DESCOBRI QUE SOU CUCKQUEAN

Meu nome é Greyce, e eu sou casada com José há dez anos. Sempre fomos um casal aventureiro, explorando fantasias juntos. No começo, era mais sobre eu ser a hotwife – eu transando com outros homens enquanto ele assistia, excitado com a ideia de me ver entregue ao prazer. Ele adorava isso, e eu também, sentindo o poder de ser desejada por estranhos. Mas algo mudou ao longo do tempo. Depois de tantas noites em que eu realizava as fantasias dele, comecei a me pegar fantasiando o oposto: ver José com outra mulher. Imaginar ele dando prazer a alguém, gemendo de tesão, penetrando outro corpo… aquilo me deixava encharcada. Eu me descobria tocando minha buceta latejante só de pensar nisso. Foi assim que decidimos experimentar o lado cuckquean da coisa. E começou com o aniversário dele.

Eu planejei tudo com cuidado. Queria surpreendê-lo de verdade. Pesquisei garotas de programa online e encontrei Aline – uma morena magra, com um corpo bonito, curvas suaves nos lugares certos, pele bronzeada e um sorriso safado. Era exatamente do jeito que José sempre mencionava em nossas conversas picantes, dizendo que tinha curiosidade de experimentar uma mulher assim, esguia e sensual. Entrei em contato com ela e combinei tudo antes. Expliquei que queria que fôssemos “amigas” na frente dele no início, para construir a tensão. Passei detalhes sobre José, o que ele gostava, e disse que no final da noite, eu revelaria que o presente de aniversário era uma noite com as duas. Aline topou na hora, animada com a ideia de uma brincadeira a três com cumplicidade.

No dia, convidei Aline para um “jantar casual” em casa. José chegou do trabalho e encontrou nós duas na sala, rindo como velhas conhecidas. Eu a apresentei como uma amiga do trabalho, e vi os olhos dele brilharem ao percorrer o corpo dela – aqueles seios firmes, a cintura fina, as pernas longas cruzadas de forma provocante. Servi vinho, conversamos sobre bobagens, e a tensão no ar era palpável. José ficava olhando para mim com um sorriso confuso, mas excitado, sem entender o que estava rolando. Depois do jantar, quando estávamos no sofá, eu me aproximei dele e sussurrei no ouvido: “Meu amor, feliz aniversário. Seu presente é uma noite com nós duas. Aline veio pra te dar prazer, e eu vou adorar ver você se deliciando com ela.”

Os olhos dele se arregalaram de surpresa e desejo. Levamos Aline para o quarto, e eu me posicionei em uma banqueta ao lado da cama, como uma espectadora privilegiada.

Abri minhas pernas devagar, sentindo o ar fresco tocar minha buceta já úmida, e comecei a me massagear levemente, circulando os dedos no clitóris inchado enquanto via a cena se desenrolar.

José e Aline se beijaram primeiro, um beijo faminto, as mãos dele explorando as curvas dela. Ela tirou a roupa devagar, revelando a lingerie preta que eu havia sugerido – sutiã rendado realçando os seios médios e empinados, calcinha minúscula que mal cobria a buceta depilada. José gemeu ao tocar nela, e eu senti um arrepio de tesão puro ao ver o pau dele endurecendo na calça.

Aline se ajoelhou na cama, puxando a calça de José para baixo. O pau dele saltou para fora, grosso e veioso, já latejando de excitação. Ela o pegou com as mãos delicadas, massageando a base enquanto olhava para ele com olhos pidões.

“Que pau delicioso você tem, José”, murmurou ela, antes de abaixar a cabeça e começar a chupar. Eu via tudo de perto: a boca dela se abrindo para engolir a cabeça inchada,

a língua rodopiando na glande vermelha, sugando com um som molhado que ecoava no quarto. José jogou a cabeça para trás, gemendo alto, as mãos nos cabelos escuros dela, guiando o ritmo.

