Conto: Carnaval em Casa – Nós, Quatro Amigos e um Quarto Cheio de Putaria

Eu sempre soube que o carnaval era sinônimo de liberdade, de corpos suados se roçando sem pudores, de máscaras que escondem olhares famintos. Mas este ano, meu marido e eu decidimos transformar nossa casa em um bloquinho particular, longe das ruas lotadas do Rio, mas com toda a essência da folia – e um toque extra de putaria que só nós dois conhecíamos. Eu, a hotwife oficial da casa, seria a rainha do samba, do churrasco e, no final das contas, do prazer coletivo. Meu nome é Carla, e isso foi como tudo aconteceu…

Tudo começou na semana anterior. Meu marido, o Daniel, é daqueles caras que planeja tudo ele é meticuloso, safado e sempre pensando no meu prazer acima de tudo. “Vai ser épico, amor”, ele disse enquanto a gente limpava a área da churrasqueira. Eu ri, imaginando a bagunça que viria. Começamos pelos preparativos da festa “oficial”: enchemos o som com marchinhas clássicas misturadas a batidas eletrônicas pesadas, compramos fantasias leves e provocantes – eu escolhi um conjunto de top preto que mal cobria meus seios e uma saia de tule amarela que voava com o vento, revelando minha calcinha fio dental. Plumas, glitter, serpentina espalhada pelo chão. O churrasco seria o pretexto: linguiças, picanha, cerveja gelada e caipirinha a noite.

Mas o verdadeiro segredo era o quarto do “bloquinho”. Daniel transformou nosso quarto de hóspedes em um antro de safadeza. Ele passou dias montando: correntes presas na cabeceira da cama king size, algemas de couro macio penduradas no teto, uma caixa aberto com vibradores de todos os tamanhos – um rabbit rosa que eu adoro, um plug anal com controle remoto, plugs de sucção para os mamilos, óleos comestíveis e lubrificantes em gel.

Havia até um espelho no teto para eu poder me ver sendo devorada, e luzes vermelhas de neon piscando como em um motel de luxo. “Isso é pro gran finale”, ele piscou, me beijando enquanto testava o vibrador no meu clitóris, me deixando ofegante contra a parede. Eu gozei ali mesmo, só de imaginar o que viria. Convidados? Quatro amigos dele, todos solteiros, todos já testados na nossa dinâmica – o Bruno, o grandalhão tatuado que adora mamar; o Lucas, o magrelo esperto com língua de fogo; o Thiago, o atlético que fode como um pistão; e o Felipe, o charmoso que sabe usar as mãos como ninguém. Daniel os chamou por WhatsApp: “Churrasco de carnaval em casa, venham fantasiados. Vai rolar folia pesada.” Eles sabiam o subtexto, claro. Eu era o prêmio.

O dia chegou, um sábado de fevereiro, o ar úmido e quente como um beijo molhado. Eu me arrumei devagar, passando óleo corporal com cheiro de coco nos seios, na bunda empinada, deixando tudo reluzente. Daniel acendeu a churrasqueira cedo, o cheiro de carne defumada se misturando ao som de “Cidade Maravilhosa” ecoando pelos alto-falantes. Os convidados começaram a chegar por volta das 18h, cada um com uma garrafa na mão e um sorriso malicioso. Primeiro veio o Bruno, de shortinho apertado que marcava o volume generoso no pau, uma máscara de pirata no rosto. “Rainha, você tá um tesão!”, ele disse, me abraçando forte, as mãos roçando minha cintura. Eu ri e o beijei no rosto, e um sorrisinho safado.

Logo depois, o Lucas e o Thiago juntos, com colares de contas de carnaval balançando no peito peludo do Thiago. “Carla, essa saia é um convite pro pecado”, provocou o Lucas, me girando no ar como em uma roda de samba. Eu girei devagar, deixando a saia subir um pouco e quase mostrar minha bunda redonda. Por último, o Felipe, atrasado como sempre, de camisa aberta revelando o abdômen , carregando uma caixa de som portátil. “Desculpa o delay, mas trouxe reforço pro som da putaria”, ele brincou, me dando um beijo na boca inesperado… rsrs que durou um segundo a mais do que o educado. Daniel observava tudo de longe, virando as carnes na grelha, seu pau já meia-bomba na bermuda folgada. Ele adora me ver flertar; é o que nos une.

