RELATO – Experiência cuckold
Me chamo Luiz, tenho 45 anos, sou moreno alto, tenho um corpo legal. Minha esposa se chama Milena, tem 40 anos, ela é baixinha, tem 1,70 de altura, cabelos na altura do ombro, peitinho duro, magrinha e dona de uma bunda grande para seu corpo, uma falsa magra. Muito bem para sua idade.
Estamos juntos desde que Milena tinha 20 anos, hoje já somos casados e eu fui o seu primeiro homem, por ser de uma família religiosa ela não teve outros namorados antes de mim, eu por tive outras parceiras antes de conhecer a Milena.
Tomei coragem e vim contar como foi a nossa experiência com em um menage masculino, onde a partir daí entramos no mundo liberal.
Sempre fomos um casal muito unido e com uma ótima relação, a gente conversava, viajavamos, vivíamos uma vida muito boa, não tínhamos filhos por opção nossa.

Uma vez estava navegando pelo Instagram quando vi uma página que falava sobre sexo, nada explícito, eram mais uma psicóloga dando conselhos como apimentar a relação e respondendo caixinhas de perguntas, comecei a seguir e a ver alguns vídeos postados na página, notei alguns vídeos onde perguntavam se era normal sentir prazer em ver sua esposa com outro homem e mulheres relatando que o marido tinha proposto ver ela com outros homens, a psicóloga sempre aconselhava e os comentários eram o auge, comentários criticando e muito apoiando dizendo que era super normal, alguns dizendo que eram adeptos e tudo mais.
Em meio a isso, me vi pesquisando na Internet sobre o tema que me despertou curiosidade, para minha surpresa era algo muito comum entre alguns casais e tinha várias páginas no “X” (Twitter) sobre o tema.
Encontrei vídeos de diversos tipo do tema, desde aqueles de grande produção a amadores, confesso que o tema tinha me deixado muito excitado e me masturbei imaginando minha mulher com um outro cara.
As semanas foram se passando e fui lendo cada vez mais sobre o tema, escutando vídeos de relatos de casais sobre o tema, certa vez durante o sexo com minha esposa imaginei que ela estivesse transando com outro cara, isso me deixou muito excitado e gozei horrores, com o tempo essa meu desejo secreto de apenas uma fantasia minha passou a ser um desejo de se tornar real, ver minha esposa entregue a outro homem.
Como a gente tinha alguns brinquedos sexuais inclusive consolo, decidi durante uma de nossas transas fazer algo diferente, seria o início de despertar esse desejo em minha esposa, enquanto a gente estava transando sentei na beira cama de pernas abertas e pedi para ela sentar no meio de contas para mim, em nossa frente estava o espelho do guarda roupa onde dava uma visão perfeita, comecei a beijar seu pescoço, passando a mão pelo seu corpo, dizendo como ela era linda, como eu a amava e que iria fazer ela sentir prazer de uma forma diferente.
Luiz: Amor, hoje quero brincar com você de uma forma diferente. Quero que você se entregue ao momento sem medo.
Milena: É amor? E o que você vai fazer?
Luiz: Só precisa confiar em mim, se você não curtir você me fala que paro, mas se gostar quero que você faça o que tiver vontade.
Milena: Tá bom amor, confio em você!
Foi um misto de emoções, estava nervoso com medo da reação da Milena, mas estava decidido a tentar e da início a realização de um desejo.
Peguei o consolo e pedi para ela abrir as pernas, assim Milena fez, dava para ver em seu olhar uma dúvida do que iria acontecer.
Comecei a passar o consolo na entrada de sua buceta que estava encharcada, ela gemia bem baixinho, comecei a enfiar só um pouquinho da cabeça e tirava ela respirava fundo. Foi aí que disse:
Luiz: Fecha os olhos, e imagina que esse consolo é uma pica de verdade, e ela estava doida para entrar em você.
Ela se contorcia, sua buceta estava cada vez mais molhada, se eu enfiasse o consolo nela entraria fácil, fácil.
Milena: Vai amor enfia em mim, enfia sua pica em mim.
