CONTO: Ele queria me ver fodida por outro: Minha primeira vez aos 62 Anos
Meu nome é Elena, tenho 62 anos, sou branca, com cabelos grisalhos, e um corpo que o tempo moldou com curvas generosas, mas que ainda se mantém firme graças às caminhadas e à academia que frequento com meu marido, Roberto. Estamos casados há mais de 40 anos, desde que éramos jovens sonhadores na faculdade.
Nossa vida sempre foi tranquila, cheia de amor rotineiro, viagens esporádicas e netos que nos visitam nos fins de semana. Nunca imaginei que, aos 60 e poucos, nossa intimidade tomaria um rumo tão inesperado.

Tudo começou quando Roberto, depois de um jantar simples, sentou-se ao meu lado no sofá e, com as mãos tremendo ligeiramente, confessou seu desejo secreto.
Ele queria me ver com outro homem.
Não era ciúme ou raiva; era um fetiche que ele carregava há anos, algo que o excitava profundamente.
Fiquei chocada no início. “O quê? Você está louco?”, eu disse, rindo nervosamente, achando que era uma brincadeira. Mas ele estava sério, explicando que me amava tanto que a ideia de me ver desejada e prazerosa com outro o enlouquecia de tesão.
Achei estranho, quase ofensivo. Como assim, dividir a esposa? Eu, uma senhora respeitável, mãe e avó? Mas conversamos por dias, e aos poucos, a curiosidade venceu o estranhamento. Eu o amava, e se isso o faria feliz… por que não tentar? Aceitei, com o coração acelerado de ansiedade.
Escolhemos o moreno da academia.
Seu nome era Luiz, um homem de uns 35 anos, alto, musculoso, com pele bronzeada e um sorriso cativante que sempre nos cumprimentava quando nos via nas esteiras. Ele era educado, solteiro, e Roberto notara como ele me olhava às vezes, com um brilho nos olhos. Meu marido o convidou para um “jantar em casa”, e Luiz aceitou, sem saber o que viria depois.

Naquela primeira noite, eu estava um caos de nervosismo. Meu estômago revirava enquanto me arrumava no quarto. Escolhi um vestido preto simples, que realçava meus seios fartos e minhas coxas ainda firmes, mas minhas mãos tremiam ao passar o batom. “E se eu não conseguir? E se for horrível?”, pensei, olhando para o espelho. Meu coração batia como o de uma adolescente no primeiro encontro.
Roberto me beijou na testa, dizendo que eu estava linda, que ele me amava, e que podíamos parar a qualquer momento. Quando Luiz chegou, com uma garrafa de vinho nas mãos, conversamos normalmente no jantar, rindo de bobagens sobre a academia. Mas o tesão, estava no ar. Meu marido, por fim, explicou tudo, e Luiz, surpreso mas intrigado, sorriu e disse que se sentia honrado.
Subimos para o quarto, e ali veio o pico do nervosismo. Minhas pernas fraquejaram quando Luiz se aproximou, suas mãos fortes tocando meu braço. Eu me sentia exposta, vulnerável, como se estivesse traindo tudo o que conhecia. Roberto sentou-se numa cadeira no canto, os olhos fixos em nós, e eu pensei: “Meu Deus, o que estou fazendo?”. Luiz me beijou devagar, e meu corpo reagiu apesar do medo – um formigamento que eu não sentia há décadas. Que boca gostosa, grande carnuda… ai ai ai… mas vamos voltar ao relato…
Elogiando minha pele macia, meus quadris maduros. Meu coração disparava, suor frio escorrendo pelas costas.
Luiz ficou de pé ao lado da cama, o corpo jovem e definido iluminado pela luz suave do abajur. Ele tirou a camisa devagar, revelando o peito largo e os músculos marcados da academia, e depois desabotoou a calça. Quando a cueca caiu, eu prendi a respiração. Meu Deus… aquele pau. Era enorme.
Muito maior do que eu imaginava, muito maior do que o de Roberto. Grosso, veiado, a cabeça rosada e inchada apontando para cima, pulsando levemente no ar. Eu nunca tinha visto algo assim de perto – nem em filmes, nem nas fantasias que eu nem ousava admitir. Ele devia ter uns 22 centímetros, talvez mais, e a grossura… eu duvidava que minha mão conseguisse fechar ao redor dele inteiro.

