Relato: Como eu convenci minha esposa a querer outro homem!
Meu nome é Rodrigo, e eu e Andrea estamos casados há 25 anos. Desde o começo do nosso relacionamento, eu sempre tive esse fetiche secreto: a ideia de vê-la com outro homem me excitava de uma forma que eu mal conseguia explicar. Não era ciúme ou insegurança; era puro tesão, a fantasia de compartilhar sua beleza e seu prazer com alguém mais. Mas Andrea era mais conservadora, criada em uma família tradicional, e toda vez que eu tentava tocar no assunto, ela ria nervosamente ou mudava de conversa.
Eu tentava estratégias sutis no começo comentava sobre casais liberais em filmes ou séries que a gente via juntos, mandava artigos “inocentes” sobre relacionamentos abertos, ou até brincava durante o sexo, dizendo coisas como “Imagina se tivesse outro cara aqui te tocando”.
Mas nada funcionava. Ela sempre respondia com um “Ah, amor, você é louco” e fechava o assunto. Eu insistia, mas acabava parecendo forçado, e isso só a deixava desconfortável. Cheguei a ponto de sugerir uma viagem para um resort liberal, disfarçando como “uma aventura romântica”, mas ela percebeu e disse que preferia algo mais íntimo só entre nós dois. Depois de tantas tentativas frustradas, eu comecei a achar que era melhor desistir. Não queria pressioná-la e arriscar nosso casamento, que era incrível em todos os outros aspectos.
Mas o desejo não sumia. Eu pesquisava histórias online, via vídeos (sempre escondido), e isso só alimentava mais o fogo.
Foi aí que eu decidi mudar completamente a abordagem.
Em vez de falar diretamente sobre outro homem, eu foquei em aumentar a autoestima dela e introduzir novidades no nosso sexo de forma gradual, sem pressão. Andrea sempre foi linda – curvas perfeitas, pele morena suave, olhos castanhos que brilham quando ela sorri , mas ela tinha inseguranças sobre o corpo depois de ter nosso filho. Eu via isso como uma oportunidade. Comecei elogiando-a mais no dia a dia: “Você está tão gostosa nessa roupa, amor”, ou “Seu sorriso me deixa louco”. Ela ria, mas eu via que aquilo a fazia se sentir bem.
O próximo passo foi investir em brinquedos. Eu comprei online, discretamente, um consolo realístico mais grosso que o meu – uns 18 centímetros de comprimento e bem espesso, com veias texturizadas para dar mais sensação. Também peguei um plug anal pequeno, de silicone macio, com uma base brilhante, e alguns lubrificantes aromatizados. Chegou tudo em uma caixa discreta, e eu esperei o momento certo. Uma noite, depois de um jantar romântico em casa, eu a levei para o quarto e mostrei os “presentes”. “Amor, eu quero te ver gozando como nunca. Vamos experimentar algo novo?”, eu disse, beijando seu pescoço. Ela hesitou, mas curiosidade venceu, e concordou em experimentar o consolo primeiro.
Comecei devagar. Deitei-a na cama, com as luzes baixas e uma playlist suave tocando. Tirei sua roupa peça por peça, elogiando cada parte: “Seus seios são perfeitos, Andrea, tão macios e cheios… Olha como eles cabem na minha mão”. Ela corou, mas sorriu. Usei o lubrificante para massagear sua buceta devagar, circulando o clitóris com os dedos enquanto beijava sua barriga. “Você é a mulher mais sexy do mundo, amor. Eu amo ver você assim, toda molhadinha pra mim”. Ela gemeu baixinho, se abrindo mais. Peguei o consolo e o mostrei pra ela: “Olha isso, bem grosso… Imagina como vai te preencher”. Ela mordeu o lábio, um misto de nervoso e excitação.
Eu me posicionei entre suas pernas, segurando o consolo com uma mão e usando a outra para acariciar seus mamilos. Comecei roçando a ponta na entrada dela, devagar, molhando-o com o lubrificante e os sucos dela. “Relaxa, amor, vai entrar gostoso… Sente como é grosso, vai te esticar um pouquinho”. Ela arfou quando eu empurrei a cabeça pra dentro, devagarinho, centímetro por centímetro. “Ah, amor… É grande…”, ela sussurrou, agarrando os lençóis. Eu parei, beijei sua coxa interna e disse: “Você é incrível, meu anjo. Olha como sua bucetinha está engolindo ele… Tão linda, tão molhada. Me diz se tá bom, amor”. Ela relaxou, ofegante: “Tá… Continua”. Eu comecei a mover devagar, empurrando mais fundo, sentindo como o consolo a abria. Com a mão livre, eu massageava seu clitóris em círculos lentos, sincronizando com os movimentos. “Isso, amor, sente ele te preenchendo todo… Imagina o quanto você é desejável, como qualquer homem ficaria louco pra te ver assim”. Ela gemeu mais alto, as pernas tremendo. “ai morrrr… Ah, que delícia… Mais rápido”.