Luiz: Essa é a parte da brincadeira diferente, a pica que está aqui roçando em sua buceta não é a minha.
Milena na hora abriu o olho e me olhou com uma expressão confusa buscando entender o que eu queria dizer e onde iríamos com isso.
Milena: Se não é a sua é a de quem?
Luiz: Qualquer pessoa… Você quer sentir? – Fiz isso colocando a cabeça toda dentro de sua buceta.
Milena: Amor, eu não sei! Não quero pensar em outro homem. Meu homem é você, eu quero você.
Luiz: Tá tudo bem amor, lembra que falei, se não tiver gostando é só me falar que a gente para.
Milena: Eu tô gostando, mas não penso em outros homens, não posso imaginar que seja outra pessoa.
Luiz: Você não precisa imaginar outro homem necessariamente, basta apenas imaginar que não é a minha pica.
Milena: Certo então, continua que tá gostoso!
E com isso voltei a roçar na entrada da sua bucetinha, e comecei a colocar só a cabeça, ela começou a gemer, deu para ver que sua buceta estava muito molhada e comecei um vai e vem com um bom ritmo.
Luiz: Tá gostoso amor? Tá gostando de sentir essa pica?
Milena: Amor é uma delícia, essa pica tá me deixando toda molhadinha.
Luiz: Goza nessa rola vai, goza na minha frente.
Milena: Isso come essa bucetinha vai! Fode minha buceta.
Olhando pelo espelho era uma cena muito bonita, Milena sentada em meu colo de pernas abertas e eu enfiando um consolo nela, aquilo era uma realização de um sonho, ver minha mulher sendo entregue a uma pica que não era minha.
Milena: Vaaaii! Come essa buceta para meu marido ver, fode a buceta dessa puta!
Meu pau estava extremamente duro, estava sentindo um prazer enorme naquele momento. Ficamos nessa brincadeira por algum tempo e logo Milena gozou mais algumas vezes e acabei gozando logo em seguida em seus peitos. Após isso deitei na cama e Milena começou a questionar sobre essa situação que acabamos de vivenciar.
Milena: Amor, o que foi isso, de onde tirou essa ideia?
Luiz: Amor, vi uma vez no “X”, algumas pessoas falando sobre relacionamento liberal e tal me deu tesão e ao invés de me mastubar resolvi fazer com você.
Milena: Mas você quer ter um relacionamento liberal? Quer me ver com outro homem?
Luiz: Eu nunca pensei nisso, mas depois disso fiquei curioso, não imaginei que fosse sentir tesão nisso. Confesso que não sei como seria se de fato acontecer. Mas enfim.
Milena: Você está me propondo isso? Você quer me ver com outro homem?
Luiz: Não e sim, na verdade não tô propondo nada, mas só quis matar uma curiosidade um desejo. Você quer transar com outro homem?
Milena: Eu nunca imaginei isso, você sabe que só quero você, mas confesso que isso foi diferente, me excitei muito. E eu não pensei em ninguém, mas o fato de imaginar outra pica me excitou muito, não posso negar que foi bom. Mas não sei se teria coragem.
Luiz: Também não sei, imaginar uma situação é uma coisa, fazer realmente é totalmente diferente.
Milena: Sim, é diferente. Mas se quiser a gente pode pensar outra vez, eu gostei.
Luiz: Eu também, verdade! Podemos fazer outra vez.
Passado algumas semanas estávamos nos lá mais uma vez, com Milena deitada na cama e enfiando o consolo na buceta, enquanto eu estava em pé me masturbando pensávamos que ela estava sendo fodida por outro e eu apenas observando, aquilo era muito excitante.


Milena realmente se entregava ao momento agora não sabia se era apenas tesão ou desejo de realmente dá para outro em minha frente. Na semana seguinte tínhamos um aniversário de uma amiga de Milena, ela foi no período da manhã para ajudar na organização e arrumação pois a aniversariante era sua amiga de infância.
Cheguei no meio da tarde e o local estava repleto de pessoas, alguns amigos em outras pessoas que não conhecia, Milena veio em minha direção me deu um beijo e me abraçou forte e disse:
Milena: Ainda bem que você chegou tem um menino tarando e deu risada
Luiz: Como assim, quem é?