Eu me ajoelhei devagar no tapete macio ao lado da cama, as pernas tremendo um pouco, o coração batendo tão forte que parecia querer sair do peito. Meu rosto ficou na altura exata daquela coisa impressionante. O cheiro dele subiu até mim – suor limpo, tesão puro. Eu estendi a mão hesitante, os dedos roçando primeiro na base quente, sentindo as veias salientes sob a pele fina e esticada. Era pesado, firme, quente como se tivesse vida própria. Eu o segurei com as duas mãos – sim, precisei das duas – e olhei para cima, para Luiz, depois para Roberto na cadeira.
“Roberto… olha isso…”, minha voz saiu rouca, quase um sussurro. “É… é enorme. Eu posso… posso experimentar mesmo?”

Roberto engoliu em seco, os olhos fixos no pau do outro homem na minha mão. Ele assentiu devagar, a respiração acelerada, o pau dele já duro dentro da calça aberta. “Pode, amor… experimenta. Quero ver você com ele na boca. Vai… chupa ele pra mim.”
Ouvir aquilo do meu marido – depois de 40 anos de casamento – foi como um estalo. Algo dentro de mim se soltou. Eu abri a boca devagar, a língua saindo primeiro para lamber a cabeça grossa, sentindo o gosto salgado e levemente doce da pré-goza que já escorria da fenda. Era quente, a pele macia e esticada roçando nos meus lábios.

Eu abocanhei só a glande no começo, sentindo ela encher minha boca inteira, pressionando contra o céu da boca e as bochechas. Tive que abrir mais, forçar os cantos da boca para acomodar a grossura. Era impossível engolir tudo de uma vez – mal conseguia colocar metade.
Eu gemi baixo com o pau na boca, o som abafado vibrando contra ele. Luiz soltou um suspiro rouco e colocou a mão no meu cabelo grisalho, não puxando, só segurando com firmeza, guiando um pouco o ritmo. Eu comecei a chupar devagar, subindo e descendo, a língua rodando na cabeça, sentindo cada veia pulsar contra minha língua. A saliva escorria pelos cantos da minha boca, pingando no queixo, molhando meus seios pesados. Era uma sensação estranha e deliciosa: a boca cheia, os lábios esticados ao limite, a mandíbula começando a doer de leve, mas o tesão crescendo tanto que eu nem ligava. Eu sentia o pau dele inchar ainda mais na minha boca, ficando mais duro, mais quente, como se estivesse se preparando para explodir.
Eu olhava para cima de vez em quando, vendo os olhos de Luiz semicerrados de prazer, e depois para Roberto – ele se masturbava devagar, o rosto vermelho, murmurando coisas como “Isso, amor… chupa ele gostoso… olha como você fica safada com esse pau na boca…”. Saber que meu marido estava ali, assistindo a esposa de 62 anos ajoelhada chupando um pau enorme de um homem jovem, me deixava encharcada. Minha buceta latejava, pingando pelas coxas, e eu apertava as pernas uma contra a outra buscando alívio enquanto chupava mais fundo.
Tentei engolir mais, relaxando a garganta o máximo que pude. Senti a cabeça bater no fundo da minha garganta, me fazendo engasgar um pouco, lágrimas vindo aos olhos – mas era um choro de tesão, não de desconforto. Eu recuei, lambi da base até a ponta, chupei as bolas pesadas uma de cada vez, sentindo o cheiro forte e masculino delas, depois voltei a engolir o pau inteiro que cabia. A saliva escorria em fios grossos, molhando tudo, e eu gemia alto, vibrando o pau dele com minha garganta.
“Que boca gostosa… Elena… você chupa como ninguém…”,

Luiz murmurou, a voz grave. Eu sorri com o pau na boca, sentindo-me poderosa, desejada, vadia pela primeira vez na vida. E continuei chupando, mais rápido, mais fundo, até sentir que ele estava perto, pulsando forte contra minha língua, pronto para me encher a boca, mas ai ele veio e me deixou na cama com muito carinho sabia que estava na hora de sentir aquele pau gostoso dentro de mim….