Minha buceta pulsava enquanto eu me tocava mais rápido, sentindo o mel escorrendo pelas coxas. Ver outra mulher dando prazer ao meu marido, vendo o pau que eu conhecia tão bem desaparecer na boca quente dela… era inebriante. Eu me sentia poderosa e excitada, o clitóris endurecendo sob meus dedos.

Eles mudaram para um 69 lindo, com Aline por cima, de frente para mim.

Eu tinha a visão perfeita: a boca dela deslizando no pau de José, subindo e descendo, os lábios esticados ao redor da grossura dele, saliva brilhando no comprimento.

Ela chupava com fome, engolindo até a garganta, e eu via as bolas dele se contraírem de prazer. José, por baixo, enterrava o rosto na buceta dela, lambendo o clitóris inchado, sugando os lábios carnudos. Ele gemia com a boca na buceta dela, o tesão dela faziam Aline arquear as costas. “Ah, José, que língua gostosa”, ela ofegava, e eu me masturbava furiosamente, sentindo ondas de prazer me percorrerem só de assistir. Ver o pau do meu marido sendo devorado enquanto ele se deliciava com outra buceta… meu corpo inteiro tremia de desejo.

Depois, eles foram para papai e mamãe, bem próximos a mim na cama.

Aline deitada de costas, pernas abertas, buceta reluzente de umidade. José se posicionou entre elas, o pau duro roçando a entrada dela antes de penetrar devagar. Eu via tudo: a glande abrindo os lábios dela, o pau afundando centímetro por centímetro na carne quente e apertada. Aline gemeu alto, as unhas cravando nas costas dele. Eu me inclinei para perto, ainda me tocando, e comecei a incentivar: “Vai, amor, fode ela forte. Faz ela gozar no seu pau gostoso.” José acelerou, metendo com força, o som de pele contra pele enchendo o quarto. Aline gemia: “Ah, José, me fode assim… tá tão bom!”, “Isso, Aline, sente o pau do meu marido te preenchendo. Goza pra ele, goza pra mim ver.” José grunhiu: “Greyce, amor, ver você assim me deixa louco… Aline, você é tão apertada.” Ele metia mais fundo, os quadris batendo, e Aline gozou pela primeira vez, o corpo convulsionando, a buceta apertando ao redor dele enquanto gritava: “Tô gozando, ahhh, José!” Eu via os sucos dela escorrendo pelo pau dele, e meu próprio orgasmo quase veio só com a visão.

Em seguida, mudaram para de quatro. Aline se posicionou na beira da cama, empinando a bunda redonda e firme, a buceta aberta e vermelha de tanto tesão. José se ajoelhou atrás, olhando para mim com olhos flamejantes enquanto entrava nela de novo.

Eu tinha a visão explícita: o pau dele desaparecendo na buceta dela, esticando-a, saindo brilhante de umidade a cada estocada. Aline gemia alto, quase gritando: “Mais forte, José, me arromba!” Ele obedecia, segurando a cintura dela, os músculos das costas flexionando. Minha buceta estava aberta e molhada, os dedos mergulhados no mel, enquanto eu via tudo – a forma como a buceta dela engolia o pau do meu marido, os gemidos dele ecoando, o suor escorrendo pelos corpos. Era uma cena linda, erótica, que me fazia querer mais e mais dessa fantasia.

Finalmente, José gozou dentro dela, urrando de prazer, o pau pulsando enquanto enchia Aline de porra quente. Eles se beijaram depois, ofegantes,

e então José veio até mim, todo carinhoso, me puxando para um abraço. “Greyce, isso foi o melhor presente que eu já recebi. Te amo tanto por isso.” Eu respondi, ainda tremendo: “Eu amei ver você assim, amor. Foi incrível.” Nos beijamos, e Aline sorriu, se juntando a nós em um abraço grupal. Aquela noite mudou tudo – eu me viciei em ser cuckquean.

