RELATO – Enfim realizamos…

Meu nome é Lucas, tenho 38 anos, e minha esposa, Marina, tem 35. Somos um casal de São Paulo, ambos de pele clara, eu com cabelos castanhos e olhos verdes, ela com cabelos castanhos ondulados e olhos castanhos claros que sempre me encantaram. Somos casados há dez anos, e nossa vida juntos sempre foi marcada por uma conexão profunda, confiança mútua e uma pitada de ousadia que foi crescendo com o tempo. Desde o início do nosso relacionamento, compartilhávamos fantasias, e uma delas, que sempre me rondava, era vê-la com outro homem – especificamente, um homem negro.

Não sei explicar exatamente de onde veio esse desejo, mas era algo que acendia um fogo em mim, uma mistura de ciúme, excitação e admiração por ela. Marina, com sua inteligência afiada, corpo esguio e sensualidade natural, sempre foi o tipo de mulher que atrai olhares, e a ideia de vê-la se entregando a essa fantasia era algo que me consumia.

Por anos, conversamos sobre isso. No começo, ela ria, achava que era só uma brincadeira, mas aos poucos, percebi que ela também se sentia intrigada. Marina é curiosa, confiante, e adora explorar seus limites. O problema era encontrar a pessoa certa. Queríamos alguém que fosse respeitoso, atraente, inteligente – alguém que pudesse se conectar com ela de forma natural, sem forçar a situação. Tentamos aplicativos, conversas em bares, mas nada parecia certo. Ou a química não rolava, ou a pessoa não inspirava confiança. Até que, por um acaso do destino, encontrei o Diego.

Foi numa sexta-feira, num happy hour com colegas de trabalho. Diego era amigo de um amigo, recém-chegado a São Paulo por conta de um projeto na empresa de um conhecido. Ele era alto, com pele negra reluzente, ombros largos, um sorriso fácil e uma presença que preenchia o ambiente. Conversamos por horas, e ele era articulado, charmoso, com um senso de humor que me lembrou o de Marina. Naquela noite, enquanto voltava para casa, minha cabeça girava. “É ele”, pensei. Mostrei uma foto dele para Marina, e seus olhos brilharam. “Nossa, Lucas, ele é lindo”, ela disse, com um sorriso malicioso. Foi o sinal que eu precisava.

Marcamos o encontro para o sábado seguinte, à tarde, no nosso apartamento no bairro dos Jardins. Passamos a semana inteira ansiosos, trocando mensagens com Diego para alinhar tudo. Ele foi um cavalheiro desde o início, respeitando nossos limites e deixando claro que estava tão empolgado quanto nós. Marina escolheu a dedo o que ia vestir: um vestido preto justo, que marcava suas curvas, com uma lingerie nova de renda vermelha por baixo. Eu não conseguia parar de olhar para ela enquanto nos preparávamos. “Você tá pronta?”, perguntei, sentindo meu coração disparar. Ela me olhou, com um misto de nervosismo e excitação, e disse: “Tô. E você?”.

Quando Diego chegou, por volta das 15h, o ambiente já estava carregado de expectativa. Nosso apartamento, com sua decoração minimalista, janelas amplas e luz natural entrando, parecia o cenário perfeito. Ele trouxe uma garrafa de vinho, e começamos a conversar no sofá da sala. Marina estava sentada entre nós, e eu podia sentir o calor dela, o perfume suave que ela sempre usava. Diego era ainda mais carismático pessoalmente, e logo a conversa fluiu com risadas e provocações sutis. Ele elogiou Marina, dizendo que ela era ainda mais bonita pessoalmente, e eu vi o rosto dela corar enquanto ela agradecia, brincando com uma mecha do cabelo.

Aos poucos, a tensão sexual foi crescendo. Diego colocou a mão no joelho dela, de forma delicada, e perguntou: “Posso?”. Ela olhou para mim, buscando minha aprovação, e eu assenti, sentindo um nó na garganta e um calor subindo pelo corpo. Ele se aproximou, e os dois se beijaram. Foi lento no começo, como se estivessem se descobrindo. Eu estava sentado a poucos metros, na poltrona, e cada movimento deles parecia amplificado: o som dos lábios se encontrando, a respiração dela ficando mais pesada, as mãos dele subindo pelas coxas dela, levantando o vestido. Meu coração batia tão forte que eu podia ouvi-lo.

