CONTO: ELES A COMERAM NA MINHA FRENTE… e eu nunca gozei tanto.

Casei com a Sueli muito cedo: eu com 20 anos, ela com apenas 17. Era de parar o trânsito, olhos verdes brilhantes, seios grandes e firmes, cintura fina, bunda redonda e empinada que parecia esculpida. Quando nos casamos ela ainda era virgem, e eu, apesar de ter tido poucas namoradas, carregava desde a adolescência uma insegurança danada: nos vestiários dos jogos de futebol eu via que os amigos tinham tudo maior que eu.

Meu pau duro media só 13 cm. Aquilo me frustrava, mas com a Sueli tudo parecia perfeito. Ela era fogo puro. Bastavam alguns beijos mais demorados, uma mão deslizando por baixo da blusa ou da saia, e ela já se desfazia toda: tirava a roupa rapidinho, abria as pernas, molhava tudo, pedia pra eu entrar logo.

Vivíamos bem. Eu tinha um bom emprego de vendedor, morávamos numa casa confortável, ainda sem filhos porque ela queria terminar a faculdade primeiro. Nos fins de semana saíamos bastante, principalmente pra festas e baladas, porque Sueli adorava dançar.

Eu não era muito fã, mas adorava ficar olhando. Ela rebolava como ninguém, sensual pra caralho, não importava o ritmo. E, apesar do meu “pequeno problema”, quase nunca sentia ciúme. Ela me passava uma segurança absurda.

Com o tempo, comecei a trazer filmes pornôs pra gente assistir junto. Ela ficava hipnotizada com aqueles paus gigantes, grossos, latejando na tela. Às vezes comentava, meio sem graça, meio curiosa: “Nossa, amor… que tamanho…”. Eu brincava, dizia que eram de borracha, que só o meu era de verdade. Mas uma noite, depois de umas taças de vinho a mais, ela deitou a cabeça no meu peito e sussurrou, voz manhosa:
“Amor… acho que eu não aguentaria uma coisa tão grande assim na minha bucetinha… teu pintinho já me deixa ardendo às vezes…”

Aquilo acendeu uma faísca. Virei ela de quatro, entrei devagarinho e comecei a meter falando sacanagem no ouvido dela:
“Você aguentaria sim, minha putinha… ia abrir toda, ia rebolar gostoso, ia gemer pedindo mais… imagina uma rola grossa te rasgando toda…”

Ela tentou protestar, disse que era “santinha”, mas o corpinho entregou. Quanto mais eu descrevia um homem forte, pauzudo, socando fundo, mais ela rebolava louca, mais a buceta apertava, até gozar tremendo, gritando de um jeito que nunca tinha feito só comigo.

Naquela noite a vadia que morava dentro da minha esposa acordou.

Alguns dias depois fomos a uma festa numa cidade vizinha. Ela tomou vinho demais e, na volta, viu um motel na estrada e mandou parar:
“Para aí, amor… quero você agora, num lugar diferente.”

Nem esperei a garagem fechar direito. Ela desceu do carro, arrancou o vestidinho colado num só movimento, ficou só de lingerie de oncinha e saiu andando rápido pela traseira do carro. Quem estivesse olhando viu tudo: peitos balançando, calcinha minúscula marcando a buceta. No quarto transamos como loucos.

Depois, relaxados, ligamos a TV do motel. Passava um pornô pesado: um negão alto, musculoso, pau preto, grosso, venoso, metendo sem dó numa loirinha que parecia muito com a minha Sueli. Ela não tirava os olhos. Pegou no meu pau já duro de novo e sussurrou, toda dengosa:
“Meu Deus… olha isso… minha bucetinha até piscou só de olhar…”

Puxei ela pra cima de mim, enfiei de novo e falei bem baixinho no ouvido:
“Imagina se fosse você aí, amor… abrindo essas perninhas pra ele te encher toda… engolindo esse pauzão inteiro…”

Ela gemeu alto, rebolou com força, gozou me apertando tanto que quase desmaiei de tesão. Depois, no banho, ainda com o corpo molhado, ela me olhou com carinha de safada:
“Você fala cada coisa… se um dia eu topar um pau assim de verdade, a culpa é toda sua, hein?”

Eu ri… mas meu pau latejou só de imaginar.

A oportunidade veio mais rápido do que eu pensava.

Uma boate GLS famosa ia inaugurar na cidade vizinha, com shows de sexo ao vivo.

