RELATO – Aventura na noite em SP

Eu, o marido sempre fantasiava em ver minha esposa Bianka sendo desejada e tomada por outro homem. Bianka era uma mulher deslumbrante: cabelos castanhos ondulados, pele morena suave, curvas generosas que faziam qualquer um virar a cabeça. Eu a amo profundamente, e parte desse amor era compartilhar sua beleza e prazer com estranhos, sob meu controle e encorajamento. Decidi propor a brincadeira naquela noite, enquanto nos preparávamos para sair.

Marido: Amor, eu tenho uma fantasia que não sai da minha cabeça. Quero que você vista aquela lingerie preta nova, aquela com rendas que mal cobrem seus seios e a calcinha fio dental que realça sua bunda perfeita.

Bianka: Hmm, parece excitante. Mas o que você tem em mente exatamente? Você sabe que adoro te provocar com essas ideias.

Marido: Vamos sair pela noite de São Paulo, como um casal normal. Mas o objetivo é encontrar um desconhecido sortudo e dar a ele um presente inesquecível: você! Você o satisfaz do jeito que ele quiser, enquanto eu assisto e incentivo. Imagina a adrenalina de caçar alguém nas ruas, e depois vê-lo te tocando, te possuindo…

Bianka: Ah, seu safado! Você realmente quer me ver com outro homem? Me entregando como um presente? Isso me deixa molhada só de pensar. Mas e se ele for bruto? Ou se eu quiser mais do que só provocar?

Marido: Exato, amor. É isso que me excita. Você decide o quanto dar, mas eu vou estar lá, guiando, vendo você gemer para outro. Vamos tornar isso real essa noite. Vista a lingerie por baixo de um casaco leve, para que possamos revelar o presente na hora certa.

Bianka: Tudo bem, eu topo. Adoro ver você assim, todo excitado com a ideia de me dividir. Vamos ver quem será o sortudo da noite.

Saímos de casa em nosso carro, um sedã discreto, rodando pelas ruas movimentadas do centro de São Paulo. Bianka estava irresistível: a lingerie preta contrastava com sua pele, os mamilos endurecidos visíveis através da renda fina, e a calcinha minúscula mal cobrindo sua intimidade depilada. Ela usava um casaco aberto por cima, mas pronto para ser removido. Dirigimos por bairros mais tranquilos, procurando alguém que parecesse solitário e intrigante.

Foi em um estacionamento escuro perto de um prédio comercial que avistamos ele: um homem alto – provavelmente um segurança noturno. Cabelos curtos, barba por fazer, olhos atentos. Parecia cansado do turno, fumando um cigarro encostado em uma parede. Parei o carro próximo e desci, aproximando-me com um sorriso amigável.

Marido: Ei, amigo, boa noite. Você parece o tipo de cara que merece uma surpresa depois de um dia longo. Meu nome é Fábio, e eu tenho algo especial no carro. Quer vir ver?

O sortudo: Surpresa? Do que você tá falando, cara? Eu tô trabalhando aqui, não quero encrenca.

Marido: Nada de encrenca, prometo. É um presente grátis, algo que vai te relaxar. Vem comigo, só um minuto. Minha esposa está no carro, e ela é… digamos, muito hospitaleira.

Ele hesitou, mas a curiosidade venceu. Caminhamos até o carro, e eu abri a porta do passageiro da frente. Lá estava Bianka, reclinada no banco, o casaco agora aberto, revelando a lingerie provocante. Seus seios fartos quase saltando da renda, as coxas entreabertas convidando olhares, um sorriso malicioso nos lábios vermelhos.

O sortudo: Puta merda… Isso é real? Ela é… linda. O que tá rolando aqui?

Marido: Exato, ela é o presente. Minha esposa, Bianka. Toque nela, sinta o quão macia ela é. Eu adoro ver outros homens admirando o que é meu. Vá em frente, passe a mão nos seios dela, sinta os mamilos endurecendo.

O sortudo: Cara, você tá louco? Ela é sua mulher, e você quer que eu… toque?

Marido: Louco de tesão, sim. Olha pra ela, implorando com os olhos. Aperta esses peitos, puxa a lingerie pra baixo. Ela adora ser tratada como uma vadia por estranhos. Não é, amor?

Bianka piscou sedutoramente, arqueando as costas para realçar suas curvas. O vigilante, ainda hesitante, estendeu a mão e tocou o ombro dela, descendo devagar até o decote. Seus dedos grossos roçaram a renda, e ele gemeu baixo ao sentir a pele quente.

O sortudo: Nossa, ela é quente… Tão macia.

Marido: Isso, agora puxe a alça pra baixo. Veja os mamilos rosados. Chupe eles se quiser. Ela vai gemer pra você.

Ele obedeceu, expondo um seio e levando a boca até o mamilo, sugando com fome. Bianka ofegou, inclinando a cabeça para trás, as mãos apertando o banco.

Enquanto isso, eu me sentei no banco de trás, assistindo tudo pelo retrovisor, meu coração acelerado de excitação. O carro estava estacionado em um canto escuro, as janelas embaçando com a respiração pesada.

Bianka: Amor… isso é incrível. Ele é tão forte, as mãos dele são ásperas… Eu quero mais.

Marido: Diga pra mim o que você quer, Bianka. Seja honesta.

Bianka: Eu desejo sentir ele dentro de mim de verdade. Não só tocando… Quero que ele me foda aqui no carro, que me preencha com o pau dele. Sinta como eu tô molhada pra ele.

Ela pegou a mão do vigilante e guiou até entre suas pernas, fazendo-o sentir a umidade através da calcinha fina. Ele grunhiu, puxando a peça para o lado e enfiando um dedo grosso dentro dela, fazendo-a arquear e gemer alto.

Marido: Viu? Ela tá implorando. Tire a calça, amigo. Enfie nela, foda minha esposa como se fosse sua!

O vigilante, agora tomado pelo desejo, baixou as calças, revelando um membro ereto e grosso, veias pulsando. Bianka se posicionou melhor no banco, abrindo as pernas amplamente, a lingerie agora desarrumada. Ele se inclinou sobre ela, o corpo musculoso cobrindo o dela, e penetrou devagar no início, sentindo a apertada umidade. Bianka gritou de prazer, as unhas cravando nas costas dele.

Os detalhes eram enlouquecedores: o som molhado de cada estocada, o cheiro de suor e excitação preenchendo o carro, os seios dela balançando a cada movimento, os gemidos dela ecoando – “Mais forte, me fode como uma puta!” – enquanto eu masturbava devagar no banco de trás, incentivando: “Isso, vai fundo, faça ela gozar no seu pau.”

Ele acelerou, as mãos apertando os quadris dela, o carro balançando levemente com a força. Bianka gozou primeiro, o corpo tremendo, apertando ao redor dele, gritando meu nome misturado ao dele.

Finalmente, o vigilante não aguentou mais. Ele se retirou no último segundo, ejaculando jatos quentes e espessos sobre a barriga e os seios de Bianka, deixando-a coberta de sêmen pegajoso, brilhando sob a luz fraca do carro. Ela estava toda molhada, ofegante, sorrindo para mim com olhos cheios de satisfação.

Bianka: Amor, olha o que ele fez… Agora é sua vez de me limpar.

Eu me inclinei para frente, lambendo cada gota, saboreando o gosto misturado de prazer compartilhado, enquanto o vigilante se vestia e saía, murmurando um “obrigado” atordoado. Liguei o carro, e saímos, minha esposa ainda ofegante e sensível toda melada ria e falava: ” Uauuu que liucura, acho que ele nunca vai esquecer essa noite.”


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