Meu primeiro encontro sozinha
A tarde estava quente, e meu coração parecia querer explodir no peito. Eu, Alessandra, estava me preparando para algo que ainda me parecia um sonho febril: encontrar Fábio, o amigo que meu marido, Ricardo, havia escolhido para essa experiência nova e eletrizante.
Era a primeira vez que eu sairia sozinha com ele, e o nervosismo misturava-se com uma excitação que eu mal conseguia conter.
Ricardo estava ao meu lado, com aquele olhar que misturava calma e desejo. Ele me ajudava a me preparar, como se cada gesto fosse parte de um ritual. Sentada na beira da nossa cama, eu sentia suas mãos espalhando creme hidratante pelas minhas pernas, movimentos lentos e deliberados que faziam minha pele arrepiar.
— Tá linda, Ale — ele disse, a voz rouca, enquanto suas mãos subiam pelo meu tornozelo. — Fábio vai perder a cabeça quando te vir.
Eu ri, tentando aliviar a tensão, mas meu corpo traía minha ansiedade. — Para, Ricardo, eu tô nervosa! E se eu não souber o que fazer? E se eu travar?
Ele parou, segurou meu rosto e me olhou nos olhos. — Você vai ser você, minha gostosa. Vai deixar ele louco, como sempre faz comigo. — Ele sorriu, aquele sorriso malicioso que me desmontava. — Quer saber o que eu quero que você faça com ele?
Mordi o lábio, sentindo o calor subir. — Fala…
Ele se aproximou, sussurrando no meu ouvido, cada palavra carregada de intenção. — Quero que você chegue no motel já provocando, olhando ele com esse fogo que só você tem.
Quero que você deixe ele te tocar, que se entregue sem pensar. Quero que você mostre pra ele o quanto é intensa, como é minha, mas hoje… também é dele. — Ele roçou os lábios no meu pescoço. — E quando estiver com ele, pensa em mim, imaginando cada detalhe do que você tá fazendo.
Minhas pernas tremiam, e não era só pelo creme. — Você tá me deixando louca, sabia? — murmurei, quase sem ar.
— Boa garota — ele respondeu, pegando a lâmina para me depilar. — Agora abre as pernas, deixa eu te deixar perfeita pra ele.
Enquanto ele deslizava a lâmina com cuidado, na minha buceta, deixando ela lisinha conversávamos em sussurros, como se estivéssemos tramando algo proibido.
Ele descrevia como imaginava Fábio me desejando, como queria que eu voltasse com histórias que o fizessem perder o controle. Cada palavra era um convite para eu me soltar, para viver aquele momento sem culpa.
Dirigi até o motel em meu carro, com o coração acelerado e as palavras de Ricardo ecoando na minha mente. Fábio seguia em seu próprio carro, e a ideia de nos encontrarmos diretamente naquele espaço tão íntimo só aumentava a tensão. Quando cheguei, ele já estava lá, encostado no carro, com um sorriso confiante que fez meu estômago dar um salto.
Seus olhos me devoraram assim que saí do carro, com o vestido vermelho que Ricardo escolhera abraçando minhas curvas.
— Alessandra, você tá… impossível
— ele disse, a voz grave, enquanto se aproximava.
— Você também não tá nada mal
— respondi, tentando manter a compostura, mas já sentindo o calor do desejo crescer.
Entramos no quarto do motel, e o ar parecia carregado de eletricidade. A iluminação suave, o espelho na parede, a cama ampla — tudo parecia conspirar para nos puxar para o momento.
Fábio fechou a porta e se aproximou, seus olhos fixos nos meus. Eu sentia meu corpo pulsar, dividido entre nervosismo e uma vontade quase incontrolável.
— Tá nervosa?
— ele perguntou, a mão roçando minha cintura.
— Um pouco
— confessei, mas sorri, deixando a ousadia tomar conta. — Mas acho que você pode me ajudar a relaxar.
Ele riu, puxando-me para mais perto:
— Acho que posso, sim.
— Seus lábios encontraram os meus, e o beijo era urgente, faminto, como se estivéssemos esperando por isso há tempo demais. Minhas mãos exploravam o corpo dele, sentindo a firmeza, o calor, enquanto ele me guiava para a cama.
No calor daquele momento, eu me entreguei. Minha boca encontrou o corpo dele, e cada sensação era nova, intensa, quase avassaladora.
Eu queria saborear cada detalhe, sentir o peso do desejo dele, a forma como ele reagia a cada movimento meu. Era como se eu estivesse confessando, com cada gesto, o quanto eu desejava aquilo. Aquele pau grosso, quente e duro me deixava descontrolada.
A textura, o calor, a forma como ele se entregava aos meus lábios — tudo era viciante, eu chupava de maneira que ele gemia muito de tesão e seu pau babava na minha lingua.
Eu me perdia na sensação, no poder de provocá-lo, na vulnerabilidade de me entregar. Cada respiração dele, cada murmúrio, alimentava meu desejo, e eu sentia meu corpo responder de forma instintiva, guiada por uma fome que eu não sabia que tinha.
Ele segurava meus cabelos, guiando-me com suavidade, mas com uma intensidade que me fazia estremecer.

— Alessandra… você tá me destruindo, engole tudo.. vai…
— ele murmurou, a voz entrecortada, e aquelas palavras só me incentivavam a ir mais fundo, a me perder ainda mais naquele momento.
Os minutos se tornaram uma dança de sensações. Seus toques, agora mais ousados, exploravam meu corpo, e eu me entregava a cada carícia, cada sussurro. Quando ele me puxou para mais perto, nossos corpos se alinharam, e o desejo explodiu em uma conexão que parecia consumir o ar ao nosso redor.
Fiquei de 4 bem empinada e disse:
— Me enche de leite… vai… mete gostoso…
Me sentia como uma puta, safada… queria mais, e mais, e mais…
Então ele veio, montou em cima de mim como se eu fosse uma fêmea no cio, ( e eu era kkkkkk) e meteu forte… eu gozei rápido, e gozei mais duas vezes ate que escutei ele anunciando que iria gozar.
Contrai minha buceta de forma a apertar o pau dele… e veio aquela pulsada forte e sentia o corpo dele tremendo em cima de mim…
O ápice chegou como uma onda, intensa e avassaladora. Ele segurou meu cabelo, murmurando meu nome, e eu senti meu corpo tremer, perdido no prazer que nos envolveu. Era tudo que Ricardo havia imaginado, e mais.
De volta ao meu carro, ainda sentindo minha buceta sensível e pulsando, peguei o celular e gravei um áudio para Ricardo. Minha voz saiu rouca, carregada de emoção.
— Amor, tô voltando pra casa. Foi… intenso. Tô louca pra te contar cada detalhe. Me espera.
Enviei, algumas fotos para ele e coloquei o celular no banco do passageiro e dirigi para casa, com um sorriso no rosto e o coração ainda acelerado, sabendo que a noite estava longe de acabar.




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