Fui uber da minha esposa

Eu estava ali, no carro, observando de longe. Era como se cada minuto se arrastasse enquanto eu assistia Luciana e o novo amigo dela sentados naquela mesa de café. Ela parecia tão à vontade com ele, rindo, mexendo nos cabelos. Mas o que mais me prendia atenção era o jeito como ela se posicionou: de frente para o carro, sabendo que eu estava ali, olhando.

O detalhe? Ela não estava usando calcinha.

Cada movimento que ela fazia, cruzando as pernas ou mudando de posição, me dava uma visão provocadora do que eu não poderia ter naquele momento. O vestido subia o suficiente para me deixar maluco, e eu sabia que ela fazia isso de propósito. Ela estava se exibindo, mostrando o que agora era dele, pelo menos por enquanto. Os dois conversavam, ele falava algo no ouvido dela, e eu via a mão dele lentamente deslizando pela coxa de Luciana por debaixo da mesa.

Meu coração acelerava, misto de ciúme e excitação. Eu queria ser o único a tocar nela daquele jeito, mas ao mesmo tempo, o pensamento de vê-la ser desejada por outro me deixava inquieto de prazer. Depois de um tempo, ela pegou o celular e fingiu chamar um Uber. Eu sabia que esse era o sinal. Eu seria o “motorista” deles. Respirei fundo e liguei o carro, dirigindo até a entrada do café. Eles saíram juntos, e Luciana fez questão de sentar no banco de trás.

“Vamos para aquele endereço,” ela disse de forma casual, virando-se para o amigo, sorrindo maliciosamente. “Estou indo com o meu namorado.” Meu estômago revirou ao ouvir isso. Pelo retrovisor, eu os via juntos.

Ele logo colocou a mão na perna dela, subindo devagar até onde ela estava exposta. Minha garganta ficou seca. Ela não fez nenhum esforço para afastá-lo, pelo contrário, deixou que ele a tocasse, enquanto eu seguia em direção ao destino que ela havia dado. Eu não podia fazer nada.

Era parte do nosso jogo, parte do que nos excitava.

A cena era intensa: ele a acariciando, ela o deixando, e eu ali, apenas admirando, com o coração batendo forte e o desejo consumindo cada parte do meu ser. Cada olhar no retrovisor era um choque de realidade, vendo a mulher que eu amo entregue a outro. Quando chegamos no local, estacionei. Ela agradeceu a viagem e disse: Bom trabalho moço… tchau. E saiu rindo…Fui para a esquina e fiquei no carro esperando, como era combinado.

Eu não deveria subir com eles. Fiquei ali esperando, observando pela janela enquanto eles se afastavam. Ele ainda a tocava, tocava o rosto dela, dava beijo e ela ria, jogando a cabeça para trás, se divertindo com tudo aquilo. Depois de alguns minutos que pareciam uma eternidade, o “comedor” saiu, se despedindo dela com um beijo demorado, com o portão entre aberto.

Assim que ele entrou em outro uber… eu sai e fui ate a nossa casa. Luciana me esperava na porta, os olhos brilhando de excitação. Ela sorriu, sabendo exatamente o efeito que tudo aquilo tinha tido sobre mim. “Senti sua falta, meu amor…” ela sussurrou, puxando-me para dentro. e me beijando com um sorriso… E naquela noite, ela era minha outra vez, mas a memória da cena que presenciei continuava a me incendiar por dentro.

Assim que entrei em casa, ela ainda com aquele sorriso travesso nos lábios. Seus olhos brilhavam, e eu sabia que ela estava ansiosa para contar tudo. Assim que fechei a porta atrás de mim, ela me puxou para perto, quase sem conter a empolgação. “Amor, você não faz ideia da sensação que foi…”, começou ela, sua voz entrecortada pelo entusiasmo. “Quando eu sentei naquela mesa e vi você no carro, sabendo que estava me observando… Nossa, me senti tão… poderosa! Eu sabia que você estava vendo tudo. Cada vez que eu cruzava as pernas e o vestido subia, sentia seu olhar, sabia que você estava ficando louco do outro lado.” Eu a olhava fascinado, sentindo cada palavra dela se infiltrar em mim como uma onda de prazer. Ela continuou, os olhos acesos com a lembrança. “Quando ele colocou a mão na minha coxa, foi surreal… Eu sabia que você estava vendo. A mão dele subindo devagar, deslizando, e eu apenas deixei, sabia que era isso que você queria também.” Ela se aproximou mais, os dedos tocando meu peito, o olhar ainda mais intenso. “Quando entramos no carro, eu tive que me segurar para não rir. Disse que ele era meu namorado, e eu vi o jeito que você olhou pelo retrovisor. Você sabia que ele ia me tocar, e não tinha nada que pudesse fazer. E quando ele começou a subir a mão mais para cima, nossa, amor… eu estava tão molhada já… pensando no que aconteceria depois.” Eu podia sentir o calor em sua pele, o desejo nas palavras dela. Ela me puxou para o sofá, sem soltar minha mão, enquanto continuava. “Quando chegamos aqui, eu entrei com ele e deixei ele fazer tudo o que quisesse. Cada toque, cada movimento… Eu queria que você estivesse vendo. Ele me pegou com tanta vontade, me colocou contra a parede assim que a porta fechou. E eu sabia que, mais tarde, seria você. Sabia que eu estaria contando cada detalhe, revivendo tudo com você.”