Quando ele me deitou na cama, e eu senti seu corpo jovem e vigoroso sobre o meu, o nervosismo se misturou com um desejo inesperado. Seu pau duro pressionando contra mim… foi como um choque elétrico. Ele penetrou devagar, e meu Deus, que sensação avassaladora foi aquela. Eu estava deitada de costas na posição clássica de papai e mamãe, pernas abertas e erguidas, joelhos dobrados contra os seios pesados, o vestido preto já jogado no chão. Roberto na cadeira do canto, olhos vidrados, respiração pesada.

Luiz se posicionou entre minhas coxas maduras, o pau dele – grosso, veiado, duro como pedra – roçando primeiro na entrada molhada da minha buceta. Eu sentia o calor da cabeça grossa pressionando, abrindo os lábios devagar, e quando ele empurrou a primeira vez, senti aquela pressão deliciosa e inevitável: minha entrada se dilatando, se rendendo, sendo forçada a aceitar algo maior do que eu estava acostumada há anos.

Era como se meu corpo inteiro se abrisse para ele. A sensação de ser preenchida centímetro a centímetro me fez soltar um gemido longo, quase um ronronar. O pau dele era tão grosso que eu sentia cada veia pulsando contra as paredes internas da minha buceta, esticando tudo, roçando em lugares que Roberto não tocava mais com a mesma intensidade. O peso do corpo dele sobre mim era perfeito: o peito largo e musculoso pressionando meus seios fartos, esmagando-os contra mim, os braços fortes sustentando o corpo para não me sufocar, mas me dominando completamente.
Cada estocada lenta era um choque de prazer misturado com uma leve ardência inicial de adaptação – e isso só aumentava o tesão. Eu sentia minha buceta se contraindo involuntariamente ao redor dele, como se quisesse sugar mais, mais fundo. Meu clitóris inchado roçava na base do pau dele a cada movimento, e eu já estava tremendo, o suor escorrendo entre meus seios e nas costas.
‘Vai devagar… ai… assim… me abre toda…’, eu murmurava, as unhas cravadas nas costas dele. Roberto gemia baixinho do canto: ‘Isso, amor… deixa ele te encher… olha como você tá gostosa sendo fodida’. O tesão de saber que meu marido via cada detalhe – minha buceta esticada, os lábios inchados abraçando aquele pau jovem e grosso – me deixava ainda mais molhada, mais escorregadia. Quando ele acelerou um pouco, senti o fundo da minha buceta sendo tocado, uma pressão deliciosa que subia até a barriga, me fazendo arquear as costas e gemer alto. Cada estocada fazia meus seios balançarem, batendo no peito dele, e eu sentia o pau dele pulsar dentro de mim, quente, vivo, me reivindicando.
Depois de alguns minutos naquela posição, ele me virou de quatro.
Eu me apoiei com as mãos e joelhos, bunda empinada, Luiz segurou meus quadris com força – aquelas mãos grandes e calejadas da academia apertando minha carne madura, marcando a pele – e meteu de uma vez, fundo, sem aviso. O impacto me fez gritar de prazer.

Nessa posição, o ângulo era perfeito: o pau dele batia direto no ponto mais sensível lá dentro, aquele lugar que me fazia ver estrelas. Cada estocada era um tapa seco de pele contra pele, o som ecoando no quarto junto com meus gemidos e os dele.

Eu sentia as bolas dele batendo ritmadas contra meu clitóris, o pau entrando e saindo inteiro, me abrindo toda, me deixando vazia por um segundo e depois preenchida até o limite no próximo.

