RELATO: Realizei o sonho de ver minha esposa com 2 homens na minha frente.

Meu nome é Julio, e por anos eu carreguei esse sonho secreto: ver minha esposa, Fábíola, com outros dois homens.

Não era algo que eu falava abertamente, mas era uma fantasia que me consumia.

Fábíola é linda, com curvas que me enlouquecem, pele morena e um sorriso que ilumina qualquer dia ruim. Somos casados há dez anos, e nossa vida sexual sempre foi boa, mas eu queria mais, algo que nos levasse ao limite.

Depois de muitas conversas, sussurros na cama e promessas de que seria só uma vez, ela finalmente aceitou. A partir daquele momento, eu não conseguia pensar em outra coisa. Era como se o mundo girasse em torno dessa ideia.

Moramos em uma cidadezinha do interior de Goiás, onde todo mundo se conhece. Trabalhamos no comércio: eu em uma loja de eletrônicos, e ela em uma butique de roupas femininas ali perto.

Todo dia, no horário do almoço, a gente se encontra para comer juntos em um restaurante simples. No caminho de volta, sempre passamos pela banca de doces dos dois angolanos, Antônio e Emanuel. Eles são primos, vieram para o Brasil há uns cinco anos em busca de uma vida melhor.

Vendem doces africanos misturados com brasileiros – brigadeiros com um toque de especiarias, bolos de mandioca com coco ralado. São caras simpáticos, educados, até um pouco tímidos.

Antônio é mais alto, com pele escura e brilhante, músculos naturais de quem carrega caixas o dia todo. Emanuel é mais baixo, mas forte, com um sorriso fácil e olhos que parecem sempre curiosos.

Eu sempre parava para bater papo com eles enquanto Fábíola comprava um doce ou outro. A banca fica bem de frente para minha loja, então era natural. Nas conversas, falávamos de tudo: futebol, o calor goiano, as diferenças entre Angola e o Brasil.

Eles eram solteiros, moravam juntos em um quartinho alugado, e pareciam respeitosos. Foi aí que a ideia surgiu na minha cabeça: por que não eles? Eram discretos, amigos, e o contraste entre a pele clara de Fábíola e a deles escura me excitava só de imaginar. Eu não queria estranhos; queria alguém que não complicasse as coisas depois.

Decidi convidar os dois para uma janta em casa no sábado seguinte.

“Vem aí, rapazes, pra gente jogar conversa fora e comer uma comida caseira”, eu disse.

Eles aceitaram na hora, surpresos, mas felizes.

No dia marcado, preparei tudo: uma feijoada caprichada, arroz, farofa, e umas cervejas geladas. Fábíola estava nervosa, mas animada – eu via nos olhos dela. Ela usava um vestido solto, florido, que realçava seus seios e quadris.

A janta foi normal, como se fosse só uma reunião de amigos. Sentamos na mesa da cozinha, os quatro rindo e conversando.

Antônio contou histórias da infância em Angola, sobre festas com música kuduro e comidas picantes. Emanuel elogiou a feijoada, dizendo que lembrava pratos da terra dele.

Fábíola era o centro das atenções, servindo mais comida, rindo das piadas. Eu observava tudo, o coração acelerado, imaginando o que viria depois. Falamos sobre o comércio local, como as vendas estavam ruins com a economia, e até sobre o time do Goiás. Foi leve, descontraído, sem pressa. Tomamos umas cervejas, e o clima era amigável, quase familiar.

Depois de um tempo, quando os pratos estavam vazios, eu me levantei e disse:

“Agora a Fábíola vai preparar a sobremesa. Vou ajudar rapidinho na cozinha”.

Na verdade, era o sinal combinado. Saí dali, deixando Antônio e Emanuel sozinhos na mesa, ainda conversando sobre futebol.

Fui para o quarto, onde Fábíola já estava se preparando. Cerca de 15 minutos se passaram – tempo suficiente para ela se arrumar. Então, ela me mandou uma mensagem no celular: “Pronto”.

Meu coração disparou. Voltei para a cozinha e inventei uma desculpa qualquer: “Ei, rapazes, venham cá no quarto rapidinho. Quero mostrar uma coisa interessante que compramos”.

Eles riram e me seguiram, sem desconfiar.

