Conto: A Noite em que Eu a Entreguei

Conto erótico na visão do marido que entrega sua esposa a dois morenos.

Eu estava sentado na poltrona perto da cama, as mãos apertando o braço da cadeira. Minha esposa estava de joelhos no meio do colchão, ainda com aquele body branco de tiras que eu tinha escolhido pra ela. Os dois morenos que eu mesmo trouxe – um mais alto, de colar de prata no pescoço, o outro de ombros largos e pele bem escura – já estavam nus. O contraste entre a pele dela e a deles me deixava seco da boca.

Eu olhei pra ela e falei baixo:

— Amor… você tá linda assim. Pode ir. Eu quero ver.

Ela virou o rosto pra mim, os olhos claros um pouco nervosos, um pouco excitados.

— Você tem certeza, meu bem? De verdade?

— Tenho. E eu quero que você sinta tudo. Sem pressa… ou com, do jeito que der.

O mais alto se aproximou por trás e passou as mãos pelos seios dela por cima do tecido. O outro se ajoelhou na frente e abriu as tiras do body com calma. Eu vi os dedos escuros apertando a carne clara, os mamilos já duros. Minha esposa soltou um suspiro curto.

— Eles estão te tocando com vontade… — eu disse, a voz um pouco rouca. — Continua olhando pra mim.

Ela assentiu. Em poucos minutos o body foi puxado pro lado.

Um dos morenos se deitou de costas e ela se ajoelhou sobre ele.

O outro se posicionou atrás. Eu vi a cabeça do pau dele esfregar na buceta dela antes de empurrar devagar. O gemido que saiu da boca dela foi longo, molhado.

Ela falou, a voz trêmula:

— Ai… ele tá entrando todo, meu amor…

— Eu tô vendo. Você tá abrindo pra ele. Continua respirando fundo. Eu gosto de ver você assim.

O de trás começou a se mover enquanto ela se inclinava pra frente e pegava o pau do outro na mão. Logo a boca dela desceu. Eu via a saliva escorrendo pelo pau escuro, os lábios rosados se esticando, o pescoço dela se contraindo quando ela engolia mais. O corpo dela balançava entre os dois, os seios pesados se movendo a cada estocada.

Eu falei de novo, quase sem ar:

— Olha pra mim enquanto você chupa ele. Quero ver essa boca trabalhando.

Ela me olhou de lado, a boca cheia, e soltou um gemido abafado que me fez apertar a própria ereção por cima da calça.

Depois eles a viraram de costas. Um ergueu as pernas dela – o salto branco ainda no pé – e entrou de uma vez. Eu via o pau grosso sumindo dentro dela, a pele clara se esticando ao redor, o clitóris inchado e molhado. O outro se ajoelhou perto da cabeça e ela o puxou pra boca sem hesitar.

— Eles tão te comendo dos dois lados… — eu murmurei. — Você tá tão molhada que dá pra ouvir. Continua. Eu adoro te ver assim.

Ela gemeu entre uma chupada e outra:

— Tá… tão grande… Marido, eu tô tão cheia…

Depois ela ficou de quatro. Um se ajoelhou na frente e ela o chupava fundo, a mão firme no pau dele, enquanto o outro a penetrava por trás com ritmo firme. Eu via as nádegas claras batendo contra a pele escura, o suor brilhando nas costas dela, o jeito que o corpo inteiro reagia a cada empurrão. Em outro momento ela montou em um deles de frente pra mim.

Eu tive a visão clara do pau entrando e saindo enquanto ela rebolava. O segundo se aproximou e ela o puxou pra boca de novo.

Eu falei, a voz baixa e carregada:

— Você tá cavalgando ele com vontade. Olha pra mim. Mostra como tá gostando.

Ela virou o rosto, os cabelos ruivos colados na testa, os olhos brilhando:

— Tô gostando, meu amor… muito. Eles tão me fodendo tão bem…

Os dois a deitaram de lado. Um segurou a perna dela no ar e penetrou fundo, o outro a masturbava e beijava o pescoço. Depois ela ficou de bruços, o corpo meio rendido. Um a montou por trás enquanto o outro se ajoelhava na frente pra ela chupar. Eu descrevia em voz alta o que via: o pau sumindo dentro dela, os seios se esmagando contra o lençol, o som molhado das estocadas, o gemido abafado quando ela engolia mais fundo.

Entre uma posição e outra eu falava com ela, sempre no mesmo tom:

— Continua olhando pra mim quando puder…
— Você tá linda assim…
— Eu gosto de ver você se entregando…

E ela respondia, a voz rouca, sempre me incluindo:

— Continua falando, meu amor… Eu quero ouvir sua voz enquanto eles me comem…

Quando os dois finalmente se afastaram, suados e ofegantes, ela ficou deitada no meio da cama, as pernas abertas, o corpo marcado, a respiração ainda irregular. Eu me aproximei e sentei ao lado dela, passando a mão pelos cabelos úmidos.

Ela me olhou, o sorriso cansado e satisfeito.

— Estou surpresa por ter aguentado os dois… — disse ela, a voz rouca. — Você gostou, meu amor?

Eu beijei a testa dela.

— Gostei de cada segundo. Você foi incrível.

Ela suspirou, acomodando o corpo dolorido contra o meu.

— Estou dolorida… mas muito satisfeita. Eles foram maravilhosos.

Eu a puxei um pouco mais perto, o coração ainda acelerado, e falei baixinho:

— E você foi a coisa mais gostosa que eu já vi. Descansemos. Depois a gente conversa sobre o que vem a seguir… se você quiser.

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