Meu corpo balançava para frente a cada investida, os seios pesados balançando livres, os mamilos roçando no lençol, endurecidos de tesão. Ele puxava meu cabelo grisalho para trás, me forçando a arquear mais as costas, e eu adorava me sentir assim: exposta, vadia, dominada. ‘Me fode forte, Luiz… me faz gozar na frente dele…’, eu pedia, e ele obedecia, metendo com mais força, o pau inchando ainda mais dentro de mim. Roberto se masturbava devagar, gemendo: ‘Isso, amor… goza pra ele… mostra como você é safada agora’.

Mas o momento que mais me marcou foi quando ele se deitou de costas na cama e me puxou para cima dele. Eu fiquei de frente para Roberto, montada no colo de Luiz, as pernas abertas sobre as coxas dele. Roberto estava a poucos metros, olhos famintos, pau na mão. Luiz segurou meu quadril e guiou a cabeça do pau – ainda melado da minha buceta – direto para o meu cuzinho. Eu nunca tinha feito isso com tanta entrega.
Senti a pressão na entrada apertada, o anel resistindo no começo. Ele cuspiu na mão, passou no pau e no meu cuzinho, e começou a empurrar devagar. A sensação era intensa: primeiro uma ardência forte, quase dor, mas misturada com um prazer proibido que subia pela espinha.

Eu gemia alto, mordendo o lábio, enquanto o pau grosso ia abrindo meu cu centímetro a centímetro. Era como se ele estivesse me arrombando de verdade – esticando as paredes internas, preenchendo um lugar que ninguém mais tinha invadido assim. A dor inicial se transformava em prazer puro quando ele deslizou mais fundo; eu sentia cada veia, cada pulsação, o pau inteiro dentro do meu cu, me deixando completamente cheia.
‘Devagar… ai… tá me abrindo toda…’, eu sussurrava, mas meu corpo já pedia mais. Roberto incentivava, voz rouca de tesão: ‘Vai, amor… engole ele todo… deixa ele te foder no cu… você é tão linda assim…’. Eu comecei a rebolar devagar, sentindo o pau deslizando para dentro e para fora, o atrito delicioso, a sensação de ser possuída por inteiro. Meus seios balançavam na cara de Roberto, que se aproximou e chupou um mamilo enquanto eu cavalgava devagar, depois mais rápido. O tesão era insuportável: o pau grosso arrombando meu cu, a buceta latejando vazia mas pingando de excitação, o olhar do meu marido me devorando, e eu gozando forte, tremendo toda, gritando o nome dos dois enquanto o orgasmo me atravessava como um raio. Luiz gozou logo depois, enchendo meu cu de porra quente, pulsando fundo, e eu senti cada jato me marcando por dentro. Roberto gozou na minha barriga, gemendo alto, e depois me beijou com desespero, lambendo o suor do meu pescoço, murmurando que me amava mais do que nunca.
Aos 62 anos, eu descobri que ainda podia sentir tudo isso… e mais. Muito mais e eu gemi, metade de medo, metade de prazer. Roberto assistia, e aquilo, de alguma forma, intensificou tudo.
Mas depois daquela primeira vez? Ah, foi uma delícia absoluta. Eu me senti viva, desejada como nunca. Luiz era gentil, mas firme, e seu tesão por mim, uma mulher na terceira idade, me encheu de um fogo que eu achava extinto.

Quis repetir todo mês, como um ritual secreto. E assim foi. Roberto sempre o convidava para “visitar”, e eu me transformava nas mãos dele. De senhora recatada, eu virava uma puta safada, gemendo alto, pedindo mais.

Cada encontro era uma explosão de sensações. O tesão de ser desejada por um homem mais novo, mesmo com minhas rugas e cabelos brancos, era inebriante. Eu me via no espelho depois, com marcas vermelhas em meus seios onde ele me apertava, e sorria. Sentir suas mãos fortes pegando em mim – nos quadris, nas nádegas, puxando meu cabelo grisalho enquanto me possuía – me fazia derreter.
E o pau dele, duro e pulsante, indo fundo na minha buceta… ah, que delícia! Ele metia forte, ritmado, me enchendo completamente, tocando lugares que Roberto, com o tempo, não alcançava mais da mesma forma. Eu gozava gritando, as pernas tremendo, o corpo suado e satisfeito. Era como renascer, sentir que, aos 62, eu ainda era uma mulher cheia de desejo, capaz de enlouquecer um homem jovem. Roberto amava ver isso, e nosso casamento só se fortaleceu. Todo mês, eu esperava ansiosa por Luiz, pronta para me entregar e me transformar novamente.