Quando entramos no quarto, a luz estava baixa, só o abajur aceso. Lá estava Fábíola, parada no meio do cômodo, vestindo uma lingerie azul escuro que eu tinha comprado especialmente para isso – um sutiã rendado que mal cobria seus seios fartos, e um fio dental minúsculo que destacava sua bunda redonda e empinada.

Ela sorriu maliciosamente e disse: “Essa é a sobremesa surpresa, meninos. Querem provar?”.

Antônio e Emanuel congelaram por um segundo, olhos arregalados, mas logo entenderam.

Eu fechei a porta atrás de nós…

Eles não perderam tempo.

Tiraram as camisas, as calças, ficando só de cueca branca – o contraste era incrível: suas peles negras, musculosas, contra o tecido claro, e os volumes já se formando ali.

Fábíola se aproximou, os olhos brilhando de excitação. Beijou eles, se entregando aos poucos, as maos deles passeavam por todo o corpo dela…

Ela se ajoelhou no chão, bem no meio deles, como uma deusa pronta para o ritual. Antônio de um lado, Emanuel do outro.

Com as mãos delicadas, ela baixou as cuecas dos dois, revelando seus paus grossos e duros, escuros e pulsantes. Começou devagar, fazendo carinhos com a boca – lambidas molhadas e quentes, alternando entre um e outro. Sua boca deliciosa, vermelha e úmida, envolvia a cabeça do pau de Antônio primeiro, sugando devagar enquanto a mão massageava Emanuel. Depois trocava, engolindo Emanuel fundo, a língua rodopiando, enquanto os gemidos ecoavam no quarto e ouvia os pequenos engasgos da minha esposa. Eu assistia de pé, o pau latejando na calça, vendo como ela os provocava, os beijos molhados deixando trilhas de saliva, os corpos deles tremendo de prazer. Era quente, intenso, o ar cheirando a desejo.

Não demorou para irem para a cama. Fábíola se deitou no meio, puxando os dois para cima dela. O contraste era hipnotizante: sua pele morena clara contra as deles escuras e reluzentes de suor.

Cena linda foi quando ela deitou em cima de emanuel com o pau dele atolado dentro do cuzinho dela…. Ela rebolava pedindo mais e o pau dele arrombava minha esposa tao gostoso.

Antônio se posicionou atrás, penetrando-a devagar, enquanto Emanuel se ajoelhava na frente, deixando que ela o chupasse mais.

De quatro ele pediu o cuzinho dela de novo e agora macetando ela ele metia sem dó, e ela indefesa por baixo apenas empinava e deixava o pau dele entrar.

Em um momento ela pediu um minutinho para descansar um pouco, levantou tirou a meia calça e pediu para cavalgar.

Eu via tudo – os movimentos ritmados, os seios de Fábíola balançando com cada estocada, as mãos dela explorando os músculos definidos deles. Ate que Antonio, disse que ia gozar se ela nao parasse e ela nao parou foi mais uma pequena gozada.

Eles trocavam de posição: Emanuel agora por baixo, erguendo-a como se ela fosse leve, deixando ela de 4 enquanto Antônio metia sem dificuldade na buceta linda dela.

Os gemidos dela enchiam o quarto, misturados aos grunhidos graves deles. Era uma dança selvagem, corpos entrelaçados, suor escorrendo, o lençol bagunçado. Fábíola gozou , o corpo arqueando, gritando meu nome misturado aos deles. O pau dele estava lindo entrando e saindo da minha rainha.

Eles nao aguentavam e gozaram tambem, de fora, mas o tesão nao passou o pau ainda duro eles e ela queriam mais. Ela se entregou 100% deixando eles fazerem o que bem entederem.

Eles comeram minha esposa muito gostoso a buceta dela ja esta muito vermelha e toda melada de prazer deles…

Para finalizar, eles se deitaram lado a lado na cama, exaustos mas ainda duros. Fábíola ficou no meio, deitada entre os dois, e começou uma massagem dupla com as mãos. Suas palmas macias e quentes deslizavam pelos paus deles, apertando e soltando no ritmo perfeito, alternando carinhos suaves com puxadas firmes. Antônio e Emanuel gemiam alto, os corpos tensos, enquanto ela os levava ao limite.

Eu assistia, hipnotizado, até que os dois jorraram ao mesmo tempo – jatos quentes e brancos espirrando sobre a mao dela e a barriga de cada um, misturando-se ao suor. Foi o clímax perfeito, deixando todos nós ofegantes e satisfeitos. Minha fantasia se realizou, nao acreditava naquilo.


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