Depois dessa experiência, continuamos explorando. Encontramos Amanda em um app de encontros liberais. Ela morava perto da gente, era branquinha, magra, com cabelo preto e curto, um ar de menina safada que se encaixou perfeitamente na nossa fantasia. Virou o que o povo do meio liberal chama de “marmita de casal” – uma amiga fixa para nossos momentos quentes, com tesão e complicidade entre nós três. Tudo rolava com naturalidade, sem ciúmes, só prazer puro. Adorávamos aproveitar nosso sofá para esses encontros. Vou contar um pouco de um deles, que foi inesquecível.

Sempre esperávamos ela pelados, eu e José no sofá, já excitados. Quando Amanda chegava, tirava a roupa na porta mesmo, revelando o corpo esguio, seios pequenos e empinados, buceta lisinha e rosada. Nós duas íamos direto cuidar de José: nos ajoelhávamos no chão, dividindo o pau gostoso dele.

Eu chupava a cabeça, lambendo a glande sensível, enquanto Amanda lambia as bolas, sugando uma de cada vez. Alternávamos, nossas línguas se tocando no comprimento veioso, o pau latejando entre nós. José gemia alto, as mãos nos cabelos, sentindo o prazer duplo.

Eu adorava ver a boca dela no pau do meu marido, os lábios finos esticados, e sentia minha buceta encharcar só com isso.

Depois, eu sempre pedia: “Amanda, fica de quatro pro meu marido enquanto a gente se beija.”

Ela obedecia, empinando a bundinha branca e apertada no sofá. Eu me posicionava ao lado, beijando aquela boca macia e doce, nossas línguas dançando enquanto ouvia José gemer de tesão ao entrar nela.

O som molhado da penetração, os gemidos dele: “Ah, Amanda, que bucetinha quente…” Me deixavam louca. Eu via de relance o pau dele afundando na carne dela, esticando-a, e me tocava, sentindo o clitóris pulsar.

Em seguida, pedi para ela ficar de frente para José com as pernas abertas, no sofá mesmo. Ele se posicionou entre elas, metendo devagar no começo, depois acelerando. Enquanto José fodia ela, eu continuava beijando aquela boca gostosa,

chupando a língua dela, sentindo o corpo dela tremer. Amanda gozou assim, gritando contra meus lábios, a buceta apertando o pau dele.

Depois, ofegante, ela me olhou nos olhos e disse: “Greyce, agora é sua vez. Quero ver você gozar no pau do seu marido.

Vem, assume meu lugar, deixa ele te foder enquanto eu te ajudo.” Eu sorri, excitada: “Ah, Amanda, você é safada… Vamos.” Troquei de posição, deitando com as pernas abertas, sentindo o pau de José – ainda mais duro depois de foder ela – me penetrar fundo.

Ele metia com força, gemendo: “Greyce, amor, você tá tão molhada…” Amanda se inclinou, lambendo meus mamilos endurecidos, sugando um de cada vez, a língua quente rodopiando.

Ela me beijava depois, murmurando: “Vai, José, fode ela forte. Faz ela gozar no seu pau pra mim ver.

Depois goza em cima dela, que eu limpo tudinho com a língua.” José ficou louco de tesão com esse pedido, acelerando as estocadas, o pau roçando meu ponto G. Eu gozei primeiro, o orgasmo me atravessando como um raio, a buceta convulsionando ao redor dele, gritando: “Ahhh, tô gozando, amor!” Ele não aguentou mais e gozou em cima de mim, jatos quentes de porra cobrindo minha barriga e seios.

Amanda lambeu tudo, a língua recolhendo cada gota, nos deixando limpos e satisfeitos.

Amanda virou parte da nossa vida, uma confidente que entende nossas fantasias.

Exploramos juntos, com cumplicidade, e cada encontro nos deixa mais unidos.

É uma fantasia linda, que recomendo a quem quer experimentar o prazer de compartilhar sem limites.

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