Era a fantasia do meu marido, hoje não consigo ficar sem.

Meu nome é Ana, e eu e meu marido, Carlos, estamos casados há quase trinta anos. Nossa vida juntos é uma mistura de amor profundo, cumplicidade e uma liberdade que muitos casais só sonham em ter. Começamos a viver o estilo liberal no nosso quinto ano de casamento, e desde então, isso só fortaleceu nosso laço. Vou contar tudo para vocês, com detalhes, porque eu adoro reviver essas memórias – elas me deixam molhada só de pensar. E sei que, ao lerem, vocês vão sentir o mesmo tesão que eu sinto, mulheres imaginando o prazer de se entregar, homens desejando ver suas parceiras assim, livres e gozando sem limites.

Tudo começou de forma inocente, ou pelo menos é o que eu gosto de pensar. Eu tinha 28 anos, Carlos 30, e nosso casamento era ótimo, mas a rotina do dia a dia começava a pesar. Uma noite, depois de uma festa de amigos, estávamos na cama, transando como sempre, e ele confessou uma fantasia: me ver com outro homem. No começo, fiquei chocada. “Você está louco? Eu sou só sua!”, eu disse, mas a ideia ficou martelando na minha cabeça. Dias depois, conversamos mais, e percebi que não era ciúme ou insegurança dele – era tesão puro. Ele me explicou que amava me ver feliz, e que imaginar outro me dando prazer o excitava como nada mais. Eu, que sempre fui curiosa e sexual, comecei a fantasiar também. Marcamos um encontro em um clube de swing, só para ver como era.

Naquela primeira noite, no clube, o ar estava carregado de desejo. Eu vestia um vestido curto vermelho que realçava minhas curvas – peitos fartos, bunda empinada, pernas longas. Carlos me segurava pela mão, mas seus olhos brilhavam de excitação. Encontramos um casal simpático, e depois de drinks e conversa, acabamos na sala privada. O homem deles, um moreno alto e forte, me beijou primeiro. Senti um arrepio elétrico descer pela espinha, minha buceta pulsando de imediato. Carlos assistia, tocando-se devagar, e aquilo me deixou louca. Deitei na cama, e o moreno me penetrou devagar, mas firme. Cada centímetro dele entrando em mim era como uma onda de fogo – eu gemia alto, sentindo minha umidade escorrendo pelas coxas. Carlos se aproximou e sussurrou no meu ouvido: “Vai, amor, goza pra ele. Eu te amo assim.” Eu gozei forte, as pernas tremendo, e ali soubemos que isso era para nós. Desde então, não paramos mais. Virou parte da nossa vida: festas, viagens, encontros casuais que viravam fixos. Carlos sempre presente, às vezes participando, mas o que ele mais ama é me ver me entregando completamente, sem inibições, gozando como uma vadia para outros homens. Isso o faz se sentir o dono do meu prazer, e me faz amá-lo ainda mais.

Com o tempo, os encontros casuais deram lugar a relações mais estáveis. Hoje, tenho dois comedores fixos, ambos morenos, que me conhecem como ninguém. O primeiro é o Marcos, um cara de 35 anos, corpo atlético, pau grosso e curvo que me preenche de um jeito que me faz ver estrelas. Ele é empresário, solteiro, e nos encontramos a cada duas semanas, geralmente no nosso apartamento. O segundo é o Rafael, 40 anos, mais alto e musculoso, com um pau longo que vai fundo, tocando pontos que me deixam sem fôlego. Ele é casado, mas a esposa sabe e aprova – liberal como nós. Eles são meus “fixos” há uns dez anos, e cada encontro é uma explosão de tesão acumulado.

Vou contar sobre um encontro recente com o Marcos, para vocês sentirem o que eu sinto.