Milena: Calma amor, tô brincando é o sobrinho da Claudia (Claudia é a aniversariante, nome fictício)
Luiz: Independente amor, você é minha esposa ele deve lhe respeitar.
Milena: Ele é uma criança, tem idade para ser nosso filho, deve ter uns 18/19 anos. Viu uma mulher bonita como eu deve ter se apaixonado. Mas eu sou sua amor.
Luiz: E porque você disse que ele estava te tarando? O que ele fez?
Milena: Só ficou me elogiando e me dando atenção o tempo todo, ele é muito educado só falei para te perturbar.
Luiz: Rai aí, te digo nada

Entendi que não foi nada demais e seguimos a curtir o aniversário, depois de um tempo esse sobrinho da Cláudio veio falar com a gente, Milena me apresentou e ele se mostrou ser um garoto legal, chegou a até tomar uma cerveja com a gente.
Ficamos na festa até umas 22h quando decidimos ir embora, não morávamos longe então acabei tomando algumas cerveja com Milena.
Na volta para casa dentro do carro Milena começou a falar que tinha achado fofo eu ter ficado com ciúmes de um menino, que não precisava disso, que não devia ter ciúmes pois um de nossos desejos é imaginar outro homem conosco.
Milena: Bem que seria uma boa né amor?
Luiz: O que? Não entendi
Milena: Ter outro homem aqui agora conosco – Falou isso passando a mão em sua buceta
Luiz: Seria mesmo, você ia gostar né?
Milena: Amaria ter um homem aqui com a gente, imagine só se o Gabriel (sobrinho da Claudia) estivesse aqui, você ia deixar ele comer minha buceta?
Estava um pouco assustado pois nunca tinha falando nome de ninguém, mas aquilo me excitou muito.
Luiz: Com certeza, ia amar ver ele comer sua buceta.
Milena: Se ele tivesse aqui agora, ia chupar gostoso a pica dele depois ia sentar até ele gozar.
Chegando em casa Milena foi correndo para o quarto pegou o consolo e falou que era para transar eu, ela e Gabriel. Luiza estava diferente, com mais tesão começou a enfiar o consolo na buceta e chamar o nome de Gabriel.
Milena: Aí Gabriel!! Come a bucetinha dessa puta, olha amor, ele te comendo minha buceta.
Luiz: Que delícia amor, foda ela gostoso Gabriel! Arromba a buceta dessa vagabunda.
Milena: Vem amor, vem comer minha buceta.


Nessa noite fizemos um sexo muito gostoso fizemos DP onde comi sua buceta e enfiei o consolo em seu cu, e ela gozou bastante nessa noite.
Após isso formos dormir e eu em êxtase, pois agora mais que nunca queria ver minha mulher com outro cara.
Os dias foram se passando e não tocamos mais nesse assunto, até que em uma de nossas conversas sobre a cama conversamos sobre.
Luiz: Amor, aquele dia que pensamos no Gabriel conosco, foi muito intenso, foi diferente.
Milena: Foi mesmo amor, eu gostei bastante. Foi uma experiência incrível.
Luiz: Você tava com um desejo diferente.
Milena: É porque tinha bebido, naquele dia se tivesse um homem de verdade com a gente transariamos.
Luiz: Só porque estava bêbada? Sóbria não faria?
Milena: Não faria o que, transar com outro cara?
Luiz: Sim, você transaria?
Milena: Amor, não sei… Você teria coragem?
Luiz: Eu tenho desejo, tenho desejo em te ver transar na minha frente.
Milena: Nossa amor, eu nem sei o que dizer…
Luiz: Diz sim!
Milena: Mas como? Onde seria? Com quem seria? Você é meu marido.
Luiz: Se você disse sim, a gente resolve isso. Mas tem que ser um sim de verdade, não para me agradar mas um desejo de ambos.
Milena: Aí amor não sei..
Luiz: Você quer sentir outra pica?
