A primeira vez que fui convidado

Meu nome é Lucas, tenho 32 anos, e nunca imaginei que me veria em uma situação como essa. Sou amigo de longa data do André e da Marina, um casal que conheci há uns cinco anos. Não sei ao certo como tudo começou, mas sei que a fantasia de André era algo que ele cultivava há tempos, e Marina, aos poucos, foi se abrindo para a ideia. Era uma noite de quinta-feira, por volta das 20h, quando recebi uma mensagem do André. Ele estava no plantão no hospital, onde trabalha como enfermeiro, e escreveu algo que me pegou desprevenido: “Ei, Lucas, tá afim de passar lá em casa hoje? A Marina tá sozinha e acho que ela ia gostar da companhia. Tô no plantão até amanhã cedo. Topa?” A mensagem veio com um tom casual, mas havia algo implícito que fez meu coração acelerar. Respondi com um “Claro, passo aí em uma hora”, tentando manter a naturalidade, embora minha cabeça estivesse a mil, não sabia se ele tinha escrevido certo, ou se era isso mesmo, estaria sozinha… Cheguei à casa deles por volta das 21h. Era uma casa térrea, aconchegante, com luzes suaves e um cheiro gostoso de lavanda que sempre pairava no ar. Toquei a campainha, e Marina abriu a porta com um sorriso caloroso. Ela estava linda, como sempre. Usava um vestido leve, de tecido fino, que marcava suavemente suas curvas. O cabelo solto, levemente ondulado, caía sobre os ombros, e havia um brilho nos olhos dela que misturava timidez e ousadia. “Oi, Lucas! Entra, fica à vontade”, disse ela, com a voz doce, mas com um tom que parecia carregar uma promessa. Fui para a sala, e ela me ofereceu uma cerveja gelada. Sentamos no sofá, e começamos a conversar sobre coisas triviais – trabalho, séries, o calor insuportável daquela semana. Mas havia uma eletricidade no ar, algo que tornava cada troca de olhares mais intensa. Marina estava mais solta do que o normal, rindo fácil, inclinando-se um pouco mais perto de mim enquanto falava. Em um momento, ela colocou a mão no meu braço, como quem não quer nada, mas o toque demorou um segundo a mais do que o necessário. Meu coração disparou. “Então, o André te contou algo sobre… a gente?”, ela perguntou, de repente, com um tom mais baixo, quase conspiratório. Engoli em seco, sentindo o peso da pergunta. Era aquilo mesmo que imaginava, aquela gostosa so pra mim, por uma noite… pouts que tesão, meu pau ja começou a pulsar na cueca ….“Ele mencionou que vocês têm… uma fantasia, digamos assim”, respondi, tentando soar calmo, embora minha voz tremesse um pouco. Ela sorriu, e disse: “É, ele gosta de imaginar que, enquanto tá no plantão, eu tô aqui… me divertindo.” A forma como ela disse “me divertindo” foi quase um convite, e senti um calor subir pelo meu corpo. Marina se levantou para pegar outra cerveja, e não pude evitar notar como o vestido delineava seu corpo enquanto ela caminhava até a cozinha. Quando voltou, sentou-se mais perto de mim, nossos joelhos quase se tocando. “Você já pensou em algo assim, Lucas? Em estar com alguém que… tem um marido que curte isso?”, perguntou ela, agora com um olhar que parecia me desvendar. Respondi com sinceridade: “Nunca vivi nada assim, mas… confesso que a ideia é intrigante.” Ela riu, jogando a cabeça para trás, e disse: “Você é curioso, né? Gosto disso.” O clima foi ficando mais quente, e cada gesto dela parecia calculado para me provocar. Em certo momento, ela se inclinou para pegar o controle remoto na mesinha de centro, e o decote do vestido revelou mais do que o normal. Ela estava sem sutiã, e o balançar dos seios dela me deixa ainda mais louco… Não sei se foi de propósito, mas o efeito foi imediato: minha respiração ficou mais pesada. Ela percebeu, porque olhou para mim com um sorriso malicioso e disse: “Tá gostando da vista?” Fiquei sem palavras, apenas assenti, sentindo o rosto queimar. Então, ela se aproximou ainda mais, e senti o perfume dela – uma mistura de floral com algo mais sensual. “O André me pediu pra te tratar bem, sabe?”, sussurrou ela, tão perto que senti o calor do seu doce hálito. Antes que eu pudesse responder, ela colocou a mão no meu peito, os dedos traçando um caminho lento até a minha nuca. “Relaxa, Lucas. A gente vai no nosso ritmo”, disse, e então me beijou. Foi um beijo lento, exploratório, que fez meu corpo inteiro reagir. A língua dela era pequena, suave, molhada mas decidida, e senti o desejo reprimido de meses – talvez anos – vindo à tona. Foi um beijo demorado e gostoso, me entreguei a situação e disse: essa noite vou dedicar a você Marina!. Ela parou de me beijar, e olhando nos meus olhos disse, a voz baixa, quase um sussurro, “você tá gostando de estar aqui, né?” Antes que eu pudesse responder, ela continuou, com um sorriso travesso: “Que tal a gente ir pro quarto? Acho que lá vai ser… mais confortável.” A forma como ela pronunciou “confortável” foi lenta, deliberada, como se estivesse desenhando cada sílaba para me puxar para dentro do jogo dela.