Era uma sexta à noite. Carlos preparou tudo: velas acesas no quarto, música suave, e uma garrafa de vinho. Marcos chegou pontual, vestindo camisa social que realçava seus ombros largos. Beijamo-nos na porta, sua língua invadindo minha boca com fome, enquanto Carlos assistia do sofá, já com a mão no pau por cima da calça. “Hoje eu vou te foder até você implorar, Ana”, Marcos murmurou, me levando para o quarto.

Tirei o robe de seda, ficando nua – meus mamilos duros de excitação, minha buceta já inchada e molhada. Pedi para ele ficar sentado e cai de boca naquele pau grosso… adoro mamar e sentir ele babando na minha boca….

Ele pediu um 69 gostoso e eu amo muito isso… nao pensei 2 vezes, fui logo colocando a buceta na cara dele e me dedicando aquele pauzao gostoso.

Senti primeiro o calor da respiração dele batendo direto no meu clitóris inchado. Um arrepio subiu pela minha coluna inteira, como se uma corrente elétrica tivesse ligado todos os meus nervos de uma vez. “Caralho, Ana, você tá pingando”, ele murmurou, a voz rouca, antes de passar a língua devagar da entrada da minha buceta até o clitóris, lambendo devagar, saboreando. Eu soltei um gemido longo, involuntário, e abaixei a boca até o pau dele.

Quando encostei os lábios na cabeça quente e lisa, senti o gosto salgado do pré-gozo na língua, e aquilo me deixou ainda mais louca. Comecei a chupar devagar, envolvendo a glande com a boca, sentindo a textura macia e firme ao mesmo tempo, o pau pulsando contra meu céu da boca. Cada vez que eu descia mais fundo, engolindo mais dele, sentia minha garganta se abrindo, o cheiro forte de macho invadindo minhas narinas, e minha buceta se contraía de tesão puro. Era como se chupar ele fizesse minha buceta latejar mais forte, como se os dois pontos estivessem conectados por um fio invisível de prazer.

Enquanto isso, Marcos enfiou a língua dentro de mim, lambendo as paredes internas, sugando meu mel com vontade. Eu sentia a língua dele grossa e quente explorando cada centímetro, depois voltando para o clitóris, chupando forte, batendo a ponta da língua rápido, depois devagar, em círculos. Meu corpo inteiro tremia. O tesão era tão grande que eu sentia o calor subindo pelo ventre, os mamilos duros roçando no abdômen dele, a pele arrepiada. Cada lambida dele mandava ondas de prazer direto pro meu cérebro, me deixando tonta, zonza de desejo.

Eu gemia com o pau dele na boca, o som abafado vibrando no comprimento dele, e isso o fazia grunhir contra minha buceta. “Porra, Ana, chupa mais fundo… me engole todo”, ele pediu, a voz entrecortada. Eu obedeci, relaxando a garganta, sentindo a cabeça bater no fundo, os olhos lacrimejando de esforço e tesão. Ao mesmo tempo, ele enfiou dois dedos dentro de mim, curvando-os pra cima, acertando exatamente aquele ponto que me faz perder o controle. Eu rebolava na cara dele sem nem perceber, esfregando o clitóris na língua dele, sentindo a barba rala arranhando de leve a parte interna das coxas – uma dorzinha gostosa que só aumentava tudo.

Carlos, da poltrona, falava baixo, mas eu ouvia cada palavra: “Olha só como você tá se entregando, amor… rebola mais na boca dele… deixa ele te chupar até você gozar na cara dele. Eu amo ver você assim, toda safada, gozando no pau e na língua de outro.”

Eu respondi sem tirar a boca do pau do Marcos, a voz saindo embolada e cheia de tesão: “Carlos… ele tá me lambendo tão gostoso… eu sinto a língua dele lá no fundo… ah, porra, eu vou gozar…”

Marcos acelerou, chupando meu clitóris com força, os dedos metendo rápido, batendo naquele ponto G sem dó. Meu corpo inteiro convulsionou. Senti o orgasmo vindo como uma onda gigante: primeiro um formigamento quente nos pés, subindo pelas pernas, concentrando tudo na buceta. Minha buceta apertou os dedos dele, pulsou forte, e eu gozei gritando com o pau dele ainda na boca. O prazer explodiu em espasmos, minha buceta escorrendo na cara dele, molhando o queixo, o pescoço. Eu tremia inteira, as coxas fechando na cabeça dele, mas ele não parava – continuava lambendo, prolongando o gozo até eu quase implorar pra parar de tanto que era intenso.

