Conto – Meu presente para ela
Meu nome é Lucas, e há anos eu carregava um desejo que mantinha trancado a sete chaves: imaginar Evelin, minha namorada, com outro homem. Era uma fantasia que me excitava e, ao mesmo tempo, me apavorava. Como eu poderia contar algo assim para ela? Evelin era minha parceira há três anos, uma mulher incrível, inteligente, carinhosa, com um sorriso que iluminava tudo. Tínhamos uma relação sólida, cheia de confiança, mas a ideia de compartilhar essa fantasia me fazia temer que ela me visse de forma diferente, ou pior, que isso pudesse acabar com o que construímos. Então, eu guardava tudo em silêncio, até que um dia tudo mudou.
Era uma noite comum, estávamos no sofá do nosso apartamento, e eu havia deixado meu celular desbloqueado na mesa de centro. Evelin, curiosa como sempre, pegou o celular para procurar uma foto que tínhamos tirado no fim de semana. De repente, vi o rosto dela mudar enquanto olhava a tela. Meu coração disparou. Eu sabia que ela tinha aberto o navegador e encontrado alguns vídeos que eu assistia escondido, relacionados à fantasia cuckold. Ela me olhou com uma mistura de surpresa e curiosidade.
— Lucas, o que é isso? — perguntou, segurando o celular com uma expressão que eu não conseguia decifrar.
Meu estômago embrulhou. Pensei em inventar uma desculpa, mas o olhar dela, tão direto e sem julgamento, me fez sentir que era agora ou nunca. Respirei fundo, sentindo o peso do momento.
— Evelin, eu… preciso te contar uma coisa. Isso que você viu… é uma fantasia que eu tenho. Há muito tempo. Eu nunca soube como te contar porque tinha medo do que você ia pensar. É sobre… você estar com outro cara, e eu… gostar de ver isso. — Minha voz tremia, e eu mal conseguia olhar nos olhos dela. — Não quero que você ache que eu não te amo ou que não te valorizo. É só uma fantasia, mas se isso te incomodar, eu juro que nunca mais…
Ela ficou em silêncio por alguns segundos, o que pareceu uma eternidade. Então, para minha surpresa, um sorriso tímido apareceu no canto da boca dela.
— Lucas, calma. Eu não estou brava. Na verdade… — Ela hesitou, mordendo o lábio inferior, como fazia quando estava nervosa. — Eu também já pensei nisso. Quer dizer, não exatamente como você, mas… já imaginei algo assim. Só nunca tive coragem de te contar.
Eu pisquei, atônito. — Sério? Você… já pensou nisso?
Ela riu, um pouco envergonhada, e se aproximou de mim no sofá. — Sim! Não sei por que, mas a ideia de… você know, estar com outra pessoa enquanto você está ali, me olhando, me deixa… curiosa. — Ela corou, mas havia uma empolgação na voz dela. — Acho que sempre achei que você ia me achar louca se eu contasse.

Eu ri, aliviado, sentindo meu coração leve pela primeira vez em meses. — Meu Deus, Evelin, eu pensando a mesma coisa! Como a gente nunca falou sobre isso antes?
— Porque somos dois bobos com medo de falar o que sentimos! — Ela deu um tapinha de leve no meu braço, rindo. — Mas, tipo, como isso funcionaria? Você já pensou nisso? Tipo… na prática?
— Bom, eu imagino algo em que a gente confie na pessoa, sabe? Alguém que respeite a gente, que entenda que isso é só uma fantasia, mas que também… te faça se sentir incrível. — Eu sorri, sentindo uma onda de empolgação. — E eu estaria ali, vendo tudo, sabendo que você é minha, mas curtindo o momento.
— Hmm… — Ela se inclinou para mim, os olhos brilhando. — E se eu quiser que você fique bem pertinho? Tipo, não só olhando de longe, mas… participando, de certa forma. Sabe, me apoiando, me fazendo sentir segura.
— Eu adoraria isso, amor. — Segurei a mão dela, sentindo uma conexão ainda mais forte. — A gente poderia planejar algo juntos, no nosso tempo, do nosso jeito. Só se você estiver 100% confortável.