Marina se levantou, puxando Diego pela mão, e me olhou com um sorriso que dizia tudo. “Vem com a gente?”, perguntou. Fui atrás deles até o quarto, onde a luz da tarde entrava pelas cortinas brancas, criando um ambiente quente e íntimo. Ela tirou o vestido com uma sensualidade que me deixou sem ar, revelando a lingerie que contrastava com sua pele clara. Diego a puxou para si, e os dois se beijaram com mais intensidade, enquanto ele tirava a camisa, exibindo um corpo forte e definido. Eu me sentei na cadeira ao lado da cama, incapaz de desviar o olhar.

Eles se deitaram, e Marina começou a explorar o corpo dele com as mãos, descendo lentamente até desabotoar sua calça. O jeito que ela o tocava, com uma mistura de curiosidade e desejo, era hipnotizante. Diego a guiava com calma, sussurrando coisas no ouvido dela que a faziam rir e gemer baixinho. Quando ela finalmente tirou a calça dele, eu vi o quanto ela estava entregue, os olhos brilhando de excitação.


Ela foi logo, tirando a cueca e caindo de boca naquele pau, bem maior que o meu, foi linda a cena, nao falei nada, deixei rolar, ela tava com muito tesão, e logo o pau dele tava todo babado de saliva dela.


Ela se posicionou sobre ele, ainda de lingerie, e começou a se mover, esfregando-se contra ele de forma provocante. Ele segurava a cintura dela, guiando os movimentos, e eu podia ver o prazer estampado no rosto dos dois.

O momento em que ela tirou tudo e se posicionou para recebê-lo foi como um choque elétrico. Eu sentia uma mistura de ciúme, admiração e uma excitação que nunca tinha experimentado antes.

Diego a penetrou lentamente, e o gemido que escapou dos lábios dela ecoou no quarto.

Ela começou a arranhar as costas dele de forma que sempre que ele ia penetrando mais fundo mais gemidos e suspiros ela fazia.

Eles encontraram um ritmo, os corpos se movendo em sincronia, a cama rangendo levemente. Marina olhava para mim de vez em quando, como se quisesse me incluir naquele momento, e eu me sentia parte daquilo, mesmo estando apenas observando. Cada movimento, cada som, cada olhar trocado entre eles me deixava mais envolvido.

O clímax veio depois de um tempo que pareceu uma eternidade e, ao mesmo tempo, um piscar de olhos. Diego acelerou os movimentos, e Marina se agarrou a ele, as unhas marcando levemente os ombros dele. Quando ele anunciou que estava perto, ela o puxou ainda mais para si, sussurrando algo que não ouvi direito, ela sentava com vontade no pau dele, que ja estava bem brilhoso e melado da buceta dela.

Ele gozou dentro dela, e o gemido dos dois juntos encheu o quarto. Marina caiu sobre ele, ofegante, com um sorriso satisfeito no rosto. com o pau ainda dentro dela enquanto os dois recuperávamos o fôlego, peguei minha câmera – algo que tínhamos combinado antes.

Tirei fotos deles ainda abraçados na cama, a luz da tarde iluminando seus corpos suados. Marina ria, meio tímida, meio provocadora, enquanto posava com Diego.

Ajoelhei atrás deles e vi o pau dele pulsando e esticando a buceta dela e quando o pau escorregou para fora veio o leite grosso e quente escorrendo em seguida, que cena maravilhosa, Foi muito leite, ela tava linda daquela forma. Podia ver o pau dele pulsando e a bucetinha dela se contraindo de tesão.

Uma foto capturou os dois deitados, ela com a cabeça no peito dele, e outra mostrou o rosto dela, com aquele brilho pós-prazer que me fazia querer guardá-la para sempre. Essas fotos seriam nossa lembrança daquele dia, daquela fantasia que, depois de dez anos, finalmente se tornou realidade.


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