Empinada na sofá

Era a segunda vez que eles receberiam a visita do amigo comedor e a rainha já estava preparada e ansiosa…

MARIDO: Ali estava ela. Minha mulher. Minha deusa. Inclinada sobre o encosto do sofá, de costas para mim, como se me desafiasse a encarar toda a intensidade daquela noite. Usava uma lingerie fina, provocante, e uma meia-calça que moldava suas pernas e quadris com perfeição. Mas o que mais me tirava o fôlego era aquele detalhe — a calcinha branca perfeitamente marcada e exposta entre as tramas da meia. O recado estava dado: ela estava pronta para ele. Fiquei parado, à distância, com o coração acelerado. Não de ciúmes. Mas de excitação, de uma mistura quente de orgulho e submissão. Ver minha esposa se preparar com tanto cuidado — o perfume inebriante, a maquiagem impecável, as unhas pintadas com aquele vermelho provocante… Ela não se arrumou pra mim. Foi pra ele. E isso me deixava duro. Ela se virou brevemente, os olhos ardentes, me encarando com aquele olhar que dizia tudo: “Fica aí. Assiste. Aprende como se toca uma mulher que quer ser devorada.” E eu aceitei. Obediente, fascinado, hipnotizado por aquele espetáculo que eu mesmo incentivei. Ela queria ser usada. E eu queria vê-la sendo desejada de verdade. ESPOSA Quando me apoiei no encosto do sofá e senti o tecido gelado sob meus braços, um arrepio percorreu meu corpo. Eu sabia que ele me observava — meu marido, sempre tão entregue à minha liberdade, me adorando à distância enquanto outro homem tomava o que ele, por escolha, apenas contemplava. A meia-calça apertava de forma deliciosa, destacando minhas curvas, deixando minha pele mais sensível. Cada movimento fazia meu corpo clamar por ser tocado, invadido. Eu estava exposta, oferecida. E isso me fazia vibrar. O amigo que meu marido convidou para me satisfazer estava prestes a entrar pela porta… e eu me sentia viva como nunca. Me preparei o dia inteiro. Escolhi a lingerie certa. Aquela que segura os seios no lugar certo, que destaca o meu quadril como uma moldura de tentação. Fiz as unhas, retoquei o cabelo, me perfumei com aquela essência que sempre faz os homens se inclinarem um pouco mais pra perto. Eu queria que ele sentisse que essa entrega era total. E que eu não queria só prazer — eu queria ser usada. Queria gozar por me sentir desejada a ponto de ser escolhida, semana após semana, como brinquedo de prazer de um homem que sabe exatamente o que fazer comigo. AMIGO COMEDOR A porta mal havia se fechado atrás de mim, e o perfume dela já tomava conta do ambiente. Meu olhar foi direto pra aquela cena no sofá. O corpo dela… Meu Deus. Era como se cada centímetro estivesse gritando desejo. As pernas esticadas, firmes, o quadril empinado com precisão, e aquela maldita calcinha branca marcando como um convite descarado. Ela queria. Ela precisava. Ela se preparou. Isso estava estampado em cada detalhe. A lingerie não foi escolhida por acaso. A maquiagem destacando os olhos, os lábios prontos pra gemer meu nome. As unhas vermelhas, afiadas, tocando o encosto como quem se segura pra não implorar. Eu sabia que ela havia passado o dia imaginando esse momento — contando as horas pra sentir meu corpo contra o dela, pra ser fodida como ela merece. Como ela deseja. O marido estava ali, calado, observando. E isso só deixava tudo mais intenso. Era como se ela estivesse em um altar de luxúria, com dois adoradores. Um que venera e entrega, e outro que domina e toma. E ela? Ela se contorcia entre o prazer e a necessidade de ser mais do que desejada. De ser possuída. Toda semana, ela se transformava naquela mulher que implora com o corpo, mesmo que a boca não diga nada. E eu atendia. Aproximo-me devagar. Toco sua cintura. Ela se arrepia. E nesse instante, eu sei: ela é minha. Hoje. De novo. Com a benção silenciosa do homem que mais a ama — justamente por deixá-la ser quem ela nasceu pra ser.