— Combinado! — Ela me deu um beijo rápido, mas cheio de entusiasmo. — Meu Deus, Lucas, eu não acredito que a gente tá tendo essa conversa! É tão… libertador!
Rimos juntos, e pela primeira vez, senti que podíamos ser completamente honestos um com o outro. Passamos a noite falando sobre os detalhes, rindo das nossas inseguranças e imaginando como seria se um dia tornássemos essa fantasia realidade. Foi como se um peso tivesse sido tirado dos meus ombros.
Passaram-se alguns meses desde aquela conversa, e a ideia da fantasia ficou guardada como uma possibilidade excitante, mas sem pressa. Até que chegou o dia do nosso terceiro aniversário de namoro. Eu queria fazer algo especial, algo que mostrasse a Evelin o quanto eu a amava e o quanto nossa conexão havia se fortalecido desde que nos abrimos um para o outro. Foi quando decidi transformar nossa fantasia em realidade, como uma surpresa para ela.
Conheci Roberto por acaso, num grupo de amigos em comum. Ele era um cara moreno, alto, com um corpo atlético, mas sem aquele exagero de academia. Tinha um sorriso largo, uma energia descontraída e uma vibe de quem sabia conversar sem forçar a barra. Depois de algumas conversas, percebi que ele era respeitoso, aberto e parecia entender o tipo de dinâmica que eu e Evelin estávamos buscando. Contei a ele sobre nossa fantasia, e ele achou a ideia interessante, prometendo manter tudo leve e respeitoso.
No dia do nosso aniversário, convidei Roberto para vir ao nosso apartamento. Quando chegamos, Evelin estava na sala, arrumada com um vestido leve que destacava suas curvas. Ela me olhou, surpresa, quando viu que eu não estava sozinho.
— Amor, esse é o Roberto, um amigo que conheci recentemente. Roberto, essa é a Evelin, minha namorada.
— Prazer, Evelin! — Roberto estendeu a mão, com aquele sorriso que parecia desarmar qualquer um. — Lucas falou muito de você.
— Prazer, Roberto! — Ela sorriu, um pouco curiosa, olhando para mim como se pedisse uma explicação.
Passamos a noite conversando, rindo e tomando um vinho. Roberto era carismático, contava histórias engraçadas, e Evelin parecia à vontade, rindo e participando da conversa. A química entre nós três era natural, e eu sentia meu coração acelerado, sabendo o que estava por vir. Em um momento, enquanto estávamos todos rindo de uma piada, decidi que era a hora.
— Roberto, hoje é nosso aniversário de namoro, sabia? — falei, olhando para Evelin com um sorriso.
— Sério? Parabéns, vocês dois! — Ele levantou a taça. — Três anos é coisa séria. Vocês parecem muito apaixonados.
— Somos mesmo. — Eu sorri para Evelin, que retribuiu com um olhar carinhoso. — E por isso, eu quis fazer algo especial pra ela hoje. Um presente diferente.
— Hmm, que presente? — Evelin perguntou, inclinando a cabeça, intrigada.
— O presente… é o Roberto. — Falei, mantendo o tom leve, mas com um toque de nervosismo.
Evelin arregalou os olhos, o rosto dela passando de surpresa para um sorriso incrédulo. — Lucas! Você tá falando sério? — Ela riu, cobrindo o rosto com as mãos por um segundo, claramente emocionada.
— Tô, amor. — Eu me levantei e fui até ela, segurando suas mãos. — Quis fazer algo que a gente conversou, algo que fosse especial pra você. Mas só se você quiser, claro.
Ela pulou do sofá e me abraçou, enchendo meu rosto de beijos. — Meu Deus, Lucas, você é incrível! Eu não acredito que você fez isso! — Ela ria, os olhos brilhando de empolgação. — Tipo, eu tô nervosa, mas tô tão feliz que você pensou nisso!
— Você merece, amor. — Eu a beijei de volta, sentindo meu coração explodir de alegria. — Mas ó, quero que você curta do jeito que se sentir mais confortável. Eu posso ficar aqui pertinho, como feitas, ou te deixar aproveitar sozinha.
— Não, não! — Ela segurou meu braço, ainda rindo. — Quero que você fique comigo, pelo menos no começo. Me faz sentir mais segura, sabe? Depois… a gente vê.
