Conto: O primeiro negro da minha esposa.
Eu sempre soube que meu casamento com Raquel era especial, mas nunca imaginei que ele evoluiria para algo tão intenso e viciante como isso.
Sou Marcus, e essa é a minha história….
Tudo começou há alguns meses, quando Raquel, minha esposa linda de 32 anos, com curvas perfeitas e uma pele branquinha que me enlouquece, começou a demonstrar um interesse sutil por fantasias que iam além do nosso quarto.
No início, eram comentários casuais durante nossas noites quentes de sexo. Ela sussurrava coisas como “E se outro homem me tocasse enquanto você assiste?”, e eu sentia um fogo subir pelo meu corpo, uma mistura de ciúme e tesão que me deixava duro na hora.
Mas foi quando ela confessou que esses pensamentos não saíam da cabeça dela que tudo mudou.
Uma noite, depois de uma transa incrível, ela se deitou no meu peito e disse: “Marcus, eu não consigo parar de pensar nisso. Imagino um homem forte, com um pau grande e grosso, me pegando com força enquanto você olha, impotente, mas excitado. Penso no cheiro dele, no suor misturado com o meu, no jeito que ele me esticaria por dentro, me fazendo gemer alto, e você ali, tocando-se, sabendo que ele está me dando o que você não pode.”
Os detalhes que ela descrevia eram tão vívidos e provocantes que me deixavam louco.
Ela falava sobre como fantasiava com o sêmen dele escorrendo pelas coxas, marcando-me como propriedade temporária, e como isso a fazia se sentir poderosa, desejada de uma forma bem safada.
“Eu me toco sozinha durante o dia pensando nisso”, ela admitia, com os olhos brilhando de tesão. “Imagino você limpando tudo depois, lambendo o que sobrou, provando o gosto dele misturado com o meu. É sujo, é errado, mas não sai da minha cabeça, amor. Me excita tanto que molho a calcinha só de pensar.”
Eu escutava, meu coração acelerado, e respondia que aquilo me excitava também, que a ideia de vê-la gozar com outro me fazia sentir uma submissão deliciosa, como se eu fosse o guardião do seu prazer supremo.
Aos poucos, vi que ela estava quase aceitando transformar isso em realidade.
Eu notava o brilho nos olhos dela quando falávamos sobre o assunto, o jeito que ela sorria, imaginando. Meu tesão crescia ao ver aquela hesitação virando desejo puro.
Então, um dia, ela aceitou.
Estávamos na cama, e eu a incentivei: “Raquel, imagine se a gente chamasse alguém. Eu adoraria ver você se entregando, gemendo alto para outro pau.” Ela pausou, respirou fundo e disse: “Tudo bem, Amor. Vamos tentar. Mas com condições minhas.”
As solicitações dela vieram logo depois, e cada uma me deixava mais excitado, pois mostravam como ela estava entrando de cabeça na fantasia.
Primeiro, o bronzeamento artificial. Ela queria marquinhas de biquíni novas, para que o “comedor” visse o contraste na pele dela, como um convite visual.
Raquel (Esposa): “Amor, eu quero ir ao salão fazer bronzeamento. Quero marquinhas branquinhas no peito e na bunda, para que ele veja o quanto eu me preparei. Imagina ele tirando meu biquíni e descobrindo isso… vai me deixar mais safada.”
Marcus (Marido): “Meu Deus, Raquel, só de imaginar isso meu pau lateja. Eu amo a ideia de você se arrumando para outro homem. É isso que me excita na fantasia cuckold: ver você brilhando, sendo desejada, enquanto eu fico aqui, controlando o ciúme, mas morrendo de tesão por te ver feliz.”
Depois, a compra de lingerie novas. Fomos juntos à loja, e ela escolheu peças vermelhas e pretas, rendadas, que realçavam seus seios fartos e sua bunda empinada.
Raquel (Esposa): “Essa calcinha fio dental vai ficar perfeita. Quero que ele puxe ela de lado e me coma assim, sem tirar tudo. Mas e você, Marcus? Não vai ficar com ciúmes? Eu te amo, sabe? Isso é só diversão.”
Marcus (Marido): “Ciúmes? Claro que sinto um pouco, mas é um ciúme bom, que me faz querer te ver gozando mais forte. Na fantasia cuckold, o ciúme é o combustível. Eu quero ser o corninho que te apoia, que te limpa depois, que te beija sabendo que outro te fodeu. Me excita imaginar você gritando o nome dele, não o meu.”
Raquel (Esposa): “Você é louco, amor. Mas eu adoro isso em você. Vamos devagar, tá? Se eu não gostar, paramos.”
Ela se preocupava com meu ciúme, e isso nos aproximava ainda mais. Nos diálogos, eu sempre expressava como a essência da fantasia era me sentir humilhado de forma consentida, excitado pela dominação dela e do outro homem sobre mim.
Finalmente, chegou o dia da primeira vez.
Escolhemos um domingo à tarde, preguiçoso, para chamar Roberto, nosso vizinho moreno do condomínio. Ele era alto, um corpo bonito e natural, com pele escura e um sorriso lindo– o tipo que eu sabia que a excitaria.
