Minha esposa exibida… minha perdição deliciosa.

A noite estava quente, não só pela temperatura da cidade, mas pelo fogo que ela carregava no corpo. Estávamos em uma daquelas varandas de bar que se abrem pra calçada, com o som da música misturado às conversas, buzinas e risadas de quem curtia a madrugada. Mas tudo ao meu redor parecia distante… porque Alessandra era o centro do meu universo naquela noite. Ela estava deslumbrante. Usava um shortinho jeans rasgado que deixava à mostra as curvas do quadril, as coxas firmes e bronzeadas, e aquele rebolado preguiçoso, de quem sabe o efeito que causa. Em cima, uma blusa de crochê branca, sem absolutamente nada por baixo. O tecido leve dançava com o vento, deixando os seios praticamente livres, com os mamilos riscados sob a luz dos postes. O lado da blusa abria generosamente, revelando cada curva lateral, como se ela estivesse desafiando o mundo a olhar. E, claro, estavam todos olhando.

Eu fiquei um pouco atrás, com um copo na mão, observando. Sentia aquele misto de orgulho e tesão rasgando por dentro. O orgulho de ter uma mulher tão linda, tão segura, tão livre… e o tesão de vê-la se exibir, sem medo, sabendo que eu estava ali, completamente rendido. Ela apoiou as mãos na madeira da grade, inclinando o corpo pra frente, deixando a bunda empinada de um jeito indecente. E eu vi… vi dois caras na mesa ao lado pararem a conversa e encararem descaradamente. Um deles chegou a comentar algo no ouvido do outro. Ela percebeu. Alessandra virou um pouco o rosto, com aquele sorriso que me desarma — provocante, safado, cruel. — Amor… — disse, com a voz baixa, mas firme. — Você viu como eles estão me olhando? — Vi sim… e você tá adorando isso, né? Ela mordeu o lábio, rindo. — Tô. Sinto que hoje eu tô… soltinha. Acho que foram os drinks. — e passou a língua pelos lábios, olhando pra mim com malícia. — E você? Fica mais excitado ou com ciúmes? — Eu fico louco, Alessandra. Completamente louco por você. Cada olhar que você recebe me faz te querer ainda mais. Ela se virou de frente pra mim, bem devagar, como uma dança. A blusa caiu sutilmente de um lado, deixando um seio inteiro à mostra. E ela nem tentou esconder. — E se eu mostrasse os dois… só por uns segundinhos? Meu coração disparou. A respiração travou. E o pau já estava latejando dentro da calça. — Você faria isso aqui? No meio da rua? — Se for pra te provocar… e deixar outros homens com vontade… por que não? Ela se aproximou e encostou o corpo no meu. Senti os mamilos duros sob o tecido leve, o perfume dela, o calor da pele… tudo me consumia.

— Você me acha uma vadiazinha exibida? — Acho você perfeita. Minha deusa. Meu maior orgulho. Ela sorriu, colou os lábios no meu ouvido e sussurrou: — Então fica aí. Me olha. Me deseja. E imagina o que esses caras estão pensando… vendo os meus peitos, sabendo que eu tô sem calcinha… e que sou sua. Voltou pra varanda e, com um movimento sensual, puxou a blusa pelos dois lados, revelando os seios por completo. Ficou assim, exposta, olhando pro trânsito, enquanto eu sentia o sangue fervendo.

Um dos caras da mesa puxou o celular e tirou uma foto disfarçada. Ela percebeu. Riu. E olhou pra mim de novo. — Será que ele vai bater uma pensando em mim hoje? — Com certeza… — E você? Vai aguentar esperar eu te levar pra cama? — Você quer me torturar, né? — Não Amor… eu quero que você me deseje. Quero que você saiba que mesmo todos podendo olhar… só você vai me ter.

Mas ela sempre soube que meu desejo é dividi-la com todos que ela quiser… ela sempre me falou isso para me provocar… resolvemos sair daqui e ir embora já que eu estava louco de tesão.

Chegamos em casa ainda com os corpos acesos. Alessandra entrou descalça, jogando os saltos no canto da sala e a blusa leve no chão. Fiquei parado só olhando, hipnotizado pela silhueta dela iluminada pela luz baixa do abajur. O short jeans ainda marcava o contorno perfeito da bunda, mas ela não fazia questão de esconder nada. — Tá me olhando como se eu fosse um presente, amor… — disse, se virando pra mim com aquele sorriso que me desarma. — Você é muito mais que isso… — respirei fundo, sentindo o tesão ainda borbulhando. — Amor… posso te falar uma coisa? Um pensamento que não sai da minha cabeça desde lá do bar? Ela caminhou até mim, se sentando de pernas cruzadas no sofá, as coxas nuas provocando sem esforço. Olhou curiosa. — Agora fiquei curiosa. Fala. — Quando você se inclinou na varanda… e aquele cara começou a te olhar como se fosse te devorar… — pausei, tentando manter a voz firme — …eu fiquei com vontade de chamar ele. De convidar. De ver até onde você iria. Ela arqueou uma sobrancelha, mordendo de leve o canto da boca. — É mesmo? E o que você queria que acontecesse… se ele tivesse vindo? — Eu queria… — me aproximei, sentando ao lado dela, a mão roçando na coxa quente — …ver você deixando ele te tocar. Devagar, como se estivesse descobrindo você pela primeira vez. Queria ver o jeito que você reagiria ao toque de outro homem, com o corpo já quente de desejo. Ela soltou um leve gemido, quase inaudível, mas eu percebi. Seus olhos brilhavam. — Continua, amor… me conta. — Eu queria que você se deixasse levar. Que ele ficasse de joelhos e beijasse suas coxas, abrindo o botão do seu short, puxando bem devagar… e você olhando pra mim, mostrando que tava no controle. Que tava gostando. Queria ver seu corpo arrepiar quando ele deslizasse os dedos entre suas pernas, descobrindo o quanto você já estaria molhada. Alessandra se ajeitou no sofá, respirando fundo. A ponta dos dedos desenhava círculos na própria perna, como se absorvesse cada palavra. — Você queria só assistir… ou participar? — Só assistir… pelo menos no começo. Queria ver o seu prazer. Ver outro homem te fazer gemer. E eu ali… preso, louco, apaixonado… e completamente seu. Ela fechou os olhos por um instante, se entregando à imagem. Quando voltou a falar, a voz dela estava mais baixa, mais quente. — E se eu deixasse ele me beijar… me penetrar… você aguentaria ver? — Não sei… talvez não. Talvez eu ficasse tão maluco que imploraria pra te tocar. Ou talvez só ficasse ali, me tocando, enquanto você se divertia com ele… e depois, quando tudo acabasse, eu te tomaria como se o mundo fosse acabar naquela noite. Ela se aproximou de mim, montando no meu colo, os olhos cravados nos meus. — Você não faz ideia do quanto isso me excitou… só de imaginar. Você, me olhando… outro homem me provando… e eu, completamente sua… mesmo dividindo meu prazer com outro. Eu estava sem ar. Os dois corpos queimando. As bocas se colaram, famintas, mãos explorando, gemidos misturados. Antes de me puxar pro quarto, ela sussurrou no meu ouvido: — Na próxima, amor… quem sabe a gente não convida mesmo? Só pra ver até onde conseguimos ir com essa fantasia deliciosa…

E naquele momento, eu soube… que o nosso mundo tinha acabado de se expandir. Que ela estava pronta. E que o melhor ainda estava por vir.


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