Conto: A primeira vez com a esposa do meu amigo.

Era uma sexta-feira à noite perfeita, daquelas que prometem relaxamento depois de uma semana cansativa. Meu amigo Julio me ligou mais cedo, animado: “Ei, Cleber, vem pra cá hoje. Tem luta no UFC, a gente janta, assiste e toma umas cervejas. Amanda tá ansiosa pra te ver também.” Eu ri e aceitei na hora. Julio e eu éramos amigos há anos, daqueles que compartilham tudo – ou quase tudo, como eu descobriria mais tarde. Amanda, a esposa dele, sempre foi um espetáculo: de curvas generosas, olhos claros que hipnotizam e um sorriso que derrete qualquer um. Eu já tinha fantasiado com ela em segredo, ja tinha batido altas punhetas pensando nela, mas nunca imaginei que algo assim pudesse rolar.

Cheguei por volta das 19h, com uma caixa de cervejas geladas na mão. Julio me recebeu com um abraço forte, e Amanda veio logo atrás, usando um vestido soltinho e um decote que realçava seus seios fartos. “Oi, Cleber! Que bom que veio”, ela disse, me dando um beijo no rosto que durou um segundo a mais do que o normal.

Senti o cheiro doce do perfume dela misturado com o vinho que ela já tinha começado a beber. Jantamos uma lasanha caseira que ela preparou – deliciosa, como tudo que Amanda faz.

Conversamos sobre o trabalho, piadas bobas, e Julio não parava de elogiar a luta que viria: “Vai ser épica, cara. O campeão vai nocautear no primeiro round!”

Depois da janta, nos fomos para a sala. A TV grande ligada no pay-per-view, luzes baixas, e a luta começou. Gritamos, torcemos, xingamos os juízes. Amanda se sentou entre nós no sofá, com uma taça de vinho na mão, rindo das nossas reações.

À medida que a luta avançava, notei que ela estava mais soltinha, o vinho fazendo efeito. Seus movimentos eram mais fluidos, o riso mais alto, e o decote do vestido… ah, aquele decote.

Ele era profundo, revelando a pele macia e o contorno dos seios que balançavam levemente toda vez que ela se mexia. Julio percebeu que eu olhava e, em vez de se incomodar, piscou pra mim com um sorriso malicioso. “Gostou do visual, Cleber? Amanda caprichou hoje.” Eu sorri meio sem graça mais de forma que estava entendendo o que ele queria dizer.

A luta acabou com uma vitória por nocaute, e nós três comemoramos com brindes. Passamos para as cervejas, sentados no sofá, jogando conversa fora sobre tudo: velhas histórias da faculdade, viagens que fizemos, e piadas cada vez mais ousadas.

Amanda estava no clima, inclinando-se para frente para pegar a taça, o que fazia o decote se abrir ainda mais. Eu tentei disfarçar, mas era impossível não notar aqueles seios perfeitos, quase escapando do tecido. Julio, o safado, começou as provocações: “Ei, Cleber, tá olhando pro quê aí? Amanda, mostra mais pro nosso amigo, ele merece.

” Ela riu, fingindo vergonha, mas ajustou o vestido de propósito, puxando o decote para baixo só um pouquinho, revelando o topo dos mamilos rosados. Meu pau endureceu na hora, e eu ri nervoso: “Julio, você tá louco? Mas… caramba, Amanda, você é linda pra caralho.”

As brincadeiras escalaram rápido. Julio colocou a mão na coxa dela, alisando devagar, e me olhou:

“Vai, Cleber, testa se é macia mesmo. Ela não morde… a menos que você peça.”

Amanda sorriu de maneira safada, os olhos brilhando de excitação, e estendeu a mão pra mim. Toquei sua perna, sentindo a pele quente e sedosa sob os dedos. Meu coração acelerou. Era estranho – meu amigo ali, permitindo isso? Mas eu estava afim demais pra questionar.

Sempre quis Amanda, e agora ela estava ali, soltinha, o vinho deixando-a ousada.

Comecei a brincar com o decote, passando os dedos na borda do vestido, sentindo a curva dos seios. Ela gemeu baixinho, arqueando as costas, e Julio riu: “Viu? Ela adora atenção. Continua, Cleber, faz ela se sentir desejada.”

O ar na sala ficou carregado de tensão sexual. Amanda se inclinou pra mim, e nossos lábios se encontraram num beijo faminto, a língua dela dançando na minha enquanto Julio assistia, bebendo cerveja como se fosse o show principal. “Isso aí, cara. Mostra pra ela o que um amigo de verdade pode fazer.” Levantei o vestido dela devagar, revelando a calcinha de renda preta, já úmida. Toquei ali, sentindo o calor pulsante, e ela ofegou no meu ouvido: “Cleber… me toca mais.” Julio se levantou e nos puxou: “Vamos pro quarto, antes que a gente faça bagunça aqui.”

No quarto, a luz suave do abajur iluminava a cama king size. Amanda se jogou ali, tirando o vestido com um movimento sensual, ficando só de lingerie. Seus seios saltaram livres quando desabotoei o sutiã, grandes e firmes, os mamilos endurecidos pedindo por atenção. Beijei um deles, sugando devagar, sentindo o gosto doce da pele dela, enquanto minha mão explorava entre suas pernas.

Pela primeira vez, eu estava sentindo a esposa do meu melhor amigo – quente, molhada, se contorcendo sob mim. Meu pau latejava de desejo, e eu a penetrei devagar, sentindo cada centímetro daquela bucetinha linda apertando meu pau. “Ah, Cleber… sim, assim”, ela gemeu, cravando as unhas nas minhas costas. O quarto encheu de sons: gemidos, respirações pesadas, a cama rangendo ritmicamente. Julio se sentou na poltrona ao lado, assistindo com um sorriso satisfeito, se masturbando devagar. “Fode ela forte, Cleber. Ela merece um homem de verdade hoje.”

Eu a virei de quatro, metendo fundo, sentindo seus quadris se movendo contra mim, o suor escorrendo pelos nossos corpos. Cada estocada era uma explosão de prazer, o cheiro de sexo preenchendo o ar, os gemidos dela me deixando louco. “Você é tão apertada, Amanda… tão deliciosa”, eu grunhi, apertando sua bunda perfeita. Ela gozou primeiro, tremendo toda, gritando meu nome, e isso me levou ao limite. Mas Julio interveio, a voz rouca de excitação: “Finaliza dentro dela, Cleber. Goza fundo. Sempre sonhei em ver minha mulher recheada com leite de outro homem.” Ouvir isso me empurrou pro abismo – eu gozei forte, enchendo ela com jatos quentes, sentindo-a pulsar ao meu redor enquanto Julio observava, os olhos vidrados no espetáculo. Foi intenso, proibido, e inesquecível.


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