Quando consegui respirar de novo, tirei a boca do pau dele, babando, e virei o rosto pra olhar pro Carlos. Ele estava se masturbando devagar, os olhos brilhando de tesão e orgulho. “Você gozou lindo, minha putinha… agora vira e deixa ele te foder de verdade.”

Eu sorri, ainda ofegante, o corpo mole de prazer, mas já querendo mais. Desci do 69, sentindo o vazio gostoso na buceta, e me posicionei de quatro, empinando a bunda pra Marcos. Ele não perdeu tempo: meteu tudo de uma vez, fundo, me preenchendo completamente, e eu gemi alto de novo, sabendo que a noite ainda estava só começando.

Aquele 69 foi um dos momentos mais intensos que já vivi com ele. Cada sensação – o gosto dele na minha boca, a língua dele na minha buceta, o cheiro, o som molhado, o tremor do corpo – tudo se misturava num tesão tão grande que ainda sinto ele só de lembrar. E o Carlos assistindo, amando cada segundo… isso torna tudo perfeito.

Deitei na cama, abrindo as pernas, e Marcos se ajoelhou, lambendo meu clitóris devagar, depois rápido, sugando como se fosse um doce. Senti o calor subindo, minhas coxas tremendo, e gemi: “Ah, Marcos, assim… me chupa mais forte.” Carlos se aproximou, sentando ao meu lado, e pegou minha mão, beijando-a. “Olha como ela tá molhada pra você, Marcos. Ela ama isso.”

Marcos subiu, posicionando seu pau na entrada da minha buceta. Ele entrou devagar no começo, me fazendo sentir cada veia pulsando dentro de mim. “Que delícia, Ana, você tá tão apertada hoje”, ele grunhiu.

Comecei a rebolar, querendo mais, e ele acelerou, metendo fundo, batendo no meu útero.

Cada estocada era um choque de prazer – minha buceta se contraindo ao redor dele, o som molhado ecoando no quarto.

Eu arranhava suas costas, mordia o lábio, sentindo o orgasmo se aproximando como uma tsunami. “Mais forte, porra, me fode!”, eu pedia, o tesão me dominando. Carlos, com os olhos vidrados, se masturbava devagar, e dizia: “Vai, amor, se entrega pra ele. Eu adoro ver você gozando no pau de outro.”

Quanto mais eu empinava mais eu sentia o pau dele fundo dentro de mim…

Carlos, da poltrona, já estava com o pau pra fora, se masturbando devagar, os olhos grudados em mim como se eu fosse o centro do universo dele. Ele sorriu e disse baixo, rouco:

“Vira de quatro, amor. Mostra pro Marcos como você quer ser fodida de verdade. Empina essa bundona pra ele.”

Eu obedeci na hora, o corpo obedecendo ao desejo antes mesmo da mente. Me posicionei no meio da cama, de quatro, joelhos abertos, bunda empinada bem alto, as costas arqueadas pra deixar a buceta exposta e aberta. Senti o ar fresco batendo na minha entrada molhada, o clitóris inchado pulsando, implorando por mais. Olhei por cima do ombro e vi Marcos se ajoelhando atrás de mim, o pau grosso e duro balançando, a cabeça vermelha e brilhando de saliva e pré-gozo. Ele deu um tapa forte na minha bunda, o som ecoando no quarto, e eu gemi alto, sentindo a ardência gostosa se espalhar.

