Conto – No meu tempo
Eu nunca imaginei que estaria aqui, escrevendo algo assim. Depois de seis anos casada com o Lucas, minha vida sempre foi uma linha reta, confortável, previsível.
Ele é meu porto seguro, o homem que me faz rir nas manhãs de domingo e que ainda me olha como se eu fosse a única pessoa no mundo.
Mas, há cerca de um ano, ele começou a trazer à tona uma fantasia que, para mim, era completamente fora da curva: o meio liberal.
No começo, eu achei que era brincadeira. Ele ria, desconversava, mas voltava ao assunto com uma mistura de curiosidade e entusiasmo que eu não conseguia ignorar.
“Amor, é só uma ideia, uma aventura. Nada que a gente não controle”, ele dizia, com aquele sorriso que sempre me desarma. Eu resisti. Muito.
O ciúme, o medo do desconhecido, a insegurança de como isso poderia mudar o que tínhamos — tudo isso pesava. Mas Lucas é paciente. Ele nunca forçou, nunca me pressionou além do que eu podia suportar. Foram meses de conversas, às vezes leves, às vezes profundas, onde ele explicava que, para ele, isso não era sobre amor, mas sobre explorar algo novo juntos, como uma extensão da nossa cumplicidade.
Ele me fazia sentir segura, mesmo quando o assunto me assustava. Aos poucos, comecei a ceder, não por ele, mas por mim. Queria entender o que ele via nisso, queria me desafiar. Mas sempre deixei claro: seria no meu tempo, no meu ritmo.
Foi numa viagem recente, num hotel à beira-mar, que tudo mudou. Estávamos hospedados num apartamento alugado. Lucas tinha conhecido um cara no bar do hotel, o Rafael. Ele era um educado, charmoso, com um jeito descontraído que não intimidava. Moreno, alto, com um sorriso fácil e uma voz calma que parecia desarmar qualquer tensão.
Lucas me contou sobre ele na noite anterior, com aquele brilho nos olhos que eu conheço tão bem.
“O que acha de chamá-lo pra tomar um drink amanhã? Só conversar, sem pressão”, ele sugeriu.
Meu coração disparou, mas concordei.
Era só uma conversa, certo?
Na noite seguinte, Rafael estava lá, sentado no sofá da nossa sala temporária. O ambiente estava leve, com uma playlist suave ao fundo e uma garrafa de vinho tinto que Lucas abriu para quebrar o gelo.
Eu estava nervosa, mas o vinho ajudava. Sentada ao lado do Lucas, com ele segurando minha mão de leve, eu me sentia ancorada. eu estava entre eles…
Rafael, do meu lado, contava histórias de suas viagens, ria das piadas do Lucas, e aos poucos, a conversa fluiu.
Eu me peguei relaxando, rindo, até esquecendo por um momento o peso do que poderia acontecer.
Então, Lucas se inclinou e sussurrou no meu ouvido: “Se quiser, pode tentar algo pequeno.
Só o que você se sentir à vontade.” Meu estômago deu um nó, mas havia algo na voz dele, na segurança que ele me passava, que me fez querer experimentar.
Olhei para Rafael, que parecia perceber a mudança no ar, mas não disse nada, apenas sorriu de um jeito que me fez sentir vista, não julgada.
Senti o Rafael se acomodar deixando seu quadril mais a frente de maneira que ficasse fácil o acesso ao seu … ahhh vcs sabem… rsrs
Lucas ficou onde estava, me observando com uma mistura de orgulho e excitação.
“Posso?”, perguntei, quase num sussurro, apontando para a mão de Rafael, que descansava no encosto do sofá.
Ele assentiu, com um olhar que misturava curiosidade e respeito.
Deslizei minha mão por sua perna e sentir o volume debaixo da sua calça…
Peguei a mão dele, sentindo o calor da pele, a textura diferente da do Lucas.
Meu coração batia tão alto que eu jurava que os dois podiam ouvir.
Comecei a traçar os dedos dele com os meus, devagar, quase como se estivesse descobrindo algo novo.
Era estranho, mas também… excitante. Havia uma mistura de nervosismo e desejo que eu nunca tinha sentido antes.
Lucas se aproximou, sentando-se ao meu lado, e colocou a mão nas minhas costas, um toque que me lembrava que ele estava ali, que isso era algo nosso.
“Você tá linda”, ele murmurou, e aquelas palavras me deram coragem. Inclinei-me um pouco mais perto de Rafael, ainda segurando sua mão, e comecei a deslizar meus dedos pelo braço dele, sentindo a firmeza dos músculos sob a camisa.
Ele não se moveu, apenas me olhou, deixando que eu ditasse o ritmo.
Minha respiração estava pesada, e eu podia sentir o calor subindo pelo meu pescoço.

Achei o elástico da calça dele e coloquei o dedos dentro da cueca dele.
Senti alguns pelos curtinhos, aquele calor, ate que toquei na base do pau dele.
Fiquei sem graça, mas tava com muito tesão.
Lucas disse: ” tira o pau dele pra fora, meu amor!”
Senti uma vontade de chupar aquele pau, mas algo disse que ainda não…
O pau dele babava muito na minha mão e Lucas disse: ” faz ele gozar, meu amor!”
Comecei a bater uma mais rapido e logo senti o pau dele pulsando e ouvi os gemidos, era o leite quente vindo…
O leite grosso dele escorreu na minha mão…
Lucas sorria e dizia que aquilo era muito gostoso.
Eu não fui além disso.
Não naquela noite. Mas aquele toque, aquele carinho simples, foi como abrir uma porta que eu nem sabia que existia.
Quando Rafael se despediu, com um “foi uma noite incrível” e um olhar que dizia que ele entendia meu ritmo, eu me senti poderosa, viva.
Lucas me abraçou forte depois que a porta se fechou, e nos perdemos um no outro, como se aquela experiência tivesse acendido algo novo em nós dois.
Ainda estou processando tudo.
Foi ao banheiro e vi minha calcinha molhada, nunca tinha ficado assim… que loucura… será que eu deveria ter permitido um pouco mais? fiquei pensando…
Ainda sinto um frio na barriga quando penso nisso. Mas, pela primeira vez, entendi o que Lucas queria me mostrar: que isso não é sobre perder algo, mas sobre descobrir. E, no meu tempo, estou começando a gostar do que vejo.

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