Dissemos que era para assistir jogos na TV, uma desculpa casual.
Ele veio vestindo uma camisa de time, shorts folgados, e sentamos no sofá da sala: eu de um lado, Raquel no meio, Roberto do outro.
A TV ligada no futebol. Raquel usava um vestido curto, solto, com a calcinha bem pequena nova por baixo, e as marquinhas frescas do bronzeamento.
Começamos conversando sobre o jogo, mas Raquel flertava sutilmente, rindo das piadas dele, tocando o braço. Eu sentia meu estômago revirar de ciúme, mas meu pau endurecia no shorts. “Vai, amor, provoca ele”, eu pensei, excitado.
Raquel (Esposa): “Roberto, você é tão forte… Aposto que joga bem mais que assiste.”
Roberto (Comedor): “Ah, Raquel, se você soubesse… Eu jogo duro quando quero.”
Marcus (Marido): “Vai em frente, amor. Mostra pra ele o que você quer.”
A conversa esquentou, com aquelas indiretas, nas brincadeiras….
Raquel se inclinou para Roberto, sussurrando algo no ouvido dele, e ele sorriu, olhando para mim por aprovação.
Eu assenti, tremendo de excitação.
Eles se beijaram ali no sofá, enquanto o jogo rolava ao fundo.
Raquel gemia baixinho, as mãos dele subindo pelas coxas dela, descobrindo a lingerie. “Tira, Roberto, me come na frente dele”, ela pediu, provocante.
Eles se levantaram e foram para o quarto, eu os seguindo como um voyeur obediente.
Roberto a jogou na cama, tirou o vestido dela, revelando as marquinhas brancas contrastando com a pele bronzeada. “Que delícia, Raquel. Seu marido é sortudo… mas hoje sou eu quem vai te foder.”
Ele a beijou nos seios, chupando os mamilos endurecidos, enquanto ela arqueava o corpo.
Eu me sentei na cadeira do canto, masturbando-me devagar, assistindo ele descer a boca para a buceta dela, lambendo com fome. Raquel gemia alto: “Ah, Roberto, que língua grossa… Mais fundo!”
Ele tirou o shorts, revelando um pau grosso, veinado, maior que o meu, e a penetrou devagar, esticando-a. “Sente isso, safada? Seu marido tá vendo tudo.” Raquel olhava para mim, os olhos vidrados de prazer: “Amoooorrr, olha como ele me enche… É tão bom!”
Eles transaram com força, mudando de posições – ela por cima, cavalgando, os seios balançando; depois de quatro, ele batendo fundo. O quarto cheirava a sexo, suor e excitação. Eu gozei na minha mão só de ver, mas continuei assistindo.
No ápice, Roberto acelerou, grunhindo: “Vou gozar dentro, Raquel!”
Ela gritou: “Sim, me enche!” Ele gozou forte, pulsando dentro dela, e quando puxou para fora, o sêmen escorreu pela buceta dela, melando as coxas e os lençóis.
Meu sonho realizado: ver minha esposa melada, o leite branco contrastando com sua pele.
Roberto se vestiu, sorriu e disse: “Isso é um segredo nosso, dos três. Ninguém vai saber.” Eu o levei até a porta, agradeci baixinho, e voltei para o quarto.
Raquel estava deitada, ofegante, com o corpo brilhando de suor e sêmen. Eu me deitei ao lado dela, beijando seu pescoço.
Marcus (Marido): “Amor, o que foi mais gostoso pra você?”
Raquel (Esposa): “Ah, Amorzinhoo, tudo foi incrível, mas o mais gostoso foi sentir o pau dele me esticando no começo, grosso e quente, pulsando contra minhas paredes. Eu me sentia tão preenchida, como se ele estivesse me dominando completamente, batendo no fundo da minha buceta com cada estocada. E saber que você tava ali, vendo tudo, me fez gozar mais forte ainda.”
Marcus (Marido): “Você gozou?”
Raquel (Esposa): “Gozar? Eu gozei três vezes, amor! A primeira quando ele me chupou, a língua dele rodando no meu clitóris inchado, sugando como se quisesse me devorar. Meu corpo tremia todo, e eu apertava as coxas na cabeça dele. A segunda quando eu cavalguei, controlando o ritmo, sentindo ele bater no meu ponto G, molhada e escorregadia, gritando de prazer. E a terceira no final, quando ele gozou dentro, o sêmen quente me inundando, misturando com meu gozo, escorrendo devagar… Foi uma explosão, minhas pernas fraquejaram, e eu via estrelas.”
Marcus (Marido): “Amor, era o que você imaginava? Foi gostoso?”
Raquel (Esposa): ” Sim, Vida… adorei… foi melhor que qualquer imaginação, Marcus. Eu fantasiava com o tesão, mas a realidade foi insana – o cheiro dele, o gosto salgado na minha boca quando eu o chupei antes, o jeito que ele me pegava com força, marcando minha pele com as mãos. Foi gostoso demais, amor, me senti uma vadia no melhor sentido, livre e desejada. E você ali, meu corninho perfeito, me olhando com aqueles olhos cheios de tesão… Quero mais, mas só com você do lado. Me beija agora, prova o gosto dele em mim.”





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