“Porra, Ana, olha essa buceta aberta… toda vermelha, pingando, pedindo pau”, ele grunhiu, passando a cabeça do pau devagar na entrada, esfregando na minha umidade, me provocando. Eu rebolava sem controle, querendo ele dentro logo. “Me fode, Marcos… mete tudo, por favor… me arromba.”

Ele não esperou mais. Segurou minha cintura com as duas mãos, dedos cravando na carne, e meteu de uma vez só, até o talo. Senti o pau grosso me abrindo inteira, esticando as paredes da buceta até o limite, batendo forte no fundo, no colo do útero. Um grito escapou da minha garganta – era dor misturada com um prazer tão intenso que quase doía de tão bom. “Caralho! Assim… fode forte, seu filho da puta!”

Marcos começou a meter com violência, sem dó, sem pena. Cada estocada era funda, rápida, o som molhado da buceta sendo arrombada ecoando alto no quarto: ploc-ploc-ploc-ploc. Meu corpo balançava pra frente a cada impacto, os peitos balançando pesados, os mamilos roçando nos lençóis, me deixando ainda mais louca. Eu sentia cada veia do pau dele pulsando dentro de mim, roçando nos pontos mais sensíveis, batendo naquele lugar que me fazia ver estrelas. Minha buceta apertava ele como um punho, sugando, querendo mais, mais fundo, mais forte.

“Vai, sua putinha casada… rebola nessa rola… toma tudo”, ele rosnava, puxando meu cabelo pra trás com uma mão, me forçando a arquear mais as costas. Com a outra mão, deu outro tapa na bunda, depois enfiou o polegar no meu cu, sem aviso, só pressionando a entrada, me fazendo gemer como uma vadia no cio. “Tá gostando, né? Buceta gulosa… engolindo meu pau todo.”

Eu não conseguia mais falar direito, só gemia e gritava: “Sim… fode… me arromba… mais forte… ah, porra, vou gozar de novo!” O orgasmo vinha subindo rápido, quente, incontrolável. Cada metida dele fazia meu clitóris latejar, minha buceta se contrair em espasmos, o prazer explodindo do ventre pra todo o corpo. Carlos se aproximou da cama, ajoelhando na frente do meu rosto, o pau duro na mão.

“Olha pra mim enquanto goza no pau dele, amor”, ele disse, a voz tremendo de tesão. “Mostra pro Marcos como você goza gostoso… goza gritando, minha safada.”

Marcos acelerou ainda mais, metendo como um animal, o saco batendo forte contra meu clitóris a cada estocada. “Goza, Ana… goza na minha rola… aperta esse pau… porra, que buceta apertada!”

Eu explodi. O orgasmo me atravessou como um raio, forte, violento. Minha buceta apertou ele com força, pulsando em contrações rápidas, escorrendo um jorro quente de prazer pelas coxas. Gritei alto, rouca: “Tô gozando… ahhh, caralho… tô gozando no seu pau!” Meu corpo convulsionava, pernas tremendo, bunda empinada tremendo contra ele, lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto.

Sentia o pau dele esticando minha buceta… é uma sensação indescritivel ser usada por um macho dominante.

Agora, sobre o Rafael – ah, esse é mais selvagem. Nos encontramos em um hotel de luxo, para variar. Ele me pega no colo assim que entro no quarto, me joga na cama e rasga minha calcinha com os dentes. Seu pau é longo, uns 20 cm, e quando ele me penetra de quatro, vai tão fundo que sinto como se ele me rasgasse por dentro, mas de um jeito bom, dolorosamente prazeroso. “Você é minha putinha casada, né?”, ele diz, puxando meu cabelo. Eu respondo gemendo: “Sim, me usa, Rafael.” Carlos filma às vezes, ou só assiste, e seu tesão é palpável – ele goza só de ver meu rosto contorcido de prazer.