A noite rolou como um samba-enredo: cervejas abrindo em cascata, pratos cheios de picanha suculenta e linguiça apimentada, corpos dançando no quintal sob as luzes de pisca-pisca. Eu era o centro, a rainha de fato – girando entre eles, deixando mãos acidentais roçarem meus seios, aceitando shots de cachaça diretamente na boca enquanto alguém lambia o excesso do meu pescoço. O Bruno me puxou pra dançar uma marchinha, seu corpo colado ao meu, o pau duro pressionando minha virilha. “Tá sentindo o que isso causa, Carla?”, ele sussurrou. Eu reboluei mais forte, sentindo o calor subir entre as pernas. O Lucas se juntou, beijando minha nuca, enquanto Thiago servia outra caipirinha, seus dedos traçando linhas na minha coxa. Felipe filmava tudo no celular – “pra memória do bloquinho” –, mas eu sabia que era pra rever depois, se masturbando com a visão de mim.

O suor escorrendo pelos vales dos meus seios, a música pulsando como um coração acelerado. Por volta da meia-noite, com o quintal uma bagunça de copos vazios e serpentinas pisadas, Daniel me puxou pro lado, sua mão possessiva na minha bunda. “Hora do gran finale, rainha. Os caras tão loucos por você.” Seus olhos brilhavam de tesão. Ele chamou todo mundo com um grito: “Galera, o bloquinho de verdade começa agora! Sigam a rainha pro quarto secreto.” Os quatro pararam, olhares se acendendo como fogos de artifício. Eu sorri, sentindo o poder – eu era o troféu, a deusa da folia.

Entramos no quarto como uma procissão safada, a porta se fechando atrás de nós com um clique que soou como uma promessa. As luzes vermelhas nos banharam, e eu me joguei na cama, abrindo os braços. “Vem, meninos. A rainha quer ser coroada.” Daniel foi o primeiro, me despindo devagar, arrancando o top e chupando meus mamilos duros como pedras, enquanto prendia minhas mãos nas correntes da cabeceira.

O Bruno se ajoelhou entre minhas pernas, abrindo-as com mãos firmes, lambendo minha buceta já encharcada através da calcinha. “Que delícia, Carla… molhada pro carnaval todo.” Eu gemi alto, arqueando as costas.

O Lucas pegou o vibrador rabbit, ligando-o no máximo e pressionando contra meu clitóris, enquanto Thiago untava óleo nos meus seios, massageando até eu implorar. Felipe, sempre o cavalheiro safado, enfiou o plug anal devagar, o zumbido baixo me fazendo tremer.

Daniel assistia, pau na mão, dirigindo a cena: “Fode a boca dela, Bruno.” E eu abri os lábios, engolindo o pau grosso dele até a garganta, engasgando de prazer enquanto o vibrador me levava ao primeiro orgasmo – um grito abafado, pernas convulsionando.

A putaria se desenrolou sem fim. Eles me rodaram: Thiago me fodeu por trás, seu pau grosso esticando minha buceta enquanto o plug vibrava no cu; Lucas na minha boca, gemendo meu nome; Felipe nos mamilos, mordendo até doer gostoso.

Daniel trocava posições, às vezes me penetrando com força, às vezes me deixando ser o centro – eu montando o Bruno, rebolando como no samba, enquanto os outros se masturbavam ao redor, gozando em jatos quentes no meu corpo reluzente. Correntes tilintando, vibradores zumbindo, gemidos ecoando como tambores.

Eu gozei tantas vezes que perdi a conta – uma rainha no trono de lençóis encharcados, comandando: “Mais forte, Thiago! Chupa mais, Lucas!” No final, todos deitaram ao meu redor, exaustos, eu no meio, coberta de suor, sêmen e glitter, o corpo pulsando de satisfação.

Quando o quase sol raiou, eles foram embora com beijos e promessas de repeteco. Daniel me desamarrou, me abraçando forte. “Você foi perfeita, minha rainha.” E eu soube: o carnaval em casa tinha sido o melhor de todos. Porque, no fim, a folia verdadeira é aquela que a gente cria no corpo, no desejo, sem máscaras. Ano que vem? Já tô planejando o próximo bloquinho.

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