Meu coração disparou, e senti um calor subir pelo peito. Engoli em seco, tentando manter a compostura, mas minha voz saiu rouca: “Acho que… é uma ótima ideia.” Ela riu, um som suave e provocador, e se levantou, estendendo a mão para mim. Peguei a mão dela, sentindo a pele macia e quente, e a segui pelo corredor. Cada passo parecia amplificar a expectativa, como se o mundo lá fora tivesse desaparecido, deixando apenas nós dois e o que estava por vir. Olhava para baixo e via aquela bunda gostosa balançando e nao conseguia ver marca de calcinha… estava louco de tesão…

O quarto era iluminado por uma luz suave, vinda de um abajur no canto. A cama, grande e coberta por lençóis brancos impecáveis, parecia o centro de tudo. Marina fechou a porta atrás de nós, e o clique suave da tranca ecoou no silêncio. Ela se virou para mim, o vestido leve ainda marcando suas curvas, e havia algo diferente no olhar dela agora – uma mistura de vulnerabilidade e ousadia que me deixou sem ar.

Sem dizer nada, ela caminhou até a cama e se deitou, deitando-se de costas com uma lentidão quase teatral. O vestido subiu um pouco, revelando a pele das coxas que brilhavam de tão lisas e gostosas, e ela me olhou com uma intensidade que fez meu corpo inteiro reagir. “Vem cá, Lucas”, disse ela, a voz agora mais grave, carregada de desejo. “Quero que você… tome o controle. Me domina.” As palavras saíram como um convite, mas também como um desafio, e senti uma onda de adrenalina percorrer meu corpo.

Aproximei-me, sentindo o coração bater tão forte que parecia ecoar no quarto. Meus olhos percorreram o corpo dela – a curva dos quadris, a respiração acelerada que fazia o peito subir e descer, o leve tremor nos lábios entreabertos. Sentei-me na beira da cama, ao lado dela, e coloquei a mão no rosto dela, traçando o contorno do queixo com os dedos. A pele era incrivelmente macia, e o jeito como ela fechou os olhos por um instante, como se estivesse se entregando ao toque, me deu uma sensação de poder que era ao mesmo tempo excitante e intimidante.

“Você tem certeza disso?”, perguntei, minha voz baixa, querendo garantir que estávamos na mesma página. Ela abriu os olhos, e o olhar que me deu era puro fogo. “Absoluta”, empinando e dando uma leve rebolada na cama, respondeu, e então segurou minha mão, guiando-a para o pescoço dela, como se quisesse reforçar o que havia pedido. A sensação da pele dela sob meus dedos, quente e pulsante, era eletrizante. Inclinei-me sobre ela, meu rosto tão perto que podia sentir o calor do hálito dela, e a beijei. O beijo foi intenso, quase faminto, e ela respondeu com uma urgência que me pegou desprevenido.