— Fechado. — Eu pisquei pra ela, e olhei pra Roberto, que observava a cena com um sorriso respeitoso. — Roberto, tá a bordo?
— Claro, cara. — Ele riu, levantando as mãos. — Vocês mandam, eu só sigo o ritmo. Evelin, você que decide como quer que seja.
— Ai, vocês dois! — Evelin riu alto, puxando-me para outro abraço. — Isso é tão louco, mas tão perfeito!
A noite seguiu com uma energia leve e excitante. Nos sentamos no sofá, Evelin entre mim e Roberto, e a conversa fluiu naturalmente. Aos poucos, Evelin começou a se aproximar mais de Roberto, rindo das coisas que ele dizia, tocando o braço dele de leve. Eu sentia uma mistura de nervosismo e excitação, mas ver o sorriso dela, tão genuíno, me deixava tranquilo. Ela olhou pra mim em um momento, como se pedisse minha aprovação, e eu assenti, acariciando a mão dela.
— Tá tudo bem, amor. Curte. — Sussurrei, beijando a testa dela.
Ela sorriu, e então se virou para Roberto, que gentilmente colocou a mão na cintura dela. Eles começaram a se beijar, e eu senti aquela onda de emoções que sempre imaginei. Era intenso, mas ao mesmo tempo, era perfeito ver Evelin tão à vontade, tão livre. Fiquei ali, perto, segurando a mão dela por um tempo, até que ela me olhou com um sorriso tímido.
— Lucas, acho que… tá tudo bem se eu curtir um pouco sozinha agora? — Ela perguntou, a voz doce, mas cheia de confiança.
— Claro, amor. Vou estar por aí. Qualquer coisa, é só me chamar. — Beijei a testa dela mais uma vez e me levantei, sentindo uma mistura de orgulho e excitação.
Saí do apartamento e fui dar uma volta pelo bairro, o coração ainda acelerado. Caminhei por uns 30 minutos, tentando processar tudo, mas sabendo que estava fazendo algo que deixava Evelin feliz. Meu celular tocou, e era ela.
— Amor, pode voltar? — A voz dela estava calma, mas com um tom de quem ainda estava nas nuvens.
— Tô indo, amor. — Respondi, já voltando para o prédio.
Quando cheguei ao hall, encontrei Roberto saindo. Ele me viu e abriu aquele sorriso largo de sempre.
— Lucas, cara, você é um sortudo, sabia? — Ele riu, apertando minha mão. — Evelin é incrível, de verdade. Vocês dois têm algo especial.
— Valeu, Roberto. — Eu sorri, meio envergonhado, mas grato. — Obrigado por tornar isso tão… tranquilo, sabe? Por respeitar a gente.
— Imagina, cara. Foi um prazer. — Ele piscou, brincalhão. — Qualquer coisa, é só chamar. E parabéns pelo aniversário de namoro!
— Valeu, cara. — Nos despedimos, e ele saiu, enquanto eu subi para o apartamento.
Quando entrei, encontrei Evelin no sofá, ainda molhada de suor, o cabelo bagunçado e um sorriso cansado, mas radiante. Ela estava enrolada num lençol, com as pernas dobradas, parecendo completamente relaxada.
— Oi, amor… — Ela disse, a voz suave, estendendo a mão pra mim.
Sentei ao lado dela, segurando a mão dela com carinho. — Oi, meu amor. Tá tudo bem?
— Tudo perfeito. — Ela se inclinou e me deu um beijo lento, cheio de amor. — Lucas, você é o melhor namorado do mundo. Sério. Isso foi… incrível. E você estar tão ok com tudo, me apoiar assim… eu te amo tanto.
— Eu te amo mais, Evelin. — Puxei ela pra um abraço, sentindo o calor do corpo dela contra o meu. — Foi tudo como você imaginou?
— Melhor. — Ela riu, aninhando-se em mim. — E você? Tá bem com tudo, meu amor?
— Tô ótimo. Ver você feliz assim… não tem preço. — Beijei o topo da cabeça dela. — Quero que a gente sempre seja assim, aberto, curtindo juntos.
— Sempre, amor. — Ela sorriu, e ficamos ali, abraçados, enquanto o resto do mundo parecia desaparecer.




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