Conto – Não resisti a minha vizinha casada.

Eu sou o Marcos, um cara comum de 35 anos, solteiro, que trabalha em uma empresa no centro de Brasília. Moro numa rua tranquila no Asa Norte, daqueles bairros residenciais onde todo mundo se conhece de vista. Todo dia, quando volto do trabalho por volta das 18h, dirijo meu carro pela rua e vejo a Alícia, a vizinha da casa ao lado da minha. Ela é uma morena gostosa, uns 32 anos, casada com o Bruno, um vendedor que viaja o tempo todo pra São Paulo e Rio. O cara mal para em casa, passa semanas fora, deixando ela sozinha cuidando da casa.

No começo, era só um cumprimento rápido.

Eu passava de carro, buzinava levemente, e ela estava lá, limpando a calçada com uma vassoura, vestindo shortinhos jeans e camisetinha básica.

“Boa tarde, dona Alícia!”, eu dizia, e ela respondia com um sorriso: “Boa tarde, Marcos! Cuidado com o trânsito aí.”

Eu seguia em frente, estacionava na garagem e pronto.

Mas com o tempo, comecei a notar que ela estava cada vez mais… provocante.

As blusinhas ficavam mais justas, decotadas, e eu juro que via os biquinhos dos peitos marcando o tecido fino, sem sutiã nenhum.

Parecia que ela esperava o horário exato da minha chegada, porque sempre estava ali no final da tarde, inclinada pra frente varrendo, o sol batendo no corpo dela, realçando as curvas.

Eu começava a reduzir a velocidade do carro só pra olhar um pouquinho mais, sentindo um tesão crescendo.

Um dia, parei o carro na frente da casa dela e desci pra conversar.

Estava quente pra caramba, típico de Brasília em outubro.

— Boa tarde, Alícia. Tudo bem por aqui? — perguntei, encostando no portão.

Ela parou de varrer, limpou a testa com o braço e sorriu, os olhos brilhando.

— Tudo ótimo, Marcos. E você? Voltando do batente?

— Sim, exausto. Seu marido tá em casa hoje?

— Não, o Bruno viajou de novo pra São Paulo. Volta só semana que vem. Essa casa é grande demais pra uma pessoa só, sabe?

— Entendo. Se precisar de ajuda com alguma coisa, é só falar. Moro do lado, né?

Ela riu, se aproximando do portão, a blusinha colada no corpo suado.

— Quem sabe… Meu notebook tá dando problema. Você entende de computador, né? Trabalha com isso.

— Claro! Posso dar uma olhada quando quiser.

— Que tal amanhã à tarde? Eu faço um café.

Combinamos assim. No dia seguinte, cheguei na casa dela por volta das 17h.

Ela abriu a porta vestindo uma blusinha fina, sem sutiã – os peitos médios e firmes marcando os bicos rosados, visíveis através do tecido quase transparente. Um shortinho curto de algodão, pernas lisas e bronzeadas. O cabelo solto, cheirando a shampoo de coco.

— Entra, Marcos! Senta aí no sofá. O notebook tá na mesa.

Entrei, o ar-condicionado ligado, mas o ambiente já quente pela presença dela. Sentamos no sofá da sala, ela do meu lado, o notebook no colo dela. Comecei a mexer, abrindo o sistema, checando vírus.

— É só lentidão mesmo, Alícia. Vou limpar uns arquivos.

Enquanto eu digitava, sentia o olhar dela em mim. Ela se inclinava pra frente, o decote abrindo, mostrando a pele macia e quente do colo. Toquei sem querer no braço dela ao pegar o mouse – a pele era suave como seda, quente do sol da tarde, me dando um arrepio.

— Você é tão habilidoso com as mãos, Marcos… — ela murmurou, a voz baixa.

Eu ri, mas o pau já endurecendo na bermuda.

— Que isso, é o trabalho.

Ela se aproximou mais, o joelho roçando no meu.

— Sabe, o Bruno viaja tanto… Eu fico sozinha aqui, precisando de um homem que cuide de mim. Quero cuidar de você também, Marcos. Direito.

Antes que eu reagisse, ela se ajoelhou no tapete macio da sala, entre minhas pernas. Mãos tremendo de tesão, ela puxou o elástico da minha bermuda pra baixo, libertando meu pau já duro, latejando. Os olhos dela brilharam de desejo.

— Deixa eu te mostrar como eu cuido bem…

Ela pegou na base com a mão quente e macia, a pele dela contrastando com a minha. Começou a chupar devagar, a boca úmida e quente envolvendo a cabeça, a língua rodando deliciosamente, sugando com vontade. Eu gemi, vendo aqueles lábios carnudos subindo e descendo, os peitos balançando na blusinha fina, os bicos duros roçando no tecido. O som era molhado, obsceno, ela engolindo mais fundo, a garganta apertando, me levando à loucura. Segurei o cabelo dela, sentindo o cheiro de mulher excitada.

— Caralho, Alícia… Que boca gostosa…

Ela gemeu em resposta, acelerando, os olhos me olhando com safadeza. Não aguentei muito; puxei ela pra cima, beijando aquela boca inchada, provando meu próprio gosto.

— Vamos pro quarto — ela sussurrou, me levando pela mão.

No quarto deles, cama king size com lençóis brancos, fotos do Bruno na mesinha (ignorei). Tirei a blusinha dela – os peitos perfeitos, redondos, bicos rosados e duros. A pele quente, macia ao toque, suada levemente, e muito cheirosa. Beijei o pescoço, desci pros seios, chupando um bico enquanto apertava o outro, sentindo ela arquear o corpo, gemendo baixo.

— Me fode, Marcos… Faz tempo que eu quero isso.

Tirei o shortinho dela, calcinha fio dental preta, já molhada. Abri as pernas dela na cama, vi a buceta depilada, inchada, brilhando de tesão. Lambi devagar, o gosto doce e salgado, ela se contorcendo, mãos no meu cabelo.

— Ai, que delícia… Enfia essa língua…

Entrei nela devagar, sentindo o calor apertado, molhado, envolvendo meu pau centímetro por centímetro. Ela era tão quente por dentro, as paredes pulsando. Comecei a bombar, vendo os peitos balançarem a cada estocada, o rosto dela contorcido de prazer, boca aberta gemendo meu nome. Toquei a pele das coxas, macia e quente, apertando a bunda firme enquanto metia mais fundo, o som de corpos batendo ecoando.

— Mais forte, Marcos! Me usa como sua puta…

Virei ela de quatro, entrei por trás, vendo a bunda empinada, a buceta engolindo tudo. Segurei os quadris, metendo rápido, sentindo o suor escorrer nas costas dela, a pele grudando na minha.

— Goza dentro de mim, Marcos… Bem gostoso, enche minha buceta de porra… Quero sentir você pulsando dentro…

Não aguentei. Gozei forte, jatos quentes enchendo ela, o pau latejando no calor apertado, ela gemendo alto, gozando junto, o corpo tremendo.

Depois, deitamos ofegantes. Ela sorriu, beijando minha bochecha.

— Foi incrível, Marcos. Volte sempre que o Bruno viajar.

Eu me vesti, ainda zonzo.

— Claro, Alícia. Mas sigilo total, hein? Não quero problema pra você, nem pro Bruno descobrir.

— Pode deixar, amor. Sou discreta. Até a próxima. Boa noite!

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