Ela me olhou meio sem saber o que falar e apenas balançou a cabeça que sim, falei que estava tudo bem e que não precisava ficar com medo ou insegurança, que iríamos fazer tudo de forma discreta e sem pressa.
A partir daí começou minha busca para encontrar alguém para realizar o nosso desejo, fiz cadastro em apps de encontros de casais, menage… Lá demos match com alguns casais e singles e um deles no chamou a atenção, era um rapaz moreno, corpo normal, porém muito educado, vou chamá-lo de Eduardo.
Mostrei o perfil do Eduardo para Milena que também gostou e começamos a conversar e expliquei a ele o nosso desejo e ela contou que era solteiro e que no seu antigo relacionamento era liberal e que ele já tinha saído com outros casais.
Fomos amadurecendo a conversa com ele e em um determinado momento trocamos telefones. Depois de pouco mais de 2 semanas de conversa decidimos chamar o Eduardo para jantar, ele prontamente topou.
No dia marcado, Milena foi para o salão ajeitar o cabelo e unha, comprei uma lingerie preta bem sexy para ela usar, ela usou um vestido vermelho, salto alto estava linda!
Marcamos de encontrar o Eduardo no restaurante, chegando lá alguns minutos depois ele chegou e veio até a mesa a gente se comprimentou e iniamos a conversa, nada sobre o que desejavamos realizar, até porque ele já sabia devido as nossas conversas, a ideia era ser um encontro para entender a conexão, pedidos um vinho para ficarmos relaxados.
Após o jantar o Eduardo foi ao banheiro deixando eu e Milena sozinhos na mesa.
Luiz: Amor, o que achou, você quer prolongar a noite?
Milena: Por mim sim, e você o que acha?
Luiz: Eu topo, podemos ir em algum motel, se ele topar é claro.
Milena: Tudo bem para mim.
Eduardo voltou e questionei se ele teria algum compromisso no resto da noite.
Luiz: Eduardo, você tem algum compromisso ao sair daqui?
Eduardo: Não, vocês tem? Não se prendam a mim!
Luiz: Não, na verdade a gente gostou muito da conversa que tivemos, e tava pensando em a gente prolongar a noite, continuar a conversa em um lugar mais reservado.
Eduardo: Claro! Vamos nessa.
Pedimos a conta e a gente foi para o meu carro e segui em direção ao motel, chegando perto a Milena segurou firme a minha mão e senti sua mão suar, ela estava um pouco nervosa e eu também, mas olhei para ela e balancei a cabeça de forma positiva e ela sorriu.
Entrando no quarto ficamos meio perdido sem saber o que fazer.
Eduardo de uma forma muito educada perguntou se estávamos tranquilos e que seria da forma que a gente quisesse e em nosso tempo.
Fui para trás de Milena e abrir o zíper do seu vestido e a deixei apenas com a lingerie e falei em seu ouvido, “Vai se divertir! Quero que você faça tudo que tiver vontade.”
Ela foi na direção de Eduardo e eles começaram a se beijar, ele apertava a bunda dela e dava uns tapas de leve, ele tirou a camisa e Milena começou a beijar seu peito. Nisso me sentei em uma poltrona e comecei a assistir, Eduardo pediu para ela se ajoelhar e ele colocou seu pau para fora, que devia ter uma 20cm, porém era grosso.
Milena me olhou e sorriu, acho que gostou do que viu.
Ela ficou alisando o pau do Eduardo e começou a chupar aquela pica, chupava com vontade, babava e cuspia, em determinado momento ela tentou engolir tudo e não conseguiu, mas ele segurou sua cabeça e forçou fez ela engasgar e começou a socar em sua boca, Milena parecia que ia vomitar, quando ele a soltou ela estava vermelha e escoava baba de sua boca, ela sorriu e tentou engolir novamente e o Eduardo repetiu forçou sua cabeça e começou a fuder sua boca.
Eduardo: Isso putinha, engole minha pica toda! Deixa ela toda babada.
Eu nunca tinha feito isso com a Milena, ver o Eduardo fazendo algo que nunca fiz me deixou muito excitado, coloquei meu pau para fora e comecei a me mastubar vendo eles dois.