Depois do primeiro encontro, que me deixou trêmula e viciada, os meses seguintes se tornaram um calendário de expectativa. Todo mês, Roberto marcava com Luiz , e eu me preparava como se fosse uma rainha para um banquete proibido. No segundo encontro, já sem o nervosismo inicial, eu me joguei de corpo e alma. Luiz chegou à noite, e mal passamos pela sala – fomos direto para o quarto. Eu usava uma lingerie vermelha que realçava meus seios pesados e minha barriga levemente arredondada pela idade, e quando ele me viu, seus olhos brilharam de desejo puro. Ele me empurrou contra a parede, beijando meu pescoço enquanto suas mãos fortes apertavam minhas nádegas, me fazendo gemer alto. “Você é tão gostosa, Elena”, ele murmurava, e aquilo me incendiava. Roberto sentou na cadeira, já com a calça aberta, tocando-se devagar enquanto nos observava. Notei como seus olhos estavam mais famintos do que nunca, sua respiração acelerada, e ele gemia baixinho só de ver Luiz me despir.
Luiz me deitou na cama e abriu minhas pernas com urgência, mergulhando sua língua na minha buceta molhada. Eu arqueei as costas, sentindo sua boca quente chupando meu clitóris inchado, seus dedos grossos entrando e saindo devagar, me preparando. O que mais amei foi a força dele – ele me virou de quatro, segurando meus quadris com mãos firmes, e meteu seu pau duro e grosso fundo em mim, batendo forte, o som das nossas peles se chocando ecoando no quarto. Cada estocada me preenchia completamente, tocando no fundo da minha buceta, me fazendo gritar “Mais forte, Luiz, me fode como uma puta!”. Eu gozava rápido, meu corpo convulsionando, e via pelo canto do olho Roberto se masturbando furiosamente, seu pau latejando, gozando no chão enquanto murmurava “Isso, amor, se entrega pra ele”. Seu tesão estava crescendo; ele não só assistia, mas participava com os olhos, e depois, quando Luiz ia embora, Roberto me comia com uma voracidade que não via há anos, como se eu fosse uma deusa renascida.
No terceiro mês, as coisas ficaram ainda mais intensas. Luiz trouxe óleo de massagem, e começou me untando toda, suas mãos escorregadias apertando meus seios, beliscando os mamilos endurecidos, descendo para minha buceta e meu cu.
Eu me sentia uma vadia safada, implorando por mais. Ele me comeu de lado, uma perna erguida, metendo devagar no início, depois acelerando até eu sentir cada veia do seu pau pulsando dentro de mim. O detalhe que mais me enlouquecia era o contraste: eu, com 62 anos, pele madura e marcas do tempo, sendo desejada por esse homem jovem e viril, que me chamava de “minha madura tesuda” enquanto me fodia. Sentir suas bolas batendo contra mim, seu suor pingando nas minhas costas… era puro êxtase. E Roberto? Ele estava irreconhecível de tesão – dessa vez, ele se aproximou mais, tocando meu rosto enquanto Luiz me penetrava, e gozou na minha boca, misturando tudo em um caos delicioso. Seu desejo por me ver assim o deixava mais duro, mais duradouro; ele durava horas depois, recontando cada detalhe enquanto me possuía.
Com o tempo, nos encontros seguintes, explorei mais. No quarto mês, pedi para Luiz me amarrar levemente as mãos, e ele obedeceu, me comendo de missionário, seus olhos fixos nos meus enquanto eu me contorcia. Amava o cheiro dele, masculino e suor, e como ele mordia meu pescoço, deixando marcas que eu exibia orgulhosa para Roberto dias depois. O tesão do meu marido só aumentava: ele começou a filmar discretamente, revendo os vídeos sozinho e depois comigo, seu pau endurecendo instantaneamente ao ver minha transformação em uma safada insaciável. Durante os momentos, ele gemia mais alto, incentivando “Fode ela forte, Luiz , faz ela gozar pra mim!”, e seu orgasmo vinha em ondas, mais intensos a cada vez.
Depois desses encontros, minha imaginação explodiu como nunca. Antes, minhas fantasias eram suaves, românticas; agora, eram férteis e selvagens. Eu me pegava no banho, tocando-me enquanto imaginava Luiz me comendo em público, ou até trazendo um amigo para me dividir – dois homens jovens me usando, um na boca, outro na buceta, Roberto assistindo e dirigindo.
No supermercado, olhava para homens mais novos e fantasiava como seria senti-los dentro de mim, suas mãos fortes me dominando. À noite, sussurrava para Roberto ideias novas, como experimentar em um hotel ou com brinquedos, e isso nos unia mais. Aos 62, eu me sentia no auge, uma mulher com desejos infinitos, graças a esses encontros que despertaram uma versão de mim que eu nem sabia que existia.
Depois de alguns meses, eu já não era mais a mesma. O ritual mensal com Luiz tinha virado algo que eu esperava com ansiedade febril, contando os dias como uma adolescente. Roberto percebia tudo: meus banhos mais demorados, o jeito como eu me depilava com capricho extra, os sorrisos safados que eu dava quando ele mencionava o nome do Luiz. Foi numa noite dessas, depois de um jantar leve, que ele me olhou com aquele brilho faminto nos olhos e disse:
“E se a gente convidasse um amigo dele dessa vez? O Luiz mencionou um cara da academia, o Marcos… alto, moreno, tatuado… Ele acha que você ia gostar de experimentar dois de uma vez.”
Meu coração deu um salto. Dois. Ao mesmo tempo. A ideia me deixou molhada na hora, sem nem precisar tocar. Eu assenti devagar, mordendo o lábio. “Quero. Quero sentir os dois… na nossa sala, no sofá. Quero que seja aqui em casa, como se fosse normal… mas tão proibido.”
Marcamos para uma sexta à noite. Eu me arrumei com cuidado, escolhendo exatamente o que me faria sentir mais exposta e desejada: uma saia branca leve, plissada, curta o suficiente para subir fácil nas coxas, e uma blusinha preta justa, decotada, sem sutiã por baixo:

– meus seios pesados e maduros marcando o tecido fino, os mamilos já endurecidos só de imaginar o que viria. E, claro, sem calcinha. Nada.

Eu sentia o ar fresco roçando minha buceta a cada passo, e isso já me deixava pingando de tesão antes mesmo deles chegarem.
Quando a campainha tocou, meu estômago revirou de excitação. Roberto abriu a porta, cumprimentou os dois com tapinhas nas costas, como se fosse um churrasco qualquer. Luiz entrou primeiro, com aquele sorriso safado que eu já conhecia tão bem, e atrás dele veio o Marcos: mais alto que o Luiz, ombros largos, braços tatuados saindo da camiseta preta, barba rala e um olhar que me devorou de cima a baixo assim que me viu na sala. Eu os recebi com um sorriso tímido, mas os olhos cheios de fogo.
“Oi, meninos… entrem, fiquem à vontade”, eu disse, a voz um pouco rouca. Fui até eles, dei um beijo no rosto do Luiz – sentindo o cheiro familiar dele – e depois no de Marcos, demorando um segundo a mais, deixando meus seios roçarem de leve no peito dele. “Querem uma bebida?”
Eles se sentaram no sofá grande da sala, o mesmo onde eu e Roberto assistíamos TV com os netos aos domingos. Eu servi uísque para os três, inclinando-me devagar para colocar os copos na mesinha de centro, sabendo que a blusinha se abria e mostrava meus seios quase inteiros, os mamilos duros roçando o tecido. Quando me virei para sentar entre eles, levantei a saia discretamente – só o suficiente para que os dois vissem que eu não usava nada por baixo –