Enquanto a beijava, minhas mãos exploraram o corpo dela, sentindo a textura do vestido e, por baixo, as curvas que ele tentava – e falhava – esconder. Marina se arqueou sob meu toque, um gemido baixo escapando dos lábios, e cada som que ela fazia parecia amplificar minha própria excitação. “Me diz o que você quer”, sussurrei contra a boca dela, querendo ouvir mais daquela voz que parecia me guiar. “Quero você… me prendendo, me fazendo sentir você”, respondeu ela, as palavras entrecortadas pela respiração pesada.

Neste momento deslizei minha mao ate sua buceta, e senti ela quente, lisinha e molhada, ema suspirou de tesão e eu deslizei dois dedos de forma firme dentro dela, podia sentir sua buceta contraindo nos meus dedos e ela arqueando e gemendo de tesão. Sabia que ela ja estava pronta para receber meu pau…

Segurei os pulsos dela, levantando-os acima da cabeça e pressionando-os suavemente contra o colchão. O jeito como ela se entregou, o corpo relaxando sob meu controle, mas ao mesmo tempo se contorcendo de antecipação, era hipnotizante. Meu corpo estava tenso, cada nervo em alerta, e a sensação de estar no comando, de ter Marina tão vulnerável e ao mesmo tempo tão desejosa, era algo que eu nunca havia experimentado antes. A luz suave do abajur jogava sombras no rosto dela, destacando os lábios entreabertos e os olhos que não desgrudavam dos meus.

Neste momento, penetrei ela de uma maneira profunda e forte, ela gemeu alto com um sorriso safado que me deixou louco de tesão, sua buceta era apertada, quente, macia, pouts… que mulher.

Quanto mais eu metia, mais ela ficava louca de tesão… estava muito dificil segurar para não gozar.

Cada movimento era calculado, mas também instintivo. Eu podia sentir o calor do corpo dela, o ritmo acelerado da respiração, e a forma como ela reagia a cada toque meu – às vezes com um suspiro, às vezes com um movimento sutil dos quadris – era como uma dança que eu estava aprendendo a liderar. O quarto parecia pequeno, o ar denso, e o mundo lá fora simplesmente não existia mais. Era só ela, eu, e aquele momento que parecia suspenso no tempo.

Cada momento com ela foi marcado por uma mistura de delicadeza e intensidade que ficou gravada na minha memória. O jeito como ela me olhava, como se estivesse no controle, mas ao mesmo tempo se entregando. O som da respiração dela, os sussurros que escapavam entre os beijos, a sensação da pele dela contra a minha – tudo isso me marcou profundamente.

Aquelas pernas abertas me recebendo de maneira muito gostosa estava irresistivel segurar o gozo, e perguntei para ela se podia gozar dentro. Ela apenas me abraçou firme e disse, gemendo: ” goza tudo, me enche de leite”…

Meti forte e durante cada estocada, meu pau pulsava e jorrava leite dentro daquela buceta gostosa. que tesão de mulher… que noite maravilhosa… ela gozou junto comigo, me abraçando firme e forte senti seu corpo pular e enrijecer involuntariamente. Horas depois, estávamos na sala, recuperando o fôlego. Marina se levantou, pegou uma toalha e se enrolou nela, com um ar de quem ainda guardava segredos. “Você é perigoso, sabia?”, brincou ela, enquanto me acompanhava até a porta. O céu lá fora já começava a clarear, e o silêncio da madrugada tornava tudo ainda mais íntimo. Na porta, ela me deu um selinho rápido, mas cheio de cumplicidade. “Até a próxima, Lucas”, disse, com um sorriso que prometia mais. Fechei a porta atrás de mim, sentindo o coração ainda acelerado, sabendo que aquela noite seria só o começo. Depois conto mais sobre os outros encontros que tive com ela…


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