Depois de ter sua boca fodida Milena se levantou e ficou de deitada na cama e Eduardo começou a tirar sua lingerie deixando totalmente nua, e começou a chupar seu peitos e foi descendo até chegar em sua buceta que estava extremamente molhada, ele começou a chupar e ela a gemer, gemia de uma forma diferente, ela estava amando, parecia que eu não estava lá, que aquele momento era deles dois.
Eduardo colocou ela de quatro na cama de frente para mim, e começou a chupar sua buceta, ela me olhava, mordia os lábios e gemia alto, logo Eduardo começou a roçar sua pica na entrada de sua buceta e ela começou a pedir que ele a fodesse.
Milena: Fode minha buceta vai. Enfiar essa pica em minha bucetinha.
Eduardo: Posso comer a bucetinha dela, Luiz?
Luiz: Claro, enfia essa pica nela.
Eduardo começou a meter a pica em Milena, que me olhou na hora com uma cara de dor e prazer, fui a loucura!
Ela apertava o lençol da cama enquanto gemia, e Eduardo metendo bem de leve nela, porém ele começou a aumentar o ritmo e a bater na bunda dela.
Milena: Vai gostoso, fode minha buceta
Eduardo: Que buceta gostosa, isso deixa meu pau todo melado
Milena: Aí que pica gostosa, ele tá me fudendo gostoso amor. A pica dele tá bem no fundo!
Luiz: É vagabunda você tá gostando? Tá gostando de sentir a pica do Eduardo?
Milena: Tô amor, vem ver de pertinho! Você não queria me ver dando para outro?
Levantei e me aproximei deles, a pica do Eduardo estava toda melada, Milena já devia ter gozando várias vezes.
Abrir a bunda de Milena para entrar cada vez mais a pica dele, e falei,
“Soca com força nessa buceta!”
Eduardo começou a meter forte sem pena, dava para escutar o barulho dos corpos deles se batendo, Milena gemia muito.
Eu estava com muito tesão.
Fiquei sentando ao lado deles me masturbando vendo a cena de pertinho, quando o Eduardo colocou ela deitada com a cabeça em minha perna e me pediu para segurar as penas de Milena bem aberta, ele veio com aquela pica e enterrou tudo dentro de sua bucetinha que engolia cada centímetro daquela pica, ela me olhava dizia que me amava, que era muito gostoso aquele momento ali comigo.
Milena: Amor, eu te amo! Tá uma delícia sentir o Eduardo.
Luiz: Tá gostando sua vagabunda? Eduardo, come ela sem pena, arrebenta essa vagabunda!
Eduardo: Que buceta gostosa essa vadia tem, olha como ela engole minha pica.
Eduardo socava com força e Milena segurava seus peitos e se masturbava.
Ela estava toda vermelha de ter levado vários tapas na cara, Milena era uma vagabunda naquele momento, o Eduardo colocou ela mais uma vez de quatro e montou em cima dela, colocando um pé sobre a cabeça de Milena, e meteu com tanta força que achei que ia esfolar sua buceta, após castigar minha esposa ele a colocou de joelhos e gozou em sua cara, deixando ela toda melada, por fim acabei gozando também em sua cara e ela ficou lá brincando com o nosso gozo.
Nos ajeitamos e fomos embora, deixamos o Eduardo em casa e no caminho de casa Milena falou que estava acabada, que o Eduardo pegou ela de jeito.
Milena: Amor, o Eduardo acabou comigo. A pica dele é tão gostosa.
Luiz: Deu para perceber, você estava muito vagabunda.
Milena: Impossível não ficar, quando vi aquela pica sabia que ia ser muito bom.
Luiz: Você gostou? Faria novamente?
Milena: Gostei muito amor, obrigada por me proporcionar isso.
Luiz: Você não me respondeu se faria novamente…
Milena: Aii amor, eu fico sem jeito de falar.
Luiz: Se você não disser não tenho como saber, faria ou não?
Milena: Sim, faria novamente.
Nossa vida mudou depois disso, tivemos outras aventuras que conto a vocês depois.
























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