Luciana me olhou com aquele brilho no olhar, a respiração ainda pesada enquanto começava a falar, os lábios se curvando em um sorriso malicioso. Eu sabia que ela estava prestes a me contar cada detalhe, e isso só fazia meu coração bater mais rápido. “Amor… você não faz ideia do quanto foi gostoso me sentir assim, tão… usada por ele. Desde o momento que a gente entrou em casa, eu já sabia o que ele queria. Ele me puxou contra a parede, as mãos dele eram firmes, seguras. Era como se ele não tivesse pressa, mas ao mesmo tempo, sabia exatamente o que estava fazendo. E eu me entreguei, deixei ele fazer o que quisesse.” Ela fechou os olhos por um segundo, lembrando-se da sensação, mordendo levemente o lábio antes de continuar. “Senti ele me apertando com força, me virou de costas, e eu já estava tão molhada… Ele não perdeu tempo. Me puxou para ele e me penetrou com tanta intensidade. Amor, eu gemia de prazer, ele me segurava pelos quadris com tanta firmeza, como se eu fosse dele naquele momento.” Ela sorriu, agora mais empolgada, se perdendo nas lembranças. “Cada estocada era mais forte que a anterior. Eu sentia ele se movendo dentro de mim, cada centímetro me preenchendo. Eu estava completamente à mercê dele, e isso me excitava mais ainda. Sabia que ele estava me usando da maneira que queria, e isso me deixava tão… tão entregue. Eu me senti desejada, poderosa, mas ao mesmo tempo submissa, como se fosse apenas dele naquele momento.” Ela passou a língua pelos lábios, seus olhos fixos nos meus, me testando, sabendo o efeito que suas palavras tinham sobre mim. “Ele gozou, amor… duas vezes. A primeira vez foi tão intensa. Ele veio forte, me segurando com ainda mais força, gemendo no meu ouvido. Eu senti ele se derramar dentro de mim, o calor dele tomando conta de mim.

E não parou por aí. Ele continuou. Mesmo depois de ter gozado, ele ainda estava duro, me usando, se movendo dentro de mim como se quisesse mais. E eu queria mais também.”

Ela respirou fundo, seus olhos brilhando de excitação. “A segunda vez foi ainda melhor. Eu já estava à beira de outro orgasmo, e ele acelerou o ritmo, me penetrando mais fundo.

Quando ele gozou de novo, eu já estava tremendo de prazer. Sentir ele gozando de novo dentro de mim, o calor, o peso do corpo dele, a maneira como ele me segurava… foi tão bom, tão intenso. Eu sabia que você queria ouvir isso, e era isso que me deixava ainda mais excitada.”

Ela se inclinou mais perto, sua voz baixa, mas cheia de desejo. “E agora, amor, eu quero que você sinta o que eu senti. Quero que você me tenha, com toda essa excitação, porque depois de tudo isso, eu sou toda sua de novo. Me usa do jeito que quiser.” Ela sorriu, mordendo levemente o lábio. “Acho que no fundo, eu estava fazendo isso tanto por mim quanto por você. Porque no final das contas, amor, é sempre você quem me faz sentir tudo isso.” Meu coração acelerava com cada detalhe, minha mente imaginando as cenas que ela descrevia. Ela então se inclinou, sussurrando no meu ouvido.

“Agora, eu quero que você faça tudo comigo, como se estivesse me assistindo de novo. Quero sentir você do jeito que só você consegue me fazer sentir.” E naquela noite, cada palavra dela ecoou na nossa intimidade. Ela me contou cada detalhe, e eu, cheio de desejo e excitação, a tomei como se fosse a primeira vez, com todo o desejo acumulado daquela noite.


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