CONTO – Fiquei com meu patrão

Me chamo Amanda, tenho 30 anos, sou casada, sou de SP, e o que contarei aqui aconteceu durante os meus 3 ultimos meses no meu antigo trabalho, no qual sai em novembro do ano passado.

Eu chegava às 08:00 e os patrões já estavam de saída. O pessoal trabalhava 24 horas no local e meu chefe mesmo chegava sempre as 08:30. Bom, sempre achei meu patrão bonito, sou casada e bem casada. A minha vida sensual era bem ativa com meu marido.

Um belo dia, eu cheguei no trabalho como diarista de costume e fui arrumar a mesa. Conversamos um pouco e logo eu já tinha feito tudo ali. Eu comecei a minha arrumação e como não vi meu patrão, achei que ele já tinha saído e fui pegar algumas coisas em sua sala para adiantar o serviço.

Então estava olhando uma papelada em sua mesa quando meu ele saiu do banheiro só de toalha o com o corpo ainda meio molhado. Me assustei porque não escutei o chuveiro.

Pedi desculpas e sai do seu escritório. Cinco minutos depois ele não saía então fui fazer outras coisas do meu trabalho. Pouco tempo depois vi que a porta estava entre aberta e fui ver o que seria. Quando cheguei não consegui tirar o olho, quando dei por mim ele tava segurando o pau e olhando pra mim, eu saí e fui para a área de serviço. Nesse dia não aconteceu nada.

No outro dia, fui pro trabalho como de costume. Eu como de costume sempre chego mais cedo e organizo todo o escritório dele. Quando entrei no banheiro, ele estava lá peladão tirando a roupa molhada, eu pedi desculpas e fui saindo quando ele segura no meu braço. Ele me segurou e disse:

– Eu vi você olhando pro meu pau ontem!

Ele então segura minha mão e pois no pau dele, eu tentando tirar minha mão, mas ele me segura e eu segurando-a comecei a sentir a crescer e a ficar dura, o do meu marido era maior, mais a dele é mais grossa, eu estava tomada pelo tesão.

Eu comecei a punhetar, ele levantou minha blusa e ficou olhando meus peitos. Meu sutiã abria na frente, ele não disse nada, só segurou no meu ombro mi forçando pra baixo, eu entendi o recado, o pau de era lindo eu caí de boca e fui chupando com muito tesão.

Continuei chupando muito, ele gemia até que ele segurou minha cabeça e começou a fuder minha boca.

e enquanto eu chupava ele passava a mão na minha buceta que tava bem molhada de tesão. Ele gemia e eu chupava muito e punhetava. Ele me segurava e colocou todo minha boca, quando ele acelerou os movimentos eu notei que ele iria gozar. Ele então gozou gostoso e eu engoli tudo.

Com medo de alguém chegar eu então fui continuar meu trabalho. Eu estava na sala quando ele veio e me agarrou por trás roçando aquele pau, notei que estava duro, ele pediu mais uma chupada e tirou o pau pra fora!

Eu sentei no sofá e chupei gostoso, pedi pra ele sentar no sofá, era hora de eu sentir aquela vara, virei de costa e sentei e comecei a rebolar. Nossa tava uma delícia nem pensei no meu marido, tava tão gostoso até ouvi o celular dele tocar, ele parou e disse é a patroa, fica quietinha.

Ele atendeu comigo no pau dele, levantei e cai de boca novamente, ele terminou de falar e levantou, pediu pra eu ficar de quatro no sofá,

e ele colocou gostoso na minha buceta e começou o vai e vem segurando forte.

Ele tirou da minha buceta e pois no meu cu, no começo doeu um pouco, mais o tesão era maior, entrou tudo, depois de um vai e vem gostoso ele me virou e me colocou de frango assado e colocou de novo no meu cu e com dedo em minha buceta.

Quando ele anunciou o gozo, eu pedi pra ele dar na minha boca, e ele me deu mais leitinho que eu adoro. Nos recompomos e eu fui fazer meus serviços.

Depois daquele dia, tudo mudou. Eu não conseguia parar de pensar nele, no pau grosso dele, no jeito que ele me pegava com força, sem pedir licença, como se eu fosse dele. Meu marido nem desconfiava, e eu… eu estava viciada. Era como se tivesse aberto uma porta que eu não queria mais fechar.

No dia seguinte, eu já cheguei diferente. Acordei com tesão, me arrumei com calma, escolhi uma calcinha fio dental preta bem pequena, daquelas que mal cobre a buceta e deixa tudo à mostra por baixo da saia. E aí, numa loucura que nem eu acreditava que estava fazendo, peguei aquele plug anal médio que meu marido tinha me dado de presente de aniversário (ele adora me ver de quatro com aquilo enfiado) e coloquei. Lubrifiquei bem, respirei fundo, e fui empurrando devagarinho até sentir ele todo lá dentro, me enchendo, me deixando com aquela pressão gostosa que faz a buceta pulsar só de andar.

