendo assim, toda melada dele.

A gente passou o dia todo assim, excitados, falando baixo, tocando um no outro sem terminar nada. Era tortura deliciosa.

Quando anoiteceu, Maria tomou banho demorado, se perfumou, passou óleo no corpo todo. Eu fiquei sentado na cama esperando. Quando ela saiu do banheiro, meu pau deu um salto.

Lingerie preta rendada, com pequenos detalhes em rosa bebê nas bordas. O sutiã era meia-taça, empinando os peitos dela. A calcinha? Um fio dental finíssimo que mal cobria a bocetinha depilada, já brilhando de tesão. Meia 7/8 preta com liga.

Ela parou na minha frente, deu uma voltinha lenta.

Maria: — Tá gostando do que comprei pra ele, amor?

Julio: — Caralho, Amor… você tá uma puta gostosa.

Maria: — Eu sou a puta dele hoje, Julio. Sua puta safada que vai dar o cuzinho pro vizinho.

Ela subiu no sofá de quatro, empinou a bunda pra mim, mexendo devagar. O fio dental sumia entre as nádegas perfeitas.

Maria: — Olha como eu tô molhada… Toca aqui.

Eu passei o dedo no fio dental. Estava encharcado.

Maria: — Isso tudo é pro André, amor. Imagina ele metendo esse pau grosso bem fundo enquanto você assiste… Vai me fazer gritar o nome dele, você sabe.

Julio: — Eu quero ver ele te arrombar, Meu amor. Quero ver você gozando no pau dele.

Maria: — Então abre a porta quando ele chegar… porque eu já não aguento mais esperar.

O interfone tocou. Meu coração disparou.

Abri a porta. André entrou sorrindo, já com cara de quem sabia exatamente o que ia acontecer. Maria estava ajoelhada no sofá, de frente pra porta, bunda empinada, olhando pra ele com olhos de puta.

André: — Porra, Maria… que visão.

Ela não respondeu com palavras. Ela ajoelhou no sofa e pediu um beijo pra ele, enfiou a língua na boca dele num beijo molhado, ruidoso, enquanto eu fechava a porta. As mãos dela já desciam pro cinto dele.

Maria: — Quero esse pau na minha boca agora.

Ela se ajoelhou ali mesmo, no tapete da sala, puxou a calça dele pra baixo. O pau do André pulou pra fora — grosso, escuro, veioso, já babando pré-gozo. Maria lambeu da base até a cabeça, gemendo.

Maria: — Hummm… que pau gostoso…

E engoliu tudo. Fundo. Com vontade. O barulho molhado enchia a sala.

André: — Caralho, que boca gulosa…

Eu fiquei parado, pau latejando na calça, assistindo minha mulher chupar o vizinho como uma vadia profissional.

Maria parou um segundo, olhou pra mim com a boca cheia de pau.

Maria: — Amor, vai buscar meu brinquedo dourado….

Voltei do quarto com o brinquedo dela, tamanho médio-grande, brilhando. Quando cheguei na sala, a cena tinha mudado: Maria estava deitada de costas no sofá, pernas bem abertas, calcinha fio dental puxada pro lado. André encima dela no sofa o pau dele estava todo enfiado na garganta dela. Ela gemia engasgada, babando, enquanto ele fodia a boca dela com força.

André: — Engole tudo, vadia… isso…

Deixei o brinquedo na mesinha. Ele pegou, cuspiu na buceta dela, esfregou e enfiou o brinquedo na bucetinha dela devagar. Maria gemeu alto, ainda com o pau na boca.

André: — Agora fica de quatro . Quero te comer direito.

Maria foi correndo, empinou a bunda alta. André posicionou o pau na entrada da buceta e meteu tudo de uma vez.

Maria: — Aaaahhh caralhooo! Que pau grande!

Ele começou a meter forte, fundo, batendo as bolas nela. O barulho de tapa de pele era obsceno. Maria gozou rapidinho, gritando, tremendo, apertando o lençol.

Maria: — Tô gozandooo… porra, tô gozando no pau dele, Julio!

André não parou. Tirou da boceta, mandou ela descer pro chão.

André: — De quatro no chão agora. Bunda bem empinada.

Maria obedeceu na hora. Peitos no tapete, rosto virado de lado, bunda pra cima. André meteu de novo, agora com mais força. Ela gozou outra vez, depois mais uma, quase sem parar, chorando de prazer.

Maria: — Me fode… me arromba… sou sua puta hoje…

André: — Vou gozar no seu cuzinho, safada. Tá pronta pra levar leite?

Maria: — Sim! Enche meu cu de porra, André! Goza dentro!

Ele tirou da boceta, pressionou a cabeça grossa no cuzinho dela e foi empurrando devagar. Maria gemeu alto quando ele entrou inteiro. Ele meteu umas dez vezes e gozou. Grunhiu, segurando a bunda dela com força, pulsando dentro do cu da minha mulher.

André: — Toma… tá tudo dentro… caralho que cu guloso.

Quando ele tirou, um fio de porra grossa escorreu do cuzinho aberto dela.

Maria ficou ali, ofegante, bunda vermelha, cu piscando, vazando sêmen.

Maria: — Julio… ainda tô com muito tesão… Vem cá, amor. Me come agora. Quero sentir você metendo na boceta e no cu cheios da porra dele.

Eu tirei a roupa tremendo. Meu pau estava duro como nunca.

Entrei nela de quatro primeiro. A buceta estava quente, inchada, molhada de tesão e do gozo anterior. Mas quando eu fui pro cu… ai, meu Deus.

O cuzinho dela estava quente, escorregadio, cheio de porra grossa do André. Era uma sensação indescritível: molhado, cremoso, quente, apertado. Cada vez que eu metia, a porra dele escorria pela minha virilha, pelas minhas bolas. O barulho era nojento e maravilhoso ao mesmo tempo.

Julio: — Caralho, amor… seu cu tá todo melado da porra dele… tá tão gostoso, tão quente, tão cheio…

Maria: — Mete, amor… mete bem fundo… sente ele gozando dentro de mim… eu sou sua agora, toda usada, toda cheia de leite de outro homem.

Eu gozei em menos de dois minutos. Gozei tanto que achei que ia desmaiar. Jorrando dentro do cu dela, misturando minha porra com a dele.

Caímos os dois no chão, suados, melados, ofegantes.

Maria virou o rosto, me beijou devagar, sorrindo safada.

Maria: — Obrigada, amor… foi a noite mais gostosa da minha vida.

E eu, Julio, o corno mais feliz do mundo, só consegui responder:

Julio: — Eu te amo, minha puta.

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