e me sentei no colo do Luiz primeiro, de costas para ele, as pernas abertas sobre as coxas dele, a saia subindo até a cintura.
“Vocês não imaginam como eu esperei por isso…”, murmurei, rebolando devagar contra o volume duro que já sentia crescendo na calça do Luiz. Ele passou as mãos fortes pelos meus quadris, subindo pela blusa e apertando meus seios por cima do tecido, beliscando os mamilos até eu gemer baixo. Marcos assistia tudo, os olhos fixos na minha buceta exposta, já brilhando de excitação. Ele se aproximou, ajoelhou no tapete à nossa frente e abriu minhas pernas mais ainda.
“Caralho, Elena… que buceta linda… madura, molhada…”, ele murmurou, passando os dedos grossos pelos meus lábios inchados, sentindo como eu estava encharcada.

Eu arfei quando ele enfiou dois dedos de uma vez, mexendo devagar, enquanto Luiz abria minha blusa e chupava meus seios, mordendo de leve os mamilos. Roberto estava na poltrona ao lado, calça aberta, se masturbando devagar, olhos vidrados: “Isso, amor… se entrega pros dois… deixa eles te usarem no nosso sofá.”

Eu me sentia uma vadia completa. Dois homens jovens, fortes, me tocando ao mesmo tempo na sala da minha casa. Luiz baixou a calça, o pau enorme que eu já conhecia tão bem saltou livre, e eu me levantei só o suficiente para sentar nele de costas, sentindo a cabeça grossa abrir minha buceta devagar, me enchendo inteira.

Gemi alto quando ele entrou até o fundo, as bolas batendo contra mim. Marcos se levantou, tirou a calça e colocou o pau duro na minha boca – outro pau grande, talvez um pouco mais comprido que o do Luiz, veias saltadas, cheiro forte de macho excitado.

Eu chupei com vontade, a boca cheia, saliva escorrendo, enquanto rebolava no colo do Luiz, sentindo o pau dele bater fundo na minha buceta a cada movimento. Marcos segurava meu cabelo grisalho com firmeza, fodendo minha boca devagar, gemendo rouco: “Que boca gostosa… engole tudo, Elena…”. Eu alternava: chupava um, depois o outro, enquanto o Luiz me fodia por trás, as mãos apertando minha bunda, abrindo as nádegas para Marcos ver tudo.
Em certo momento, eles me colocaram de quatro no sofá, de frente para Roberto. Luiz meteu na minha buceta de novo, forte e ritmado, enquanto Marcos se posicionou na minha frente e enfiou o pau na minha boca.

Eu gemia abafado, o corpo balançando entre os dois, sentindo os tapas das peles, o suor escorrendo, os gemidos dos três misturados com os meus. Roberto se aproximou, ajoelhou ao lado e gozou na minha cara enquanto eu chupava o Marcos, murmurando: “Você é perfeita assim, amor… toda usada pelos dois…”

Depois, eles me sentaram no sofá de frente para eles, pernas abertas, e se revezaram: um metia na buceta, o outro na boca, depois trocavam. Eu gozei duas vezes seguidas, tremendo toda, gritando alto, as unhas cravadas no estofado. No final, os dois gozaram quase ao mesmo tempo: Luiz dentro da minha buceta, enchendo tudo de porra quente, e Marcos na minha boca, jatos grossos que eu engoli com prazer, deixando escorrer um pouco pelo queixo.

Quando eles foram embora, eu fiquei ali, deitada no sofá, saia amassada na cintura, blusa aberta, corpo marcado, porra escorrendo pelas coxas. Roberto me abraçou, beijou minha boca melada e sussurrou: “Amei ver você assim… vamos repetir?”
Eu sorri, ainda ofegante: “Todo mês… com mais amigos, se você quiser.”
Aos 62 anos, me redescobri e estou na minha melhor fase…
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