Cheguei no trabalho mais cedo que o normal, já com o corpo quente, o plug me lembrando a cada passo que eu estava ali pra ser puta dele. Quando entrei na sala, ele já estava lá, de camisa social aberta no peito, olhando pra mim com aquele olhar de quem já sabe o que quer.

— Tá diferente hoje, Amanda… — ele disse, se aproximando devagar, já passando a mão na minha bunda por baixo da saia.

Eu nem respondi com palavras. Só virei de costas, levantei um pouco a saia e mostrei. Quando ele viu o fio dental enfiado no meio da bunda e o brilho do plug aparecendo entre minhas nádegas, ele soltou um gemido rouco e já colou o corpo no meu.

— Puta que pariu, tu veio assim pra mim? — ele falou, já com a voz grossa de tesão, enfiando o dedo no plug e girando devagar.

Eu gemi alto, as pernas tremendo. A sensação do plug sendo mexido enquanto ele apertava minha bunda era insana. Minha buceta já estava encharcada, escorrendo pela coxa. Ele me virou de frente, me jogou em cima da mesa do escritório, abriu minha blusa com força, arrancou o sutiã e caiu de boca nos meus peitos, chupando forte, mordendo o bico enquanto uma mão descia pra minha buceta.

— Tô vendo que tu veio preparada pra levar pica hoje… — ele rosnou, enfiando dois dedos de uma vez na minha buceta molhada.

Eu só conseguia gemer, rebolando no dedo dele, sentindo o plug me arrombar por dentro a cada movimento. Ele tirou o pau pra fora, já latejando, vermelho, grosso como sempre, e começou a esfregar na minha buceta por cima da calcinha.

— Quero te foder com esse plug no cu. Quero sentir ele enquanto te como inteira.

Eu já estava louca. Levantei a saia até a cintura, abri as pernas na mesa e disse:

— Então vem… mas hoje eu quero sentir você gozar dentro do meu cu. Quero que goze dentro de mim hoje.

Ele arregalou os olhos, o tesão subindo tanto que ele quase tremia. Tirou minha calcinha de lado, pegou o plug e começou a girar devagar, puxando um pouco pra fora e empurrando de novo, me fazendo gritar de tesão. Depois tirou o plug com calma, me deixando com o cu piscando, aberto, pronto pra ele.

Ele meteu na minha bucetinha molhada

Ele cuspiu no pau, passou na entrada do meu cu e começou a empurrar. Eu sentia cada centímetro entrando, queimando, me rasgando de um jeito gostoso que doía e dava prazer ao mesmo tempo. Quando entrou tudo, ele segurou minha cintura com força e começou a meter fundo, sem dó.

— Caralho, Amanda… teu cu tá me sugando… aperta meu pau vai…

Eu estava em outro mundo à parte. Sentia o pau dele me invadindo, me enchendo, batendo fundo, enquanto minha buceta escorrendo, latejando vazia. Ele metia forte, o som dos corpos batendo ecoava na sala, meus peitos balançando a cada estocada.

— Goza dentro, amor… goza no meu cuzinho… quero sentir quente lá dentro… — eu pedia, quase chorando de tesão.

Ele acelerou, gemendo alto, suado, louco. Segurou meus cabelos, me puxou pra trás e meteu até o talo. Senti ele pulsar dentro de mim, inchando mais ainda, e aí veio… ele gozou forte, jatos quentes e grossos enchendo meu cu, escorrendo pra dentro, me marcando. Eu gozei junto, tremendo inteira, a buceta se contraindo sozinha, o corpo todo em espasmo.

Ele ficou dentro de mim um tempo, ofegante, beijando meu pescoço, ainda duro. Quando saiu, o gozo escorreu quente pelas minhas coxas. Eu me virei, ainda de pernas abertas na mesa, e chupei o pau dele limpinho, saboreando o gosto do meu cu misturado com o leitinho dele.

Naquele dia, eu saí do trabalho com o cu latejando, cheio do gozo dele, a calcinha encharcada, o corpo mole de tanto gozar. E sabia que no dia seguinte… eu ia querer mais. Muito mais.

E a gente continuou assim. Mesmo depois que eu saí do emprego, a gente ainda se encontra. Às vezes no motel, às vezes no carro, às vezes até na casa dele quando a mulher viaja. Eu sou casada, ele é casado… mas esse fogo ninguém apaga. E eu não quero que apague nunca.

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