AMIGO COMEDOR

Me ajoelhei atrás dela, sentindo o calor que emanava daquele corpo curvado, entregue. Minhas mãos deslizaram suavemente por suas coxas cobertas pela meia até alcançar a borda da calcinha branca. Puxei devagar, sentindo ela arrepiar. A peça desceu como um véu sendo retirado de uma obra de arte viva. Eu sabia o quanto aquele momento era esperado, não só por ela, mas por ele também. O marido, quieto num canto, respirava fundo, quase em transe.Com a calcinha em mãos, subi no sofá, sentei-me confortavelmente e a puxei de leve pela cintura. Ela entendeu. Com uma elegância erótica, virou-se, colocou um joelho de cada lado do meu quadril e, com os olhos semicerrados, foi abaixando-se. O contato foi direto. Molhada, quente, ansiosa. E o gemido que escapou dela foi real, cru, visceral.Ela começou a se mover. Devagar. Depois mais forte. Cada rebolada era uma confissão. Cada tremor, um grito silencioso de prazer. Suas mãos tocaram meu peito, suas unhas cravavam. Ela estava perdendo o controle. E foi ali, naquele vai e vem intenso, que ela explodiu. Gozou como quem se liberta, os olhos virados, o corpo inteiro vibrando.E ele, o marido, não aguentou. Se ajoelhou à nossa frente. Olhou direto entre as pernas dela e viu. O gozo escorrendo, brilhando. O corpo dela ainda tremia, e eu podia sentir o pulsar interno que apertava meu pau como se quisesse extrair até a última gota.

ESPOSA

Senti ele se ajoelhando atrás de mim, com um carinho que contrastava com a tensão que havia em meu corpo. Suas mãos eram firmes, mas gentis. Quando tirou minha calcinha, senti o ar frio tocar minha pele e, ao mesmo tempo, o calor do desejo me consumir por dentro. Eu sabia o que viria. E queria. Queria muito.Quando ele se sentou no sofá e me chamou com um gesto quase imperceptível, meu corpo foi sozinho. Abri as pernas, como se minha vontade não importasse mais — era puro instinto. Me encaixei sobre ele, sem nenhuma barreira. E o prazer foi imediato. O corpo dele dentro de mim, fundo, preenchendo. Era como se tudo o que eu tinha contido por anos estivesse sendo despejado ali.

Eu me movia sem pensar. O ritmo era meu corpo quem escolhia. Meus olhos se fecharam. O mundo desapareceu. Só restava o som do meu gemido e o calor entre nossas peles.

Quando senti o gozo se aproximar, tentei segurar… em vão. O orgasmo veio forte, rasgando minha alma. E então, o vi, meu marido, ajoelhado, olhando fixamente para nós. Seus olhos estavam cheios d’água. De emoção. De desejo. De realização.

Senti o esperma escorrendo entre minhas pernas, quente, lento, como um selo daquela entrega. Eu tremia, mas me sentia inteira. Verdadeiramente viva.

MARIDO

Quando vi ele se ajoelhar e começar a despir minha esposa, prendi a respiração. A forma como ele tocava nela — com respeito e desejo — me dava orgulho. E quando ela se virou, sentou-se sobre ele com tanta sede, com tanta entrega, eu soube que tudo aquilo valia a pena.Cada movimento dela era uma obra-prima. Não havia vergonha, não havia medo. Só a verdade do que ela sentia. Vi seu corpo vibrar, vi seus olhos se revirarem quando o orgasmo a dominou. E então, algo dentro de mim me empurrou. Me ajoelhei. Fui até a frente deles. Queria ver. Precisava ver. E vi. O esperma escorrendo dela, depois de ser preenchida por outro homem. O corpo dela ainda suado, ofegante. E eu… louco excitado De emoção. De tesão. De alívio por ter chegado ali. Depois de tantos anos de conversa, de desejos escondidos e revelados com cuidado, consegui ver minha esposa se entregar por completo. Feliz.

O diálogo carinhoso entre o casal…

Mais tarde, ela veio até mim. Deitou no meu colo, nua, com o corpo ainda quente da experiência. Me olhou com doçura.— “Você gostou, meu amor? — perguntou com a voz baixa, suave, como quem sabe que está perguntando algo muito maior do que parece.

Eu sorri, acariciando seus cabelos.— “Qual foi a melhor parte pra você?”— devolvi a pergunta.

Ela ficou em silêncio por um instante. Depois me encarou, com um brilho malicioso e apaixonado nos olhos.— “Ver você ajoelhado… Ver o quanto você estava excitado. Ver que todo aquele prazer te emocionou. Essa foi a melhor parte.”

Ela desceu sua mao ate o meu pau , notando o volume evidente. Sorriu de leve, se ergueu e com delicadeza.— “Você merece um carinho… Você me deu liberdade. Agora deixa eu te agradecer com amor.” E com ternura, desejo e cumplicidade, ela se dedicou a mim. Me chupando deliciosomente com aquela bunda empinada e eu so imaginava outro cara ali aproveitando aquela bunda gostosa. Ela se dedicou Não como uma mulher que apenas satisfaz — mas como uma mulher que ama, e que sabe o valor de ser livre… e plenamente.


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