Conto: Tentando engolir o pauzão do preto na pousada

Meu nome é Clara, tenho 33 anos, sou casada há oito com o Ricardo, e sou exatamente o tipo de mulher que os negros adoram: loira natural, pele clara e macia, olhos azuis grandes e inocentes que contrastam com a safadeza que carrego por dentro, corpo natural com peitos médios, mas o que realmente me define agora é o vício que eu desenvolvi: chupar pau de negro.

Tudo começou quando minha amiga Mariana, depois de uma viagem pra Goiás, me contou com os olhos brilhando que “preto tem pau gostoso pra caralho, Clara… grosso, venoso, cheiroso e que enche a boca de um jeito que branco nunca vai conseguir”. Eu ri na hora, mas aquela frase ficou martelando na minha cabeça. Duas semanas depois, eu já estava traindo o meu marido pela primeira vez com um segurança negro de 1,80m num motel. E desde então… eu vicio. Eu preciso. Eu fico molhada só de pensar no gosto salgado, no cheiro forte de macho, no peso daquela carne grossa na minha língua.

Ontem à noite foi uma das melhores. O Ricardo sabe do meu vício e adora participar. Ele me leva pra caçar. Saímos de casa por volta das dez da noite, eu vestida pra matar: uma roiupa provocante e eu ja encharcada antes mesmo de entrar no carro. Dirigimos pela cidade toda, bar em bar, balada em balada, procurando aquele macho negro alto, forte, com aquele volume marcando na calça. Olhei pra dezenas deles, mas nenhum servia. Ou era muito novo, ou muito magro, ou o pau parecia pequeno na calça. Eu ficava cada vez mais desesperada, apertando as coxas no banco do carro, sentindo o grelo latejando.

— Amor, não tem ninguém hoje… — resmunguei, já quase chorando de tesão.

Ricardo sorriu, safado:

— Vamos pra pousada que a gente sempre fica no fim de semana. Quem sabe o funcionário novo…

Eu já tinha reparado nele nas últimas vezes: um negão chamado Jhonatan, uns 28 anos, alto, pele bem escura, sorriso de quem sabe o que tem entre as pernas. Chegamos na pousada por volta de meia-noite e meia. A recepção estava quase vazia. Ele estava lá, sozinho, de uniforme da pousada — camisa branca justa no peito e uma calça jeans que não conseguia esconder o volume monstruoso que eu já tinha fantasiado tantas vezes.

Ricardo fez o check-in rápido, mas eu não consegui disfarçar. Fiquei encarando o volume dele, nao consigo esconder… rsrs. Jhonatan percebeu. Sorriu devagar, aquele sorriso de quem já entendeu tudo.

— Vocês sabem onde fica o quarto? — perguntou, a voz grave.

— Ajuda a gente… — respondi, rouca. — Mas hoje eu tô precisando de uma coisa bem diferente.

Ele ergueu a sobrancelha. Ricardo, do meu lado, completou baixinho:

— Ela tá louca pra chupar um pau bem grande hoje. E pelo que eu tô vendo… você tem o que ela quer.

Jhonatan não pensou duas vezes. Trancou a porta da recepção, virou a plaquinha de “Volto em 15 minutos” e nos levou pro pequeno lounge dos fundos, um sofá de couro marrom bem macio, luz baixa, sem ninguém por perto.

Eu já estava de joelhos antes mesmo de ele sentar. Mas ele me puxou pro sofá primeiro, sentando-se e abrindo as pernas. Eu me ajoelhei entre elas, tremendo de ansiedade. Desci o zíper dele com as duas mãos e, quando o pau saltou pra fora, eu soltei um gemido alto, quase um chorinho.

Era perfeito. Enorme. Mais de 24 centímetros, grosso como meu pulso, pele bem escura, veias saltadas, cabeça rosada e brilhante já babando um fio grosso de pré-gozo. O cheiro era forte, masculino, aquele cheiro de pau de negro que me deixa louca. Eu segurei com as duas mãos — e ainda sobrava espaço. Abaixei o rosto e comecei a lambê-lo devagar, da base até a cabeça, sentindo o peso, o calor, o gosto salgado na língua.