Aumentei o ritmo, penetrando com mais força, mas sempre carinhoso, olhando nos olhos dela. “Você é perfeita, vida. Seu corpo é feito pro prazer… Olha como esse consolo desliza fácil, você tá tão excitada”. Eu alternava: puxava quase todo pra fora e empurrava de novo, sentindo a resistência inicial dar lugar a um deslizar suave. “Me diz o que você sente, amor. Tá gostoso ser esticada assim?”. Ela respondeu entre gemidos: “Sim… É grosso, me enche toda… Não para”. Eu sorri, beijando sua boca enquanto acelerava, o consolo agora entrando e saindo ritmadamente, batendo no fundo dela. “Você merece isso e mais, minha rainha. Eu amo te ver gozando forte ,e outro pau”. Com o polegar, eu pressionava seu clitóris mais firme, e ela gozou gritando meu nome, o corpo convulsionando ao redor do brinquedo.
Depois dessa noite, eu comecei a tirar fotos com o consentimento dela, é claro. No começo, eram poses sensuais com lingerie nova que eu comprei, elogiando: “Olha essa foto, amor, você parece uma deusa. Seu bumbum é irresistível”. Ela ria envergonhada, mas via as fotos e se sentia sexy. Aos poucos, as fotos evoluíram para durante o sexo: eu capturava ela com o consolo dentro, ou com o plug anal inserido. O plug foi o próximo passo. Uma tarde de domingo, eu a preparei com massagem: “Deixa eu te mimar, amor. Esse plugzinho vai te fazer sentir coisas novas”.
Lubrifiquei bem, massageei seu ânus devagar, circulando com o dedo antes de inserir o plug pequeno. “Relaxa, vai entrar fácil… Sente como é bom ser preenchida atrás também”. Ela gemeu: “Ah, amor… É estranho, mas gostoso”. Com o plug no lugar, eu usei o consolo na frente, penetrando devagar enquanto o plug adicionava pressão extra. “Olha como você tá safada, amor, com dois buracos preenchidos… Você é incrível, me deixa tão duro”. Eu movia o consolo em vai e vem, estimulando seu clitóris com a boca, lambendo devagar. “Sente isso, amor? O plug te aperta por dentro, e o consolo te fode gostoso… Me diz se tá bom”. Ela respondia: “Tá maravilhoso… Me faz gozar, amor”. Eu acelerava, chupando seu clitóris enquanto empurrava o consolo fundo, e ela explodia em orgasmos múltiplos.