Consegui três convites: eu, Sueli e a amiga dela solteira, Sara, que estava passando uns dias em casa depois de se separar. Sara era um ano mais nova, morena, corpo tão perfeito quanto o da minha esposa, e todo mundo dizia que eram parecidíssimas. Pelo que eu sabia, também era bem safadinha.

No dia do evento, enquanto elas se arrumavam, eu já ia enchendo as taças de vinho. Sueli vestiu um microvestido preto coladíssimo, costas praticamente nuas até o começo da bunda, sem sutiã, salto altíssimo que deixava a bunda ainda mais empinada. Sara veio de vermelho, curto, decote profundo, pernas de tirar o fôlego. As duas estavam lindas, já alegres, rindo alto, olhos brilhando de vinho.

No carro, antes de descer, eu disse:
“Hoje vocês vão ser as rainhas. Sem calcinha, tá? Quero vocês livres, sentindo cada esfregada…”

Sueli hesitou dois segundos… depois levantou o vestido, tirou a calcinha fio-dental preta e jogou no banco de trás, rindo. Sara fez o mesmo. Duas bucetinhas lisinhas, já úmidas de expectativa, prontas pra tudo.

Na boate, lotada, luz baixa, música pulsando forte. Servi mais vinho. Mandei as duas dançarem. Elas foram, rebolando como duas deusas, chamando todos os olhares da casa. Quando anunciaram o show erótico, corremos pro palco.

Eu fiquei na frente, as duas atrás de mim, encostadas nos meus ombros. O primeiro casal entrou: ele de sunga apertada mostrando um volume assustador; ela só de calcinha e sutiã. Quando ele tirou a sunga, saltou um pau enorme, grosso, cabeçudo. A mulher caiu de boca, engasgando, babando, ele segurando firme no cabelo e socando fundo. Sueli apertou meu ombro e sussurrou quente no meu ouvido:
“Amor… tô molhando tudo… olha o tamanho disso…”

Passei a mão por trás, entre suas coxas: estava encharcada. Sara gemia baixinho do outro lado, já sendo roçada por alguém.

Entrou o segundo casal: ela loira, alta, linda; ele um negão musculoso, pau ainda maior, preto, brilhoso de tão duro. Começaram a foder com força, sem pudor, socando de quatro, de lado, ela gritando de prazer. A plateia delirava.

Foi aí que senti: uma mão grande abrindo as coxas da minha esposa por trás. Sueli se inclinou mais no meu ombro, ofegante:
“Amor… tem um cara… tá esfregando um pau enorme na minha bunda… o que eu faço?”

Empurrei o quadril dela levemente pra trás e sussurrei:
“Deixa, meu amor… sente ele… abre pra ele… mostra que você é gostosa…”

Segundos depois ela soltou um gemido longo, abafado. Desci a mão: um pau grosso, quente, estava deslizando pra dentro dela, abrindo aquela bucetinha que até então só tinha conhecido o meu. Ela rebolava devagar, discreta, mas com vontade, engolindo tudo centímetro por centímetro.

Do outro lado, Sara gemia igual, sendo comida também por outro cara.

Eu nunca senti um tesão tão insano. Minha esposa ali, na minha frente, sendo fodida por um estranho enquanto a gente assistia o show. Ela gozou primeiro, tremendo inteira, me apertando forte, a bucetinha pulsando em volta daquela rola grossa. Logo depois o cara gozou dentro dela: senti o calor escorrendo pelas coxas quando ele saiu devagar e sumiu na multidão.

O show ainda continuava. Passei a mão nas duas: as coxas das minhas vadias estavam meladas de porra. Levei elas até a mesinha do canto, peguei guardanapos e mandei irem ao banheiro se limpar.

Voltaram minutos depois com carinha de meninas boas, sorrindo, olhos brilhando. Sueli me beijou com língua e sussurrou:
“Você é o melhor marido do mundo… nunca senti nada igual na vida…”

Sara beijou meu pescoço e completou:
“Quando chegarmos em casa você vai ser muito bem recompensado…”

E foi.

Em casa, as duas de joelhos no chão da sala, me chupando juntas, se beijando com meu pau no meio, lambendo as bolas, engolindo até o talo, até eu gozar jatos e mais jatos na boca das duas. Depois transei com as duas a noite inteira, revezando, uma chupando enquanto eu comia a outra, até o sol raiar.

Naquela noite minha esposa descobriu o que era ser comida de verdade por um pau grande.
E eu descobri que ver ela sendo possuída assim me fazia gozar como nunca tinha gozado antes.

Depois disso… os chifres começaram a crescer. E eu nunca estive tão feliz em usá-los.

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