— Caralho… que pau delicioso… — murmurei, olhando pra cima com meus olhos azuis cheios de água.

Jhonatan riu baixo, segurando meu cabelo loiro.

— Chupa, loirinha. Mostra pro seu marido como você gosta de preto.

Eu abri a boca o máximo que consegui e desci. A cabeça grossa invadiu minha boca, esticando meus lábios ao limite. Eu chupei com fome, babando, fazendo barulho molhado, girando a língua na cabeça. Desci mais, tentando engolir tudo. Cheguei até uns 18 centímetros e senti a garganta travar. Lágrimas escorreram dos meus olhos, mas eu não parei. Forcei mais, engasgando, o pau batendo no fundo da minha garganta, saliva escorrendo pelo queixo, pingando nos meus peitos. Eu gemia, engasgava, subia e descia, chupando com desespero, as duas mãos massageando as bolas pesadas dele, cheias de leite quente.

Ricardo sentou do lado, assistindo, pau na mão, gemendo:

— Isso, amor… engole ele todinho… você consegue…

Eu tentei. Forcei mais fundo. Meu nariz encostou quase na barriga dele, mas faltavam uns bons centímetros. Eu não conseguia. O pau era grosso demais, longo demais. Eu choraminguei de frustração e tesão, babando feito uma vadia, olhando pra ele com olhos suplicantes.

Jhonatan segurou minha cabeça com as duas mãos grandes e negras.

— Levanta, loirinha. Agora eu quero de pé.

Ele se levantou. Eu fiquei de joelhos no chão, exatamente como eu amo. O pau dele ficou na altura do meu rosto, brilhando com minha saliva, latejando. Eu segurei na base, abri a boca e comecei a chupar com tudo que eu tinha. Cabeça pra cima e pra baixo, rápido, fundo, babando sem parar. Eu sentia o pau inchar mais na minha boca, as veias pulsando contra minha língua. Ele gemia grave, segurando meu cabelo loiro como se fosse uma guia.

— Porra, que boca gulosa… você nasceu pra chupar pau de preto, hein?

Eu só gemia em resposta, “hmmmmm”, com a boca cheia. Minhas mãos apertavam as coxas dele, minhas unhas cravando na pele escura. Eu sentia meu próprio mel escorrendo pela coxa, a calcinha destruída.

Ele começou a foder minha boca. Empurrava devagar no começo, depois mais forte. Eu sentia a cabeça grossa bater no fundo da minha garganta a cada estocada. Lágrimas escorriam, saliva escorria pelo meu queixo, pingava nos meus peitos. Eu estava em êxtase.

— Vou gozar, loirinha… quer o leitinho quente?

Eu puxei o pau pra fora só o suficiente pra implorar, voz rouca e manhosa:

— Por favor… me dá todo o leite… eu quero engolir tudo… por favor, Jhonatan…

Ele grunhiu, segurou minha cabeça firme e enfiou até onde eu aguentava.

Senti o pau inchar, pulsar forte… e então veio. Jato atrás de jato, grosso, quente, salgado, delicioso. Eu engoli o máximo que pude, mas era tanto que escorreu pelos cantos da minha boca, descendo pelo meu queixo. Eu gemia alto, olhos revirados, sentindo o gosto viciante que eu tanto amo. Ele gozou por quase trinta segundos, enchendo minha boca até transbordar.

Quando ele tirou, eu ainda lambi cada gota que escorreu, limpando o pau dele com a língua, beijando a cabeça sensível, agradecida.

Ricardo gozou só de assistir, gemendo meu nome.

Eu olhei pra Jhonatan com meus olhos brilhando de tesão e sorri, boca ainda suja de porra:

— Obrigada… esse foi o melhor leite que eu tomei em meses.

Ele sorriu, passando o polegar no meu queixo pra limpar o resto e enfiando na minha boca pra eu chupar.

— Sempre que quiser, loirinha. A pousada tem quarto vago… e eu tenho pau duro a noite toda.

Eu já sei que vamos voltar amanhã. Porque uma vez que você prova pau de negro… não tem volta. Eu sou viciada. E eu amo ser assim.

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