Com o tempo, esses elogios constantes e as fotos a fizeram se sentir mais confiante. Ela começou a posar sozinha, mandando nudes pra mim durante o dia, e nosso sexo ficou mais intenso. Eu via que ela estava mais aberta: durante as brincadeiras, eu sussurrava coisas como “Imagina se esse consolo fosse de verdade, de outro cara te fodendo assim”. No começo, ela só gemia, mas aos poucos respondia: “Talvez… Se você quiser”. Foi aí que percebi que a estratégia estava funcionando. Ela estava com mais tesão, se masturbando sozinha com o consolo quando eu viajava a trabalho, e até brincava sobre “provar algo novo”. Não forcei, mas continuei nutrindo isso com carinho, sempre priorizando o prazer dela. Hoje, estamos explorando mais, e quem sabe onde isso vai levar. Andrea é tudo pra mim, e ver ela florescer assim é o maior tesão da minha vida. E foi aos poucos que fui conseguindo convencer… depois de muito tempo que ela ja sentia prazer com o brinqueinho… eu dei mais um passo…
Com o tempo, as noites com o consolo grosso viraram rotina deliciosa. Andrea já pedia por ele sozinha, se masturbava com ele quando eu chegava tarde do trabalho, e mandava fotos safadas com legendas como “Senti falta disso hoje…”. Eu via que ela estava mais confiante, mais sensual, mais aberta ao prazer sem pudor. Mas eu sabia que o próximo passo era crucial: trabalhar a imaginação dela sem forçar, deixando que a fantasia nascesse dela mesma.
Uma noite de sexta, depois de um banho quente juntos, eu a deitei de bruços na cama, com o plug anal já inserido (ela agora adorava a sensação de estar preenchida dos dois lados). Lubrifiquei bem o consolo, posicionei-me atrás dela e comecei a penetrá-la devagar, sentindo como sua buceta se abria gulosa ao redor do brinquedo grosso. Enquanto empurrava centímetro por centímetro, eu me inclinei sobre as costas dela, beijando sua nuca e sussurrando bem perto do ouvido, com voz baixa e rouca:
“Imagina, amor… imagina que não sou eu quem tá te fodendo agora com esse pau grosso… imagina que é outro homem, um cara forte, desconhecido, que te pegou só pra te fazer gozar gostoso enquanto eu assisto tudo.”
Ela arfou alto, o corpo tremendo levemente. Eu parei por um segundo, só a cabeça do consolo dentro dela, e continuei:
“Ele te segura pelos quadris, te puxa pra trás com força… te enche toda, estica sua bucetinha do jeito que você merece ser esticada. E eu fico aqui do lado, vendo cada centímetro dele desaparecer dentro de você, vendo sua carinha de prazer, ouvindo você gemer pra ele.”

Comecei a mover devagar de novo, empurrando fundo e puxando quase todo pra fora, ritmado, enquanto massageava seu clitóris com os dedos em círculos lentos e firmes. Ela enterrou o rosto no travesseiro, gemendo abafado, mas eu ouvia claramente:
“Ah… amorrr… continua…”
Eu acelerei um pouco, batendo mais forte no fundo, o consolo entrando e saindo com um barulhinho molhado que me deixava louco.
“Imagina ele te virando de quatro assim, te fodendo sem dó… te chamando de safada, dizendo que você é a mulher mais gostosa que ele já comeu. E você rebola pra ele, amor, rebola pedindo mais, gozando no pau dele enquanto eu filmo tudo, enquanto eu vejo minha esposa se entregando inteira.”
Ela começou a tremer mais forte, as coxas se contraindo, o plug anal pressionando por dentro e aumentando tudo. Eu segurei firme nos quadris dela, imitando o movimento de um homem possuindo-a, e sussurrei mais intenso:
“Vai, amor… goza pensando nele te enchendo de porra… goza imaginando outro cara te marcando enquanto eu te seguro e te faço sentir isso tudo.”









Foi aí que aconteceu. Andrea explodiu de um jeito que eu nunca tinha visto. O corpo inteiro convulsionou, ela gritou meu nome misturado com um gemido rouco e longo, apertou o consolo com tanta força que quase o expulsou, as pernas tremendo descontroladas, o orgasmo durando segundos a mais do que o normal. Ela desabou na cama ofegante, suada, com um sorriso bobo e satisfeito no rosto.
Eu tirei o consolo devagar, deitei ao lado dela e a abracei por trás, beijando suas costas. Ela virou o rosto, ainda respirando pesado, e murmurou:
“Caralho, amor… isso foi… intenso demais.”
Eu sorri, acariciando seu cabelo.
“Você gozou mais forte do que nunca, amor. Eu senti.”
Ela riu baixinho, envergonhada mas excitada.
“É… quando você começou a falar aquilo… mudou tudo.”
Naquele momento eu tive a certeza absoluta: estávamos no caminho certo. A fantasia não era mais só minha — ela estava começando a se infiltrar na cabeça dela, e o tesão que aquilo gerava era inegável. Não forcei mais nada naquela noite. Só a abracei, sussurrei o quanto eu a amava e a achava perfeita, e deixei a semente crescer sozinha.
A partir dali, toda vez que usávamos o consolo, eu trabalhava um pouquinho mais a imaginação dela com detalhes suaves, sempre carinhoso, sempre elogiando. E cada orgasmo ficava mais forte, mais profundo, mais entregue. acho que em breve vou ver outro homem gozando dentro dela.






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