Um momento inesquecível foi no último encontro com o Rafael, há duas semanas. Estávamos no quarto, eu deitada de costas, pernas abertas no ar. Rafael metia forte, fundo, cada estocada me fazendo gritar. Meu clitóris latejava, minha buceta escorria, e o prazer era tão intenso que lágrimas escorriam dos meus olhos. Carlos estava ao lado, segurando minha mão, e começamos um diálogo que me levou ao ápice:

Eu: “Ah, Carlos… ele tá me fodendo tão fundo… eu vou gozar!”

Carlos: “Vai, amor, goza pra ele. Mostra pro Rafael como você é safada. Eu te amo assim, toda aberta, gemendo no pau dele.”

Eu: “Sim… oh, fode mais forte, Rafael! Carlos, olha como ele me preenche… melhor que tudo!”

Carlos: “É isso, minha linda. Goza alto, deixa eu ouvir. Você é minha rainha, e eu adoro te ver assim, se entregando pro prazer.”

Enquanto isso, Rafael acelerava, metendo com força, o som das nossas peles batendo ecoando. Meu corpo convulsionava, o orgasmo me atingindo como um raio – ondas de prazer explodindo do meu centro, pernas tremendo, buceta apertando o pau dele como um torno. “Estou gozando! Ahhh!”, eu gritei, e Rafael gozou logo depois, enchendo-me de porra quente. Carlos me beijou depois, limpando-me com a boca, e disse: “Você é perfeita, Ana. Isso nos une mais.”

É assim nossa vida: cheia de tesão, confiança e amor. Imaginem o êxtase de ser desejada por mais de um, homem, o prazer de ver sua parceira florescer. Depois de quase trinta anos, ainda transamos só nós dois às vezes, mas o liberalismo nos mantém vivos. Se vocês sentirem o tesão que eu sinto ao contar, missão cumprida.

Sabe, eu adoro contar essas histórias. Adoro reviver cada detalhe: o gosto do pau dele na minha boca, a língua grossa lambendo minha buceta até eu gozar na cara dele, o jeito que o Carlos me olha enquanto eu me entrego sem vergonha nenhuma. Escrever isso tudo me deixa molhada de novo, o clitóris inchado só de lembrar. Mas o que eu mais quero saber agora é de vocês.

Gostaram? Sentiram o tesão que eu senti? As mulheres aí, imaginaram a boca cheia, a buceta sendo devorada, o corpo tremendo de prazer? E os homens, ficaram duros imaginando ver a esposa de vocês assim, gemendo alto, gozando no pau de outro, completamente entregue? Me contem nos comentários, por favor. Quero saber se vocês gozaram lendo, se ficaram com vontade de experimentar algo parecido, se isso mexeu com vocês do mesmo jeito que mexe comigo.

Porque se vocês curtirem, eu volto em breve com mais.

Tenho uma história nova que tá me deixando louca só de pensar em contar: o vizinho gostoso do prédio ao lado. Aquele gostosinho que sempre me olha no elevador com um sorriso safado. Outro dia eu não aguentei: chamei ele pra “tomar um café” enquanto o Carlos tava no trabalho. Acabei de boca no pau dele na cozinha dele, chupando aquele pau grosso e quente que enchia minha boca inteira, sentindo ele pulsar na minha língua, o gosto forte de macho me deixando encharcada sem nem encostar em mim. Ele gemeu meu nome, segurou meu cabelo e gozou na minha garganta, e eu engoli tudo, lambendo os lábios depois como se fosse o melhor doce do mundo.

Quero contar tudo: como ele me pegou no balcão, como eu gozei só de sentir ele me fodendo devagar no começo, depois forte, batendo no fundo enquanto eu pedia mais. E o Carlos, quando cheguei em casa com o cheiro dele ainda na minha pele… ah, isso vai ser bom demais.

Então me digam: querem saber mais? Gostaram desse relato? Se sim, eu conto tudinho sobre o vizinho na próxima. Prometo detalhes suculentos, sensações que vão deixar vocês sentindo o mesmo fogo que eu sinto.

Beijos molhados e safados para quem leu até aqui. 😈

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